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Lisboa cai mais de 1% com BCP e energéticas a pesarem

A praça portuguesa contrariou o dia positivo vivido na Europa, com o setor energético e o BCP a penalizarem o índice nacional.

A partir de março de 2022, o índice de referência nacional muda de nome e passa a chamar-se apenas PSI.
Miguel Baltazar
Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 12 de Agosto de 2022 às 16:43
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O PSI recuou 1,15% na derradeira sessão da semana, fechando nos 6.167,77 pontos, num dia em que as principais praças europeias, pelo contrário, registam ganhos. O índice nacional foi pressionado pelo setor energético e pelo BCP.

Das 15 cotadas do PSI, apenas quatro fecharam em alta, enquanto 10 terminaram o dia em queda e a Semapa encerrou inalterada.

O BCP liderou as quedas, ao perder 3,89%, para os 0,1506 euros. O banco liderado por Miguel Maya contrariou os ganhos da banca na Europa tendo sido castigado pelo corte da recomendação por parte do Santander.

As maiores perdas do dia foram, aliás, protagonizadas por pesos pesados: a Galp recuou 2,25%, a EDP Renováveis caiu 1,92% e a EDP cedeu 1,9%. O setor energético poderá ter sido penalizado pelas declarações do primeiro-ministro, António Costa, admitindo a possibilidade de um imposto sobre os lucros extraordinários no setor.

Também a cotada com maior peso no índice, a Jerónimo Martins, deslizou 0,36%.

Pela positiva, a Greenvolt avançou 1,88%, para os 9,74 euros, o valor de fecho mais elevado de sempre. Durante o dia, as ações da empresa liderada por Manso Neto tocou o máximo absoluto de 9,82 euros.

Em terreno positivo fecharam ainda as papeleiras Altri e Navigator, com ganhos de 0,89% e 0,73%, respetivamente.

A Sonae, com uma valorização de apenas 0,1%, encerrou o quarteto de subidas do dia.
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