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Lisboa acompanha quedas europeias. BCP recua para mínimos de quatro meses

A bolsa portuguesa fechou no vermelho, em linha com as principais praças europeias, num dia marcado pela paridade do euro face ao dólar e pela inflação nos EUA, que atingiu máximos de 41 anos.

A partir de março de 2022, o índice de referência nacional muda de nome e passa a chamar-se apenas PSI.
Miguel Baltazar
Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 13 de Julho de 2022 às 16:46
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O PSI recuou 0,97%, para os 5.863,41 pontos, acompanhando a tendência negativa vivida nas principais bolsas da Europa. O dia foi marcado pela paridade entre o euro e o dólar, que não ocorria há duas décadas, e pela inflação nos EUA, que atingiu em junho o valor mais elevado desde 1981.

Das 15 cotadas do índice nacional apenas quatro fecharam positivas, com as restantes 11 a terminarem o dia no vermelho.

A maior queda do dia pertenceu ao BCP, que recuou 4,96% para 0,1360 euros, o valor mais baixo em quatro meses. 

No setor energético, a Greenvolt corrigiu dos máximos históricos alcançados na véspera e tombou 3,32%, enquanto a EDP perdeu 1,51%. Em contrapartida, a EDP Renováveis ganhou 0,49% e a REN subiu 0,35%. Já a Galp, que divulgou os dados operacionais do trimestre, deslizou 0,08%.

A pesar no índice esteve ainda o retalho, com a Jerónimo Martins a cair 0,58% e a Sonae a perder 1,97%. 
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