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Tensões em Ormuz fazem estragos em Wall Street

As bolsas nova-iorquinas encerraram no vermelho a primeira sessão da semana, com os investidores a navegarem à vista de olhos postos no estreito de Ormuz.

Um corretor da bolsa de Wall Street acompanha as ações.
Um corretor da bolsa de Wall Street acompanha as ações. AP/Richard Drew
21:31

As bolsas de Nova Iorque terminaram em queda a primeira sessão da semana com, mais uma vez, o foco a estar no outro lado do mundo, mais exatamente no estreito de Ormuz. Após o entusiasmo com o anúncio no domingo pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, de que a Marinha dos EUA iria escoltar os navios presos em Ormuz, notícias de ataques com mísseis iranianos contra embarcações e contra os Emirados Árabes Unidos voltaram a derrubar as bolsas e fazer escalar o petróleo.

O Dow Jones caiu 1,13%, para os 48.941,90 pontos, enquanto o índice alargado S&P 500 recuou 0,41%, até aos 7.200,75 pontos e o tecnológico Nasdaq Composite cedeu 0,19%, fechando nos 25.067,80 pontos. 

Os receios de que uma nova escalada nas hostilidades no Médio Oriente mantenha os custos energéticos elevados, em particular do petróleo, e alimente a inflação voltaram a ganhar força num dia em que esmoreceram as esperanças de um acordo de paz em breve. 

"Mesmo que o conflito imediato registe um arrefecimento, prevemos que as ondas de choque permanecerão connosco por algum tempo", disse à Bloomberg Darrell Cronk, do Wells Fargo Investmento Institute. "É improvável que os efeitos  - nos preços da energia, atividade industrial e prémio de risco geopolítico - se dissipem rapidamente", acrescentou.

Ainda assim, "a menos que ocorra um choque externo significativo, será difícil derrubar o ímpeto atual e dar o controlo aos 'ursos'", referiu, por seu turno, Mark Hackett, da Nationwide. "É isso que dá a este rally uma base mais durável e credível do que pensávamos há poucas semanas", reforçou.

Entre os movimentos do mercado, o anúncio da Amazon de que iria fornecer serviços de logística e distribuição generalizados - e não apenas aos seus parceiros - castigou as empresas de entrega de encomendas, como a FedEx e a UPS, com a primeira a cair 9,11% e a segunda a tombar 10,47%. A Amazon, por seu turno, avançou 1,36%.

Entre as outras gigantes tecnológicas, a Apple perdeu 1,21%, a Alphabet caiu 0,93%, a Meta valorizou 0,28%, a Microsoft deslizou 0,14%, a Nvidia valorizou 0,05% e a Tesla ganhou 0,45%.

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