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Saída de Bruno Lage dita queda superior a 6% do Benfica

O clube da Luz chegou a cair 6,43% na sessão desta terça-feira, depois de o treinador da equipa principal de futebol, Bruno Lage, se ter demitido do cargo, após derrota frente ao Marítimo.

Paulo Calado
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 30 de Junho de 2020 às 10:46
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As ações do Benfica chegaram a perder 6,43% para os 2,62 euros por ação na sessão desta terça-feira, dia 30 de junho, na ressaca da demissão do ex-treinador da equipa principal de futebol, Bruno Lage, após a derrota de 2-0 frente ao Marítimo, na Madeira. 

Este valor representa um mínimo desde o dia 22 de maio deste ano. Os títulos perdem agora 2,50% para 2,73 euros, numa altura em que já foram transacionadas 1.573 ações, que compara com a média móvel diária dos últimos seis meses, fixada nas 5.699 ações. 

A queda em bolsa do clube presidido por Luís Filipe Vieira surge na sequência de uma nova derrota da equipa principal de futebol, desta feita frente aos madeirenses do Marítimo, que originou a demissão do treinador Bruno Lage.

Após o jogo, Vieira assumiu a habitual conferência de imprensa para comunicar aos jornalistas que Lage teria posto o lugar à disposição, por entender não ter condições para continuar à frente da equipa. 

Depois de ter perdido no Dragão, em fevereiro, frente ao atual líder do campeonato FC Porto, o Benfica contabilizava quatro derrotas, seis empates e duas vitórias. A má fase da equipa da Luz evidenciou-se com o retorno do campeonato, com empates frente ao Tondela e Portimonense, derrotas com Santa Clara e Marítimo e uma vitória contra o Rio Ave. 

Esta época, o clube foi eliminado da Liga dos Campeões na fase de grupos, tendo sido remetido para a Liga Europa - com o terceiro lugar num grupo composto por Zenit, Leipzig e Lyon - e posteriormente afastado também da prova secundária europeia pelos ucranianos do Shakhtar Donetsk.

Em dezembro do ano passado, Luís Filipe Vieira renovou o contrato de Bruno Lage até 2024, com uma cláusula de rescisão de 20 milhões de euros. 

Na sessão de hoje, o rival FC Porto ainda não negociou e cada ação dos "azuis e brancos" vale 79 cêntimos. Contudo, há que realçar que Porto e Benfica negoceiam de forma diferente em bolsa. 

O clube de Lisboa negoceia de forma contínua, que é a maneira mais usual de negociação, enquanto que o Porto negoceia por chamada, o que significa então que as ofertas de compra e venda de ações de uma determinada empresa apenas são realizadas em alguns momentos pré-determinados da sessão. No caso do clube do Porto as negociações decorrem às 10h30 e às 15h30.

 

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