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Galp valoriza 1,6% e suporta ganhos do PSI-20

A petrolífera está a acompanhar o desempenho da matéria-prima, que valoriza com as perspetivas dos investidores de que os EUA adiem a aplicação de tarifas aduaneiras sobre os produtos mexicanos.

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Rafaela Burd Relvas rafaelarelvas@negocios.pt 07 de Junho de 2019 às 08:12
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A bolsa nacional abriu a última sessão da semana em alta, a acompanhar a tendência positiva do resto da Europa. O PSI-20 está a subir 0,24% para os 5.103,91 pontos, com dez cotadas em alta, cinco em queda e três inalteradas, a ser impulsionado, sobretudo, pela Galp, que avança mais de 1,6%.

Esta manhã, as principais praças europeias regressaram aos ganhos, depois de, na última sessão, terem sido penalizadas pelo setor financeiro. Isto numa altura em que os investidores aguardam por novidades em torno da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China.

Na quinta-feira, Donald Trump anunciou que irá decidir sobre a aplicação, ou não, de novas sanções comerciais à China no final de junho, depois da cimeira do G20, onde irá encontrar-se com Xi Jinping. É um sinal de que poderá haver progressos no conflito entre as duas maiores economias do mundo ainda este mês. Por outro lado, os investidores esperam que possa haver um adiamento das tarifas aduaneiras a aplicar pelos EUA sobre os produtos mexicanos.

O índice que reúne as maiores cotadas europeias, o Stoxx 600, segue assim a avançar 0,35% para os 375,44 pontos, a ser impulsionado, sobretudo, pelas petrolíferas. O índice que reúne as cotadas do setor de petróleo e gás ganha perto de 1%.

Por cá, é a Galp que vai suportando os ganhos do PSI-20. A petrolífera está a valorizar 1,61% para os 13,55 euros por ação, a acompanhar o movimento do petróleo. Depois de várias sessões em queda, e de terem mesmo entrado em "bear market", as cotações da matéria-prima registaram uma inversão de tendência na última sessão, animadas pela perspetiva de um adiamento das tarifas aduaneiras dos Estados Unidos sobre produtos mexicanos.

O barril de Brent, negociado em Londres e que serve de referência para o mercado nacional, está agora a valorizar 1,46% para os 62,57 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, avança 1,37% para os 53,31 dólares por barril.

Também a Mota-Engil está a contribuir para o desempenho positivo do PSI-20, a avançar 0,9% para 1,92 euros por ação. Destaque ainda para o setor do retalho, com a Jerónimo Martins a ganhar 0,35% para os 14,38 euros e a Sonae a somar 0,22% para os 90 cêntimos por ação.

A impedir ganhos mais expressivos estão a Corticeira Amorim, que recua 0,71% para os 9,85 euros, e o BCP, que perde 0,28% para os 25 cêntimos por ação. Também o setor energético negoceia no vermelho, com a REN a cair 0,2% para os 2,45 euros e a EDP a perder 0,03% para os 3,41 euros por ação.

Notícia atualizada às 8h16 com mais informação.
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