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PSI20 perde 0,20% na semana arrastado por media e BCP

O PSI20 desvalorizou 0,20% nas últimas cinco sessões, arrastado pelas empresas de media e Banco Comercial Português, enquanto os ganhos da Vodafone e Brisa permitiram atenuar as perdas do principal índice nacional.

Negócios negocios@negocios.pt 01 de Fevereiro de 2002 às 19:44
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O PSI20 desvalorizou 0,20% nas últimas cinco sessões, arrastado pelas empresas de media e Banco Comercial Português, enquanto os ganhos da Vodafone e Brisa permitiram atenuar as perdas do principal índice nacional.

O PSI20 [PSI20] encerrou nos 7.705,85 pontos, enquanto o PSI30 desvalorizou 0,39% na semana, terminando nos 3.665,18 pontos.

A ParaRede [PARA] foi a empresa do PSI20, que mais caiu na semana, perdendo 7,35% para os 0,63 euros, depois de ter anunciado que foi notificada por uma acção judicial, no valor de 2,64 milhões de euros, que lhe foi interposta pela divisão espanhola do grupo de media norte-americano AOL.

A Impresa [IPR] recuou 5,53% na semana para os 2,05 euros, enquanto a PT Multimédia [PTM] desvalorizou, no mesmo período, 3,79% para os 7,61 euros. Segundo a imprensa nacional, a fusão entre as distribuidoras Deltapress e Vasp, anunciada em início de Outubro de 2001, pela PT Multimedia, Cofina [COF] e Impresa não teve a luz verde da Direcção Geral do Comércio e Concorrência.

A Lusomundo, detida pela PT Multimédia, aprovou esta semana, em Assembleia Geral (AG) realizada na quarta-feira, a redução da comissão executiva de sete para três membros, com Luís Ribeiro a manter-se à frente dos destinos da empresa de media, ao ocupar o cargo de presidente executivo.

A Sonae SGPS [SON] perdeu na semana 1,19% para os 0,83 euros, enquanto a «dotcom» do grupo [SNC] caiu 3,72% para os 3,11 euros.

A Vodafone Telecel [TLE] trepou 4,66% nas últimas cinco sessões para os 9,89 euros, depois de ter recebido recomendações de «compra» por parte de várias corretoras, enquanto a Portugal Telecom [PTC] cedeu no mesmo período 0,80% para os 8,70 euros.

Os lucros da Vodafone Telecel cresceram 34% nos primeiros nove meses do ano para os 83,9 milhões de euros, ou 0,39 por acção, um valor em linha com o esperado pelos analistas contactados pelo Negocios.pt.

A Brisa [BRISA], que apresenta resultados anuais a 1 de Março, subiu 3,75% na última semana para os 4,98 euros. A Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR), participada da Brisa, encaixou, com a operação de dispersão em Bolsa de 20% do seu capital, um valor de cerca de 144,34 milhões de euros.

A empresa portuguesa liderada por Van Hoof Ribeiro investiu 7,2 milhões de euros na subscrição de 681.868 acções na oferta pública de venda inicial (IPO) da CCR, passando a deter 17,04% do capital da companhia brasileira.

A Electricidade de Portugal [EDP], que elevou para 74,52% a posição detida na brasileira Iven, encerrou a semana inalterada nos 2,34 euros.

A Endesa, eléctrica espanhola, interessada em adquirir a posição de 19% detidos pela Electricidade de Portugal (EDP) na Companhia de Electricidade do Rio de Janeiro, confirmou fonte oficial da CERJ ao Negocios.pt, avançando que «não há negociações neste momento».

O BPI [BPIN] ganhou 3,67% nas últimas cinco sessões, encerrando nos 2,54 euros, com os «investidores a acreditarem que o banco continua a um preço apetecível para poder ser comprado», explicou um operador ao Negocios.pt.

Os futuros sobre o barril de «crude» [CL1] para entrega em Março perderam na semana 0,85% para os 19,95 dólares (23,19 euros), enquanto em Londres, o «brent», ou petróleo do Mar do Norte [CO1] valorizaram no mesmo período 0,62% para negociar nos 19,52 dólares (22,70 euros.

O euro perdeu na semana 0,42% face à moeda norte-americana, cotando nos 0,8613 dólares, depois de divulgados indicadores económicos que apontam para a recuperação da maior economia mundial.

A rendibilidade das Obrigações do Tesouro Português a 10 anos recuou 10 pontos base na semana para os 5,10%, enquanto a do «bund» alemão cedeu, no mesmo período, 9 pontos base para os 4,88%. A rendibilidade das obrigações da Reserva Federal norte-americana perdeu 11 pontos base para os 4,05%.

Por Duarte Costa

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