Lisboa fecha no vermelho sob pressão da família EDP
A bolsa portuguesa terminou a sessão no vermelho, num dia em que as praças europeias seguem com pequenas oscilações. O grupo EDP pesou sobre o principal índice de Lisboa, após os resultados apresentados na véspera.
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A bolsa de Lisboa encerrou a penúltima sessão do mês no vermelho, pressionada pelos pesos pesados da família EDP. Na Europa, o dia é de ligeiras oscilações, entre ganhos e perdas. O PSI fechou a ceder 0,3%, para os 9.267,91 pontos, com nove cotadas no verde e as restantes sete em queda.
A EDP Renováveis liderou as perdas diárias com uma queda de 2,67%, para 13,14 euros, enquanto a casa-mãe recuou 2,01%, fechando nos 4,396 euros. O grupo liderado por Miguel Stilwell está a ser penalizado após ontem ter divulgado resultados abaixo do esperado.
Também entre as maiores quedas do dia surge a Mota-Engil caiu 2,24%, terminando o dia nos 5,23 euros. A outra construtora que integra o PSI, a Teixeira Duarte, recuou 1,53%, para os 0,514 euros.
Do lado das subidas, o destaque foi para as produtoras de pasta de papel. A Altri avançou 1,45%, até aos 4,90 euros, enquanto a Navigator subiu 1,17%, fechando nos 3,45 euros. Nota ainda para a Nos, que valorizou 1,39%, para 5,11 euros.
A impedir maiores perdas do índice, o BCP ganhou 0,94%, para 0,924 euros, beneficiando dos lucros recorde apresentados ontem, enquanto a Jerónimo Martins subiu 0,73%, encerrando nos 22,08 euros, e a Galp valorizou 0,16%, para os 18,285 euros, num dia em que os preços do petróleo sobem mais de 1%.
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