Wall Street em alta ligeira com possível fusão da Marvell e da Cavium
As principais praças dos Estados Unidos começaram a semana a negociar em terreno positivo apoiadas pela possibilidade de fusão entre a Marvell e a Cavium.
Depois de fechar a última semana em terreno negativo, Wall Street abriu a sessão desta segunda-feira, 20 de Novembro, a negociar em alta ligeira. O índice Dow Jones sobe 0,06% para 23.371,15 pontos, acompanhado pelo Nasdaq Composite a ganhar 0,08% para 6.788,49 pontos, e pelo Standard & Poor’s 500 a crescer 0,06% para 2.580,29 pontos.
A impulsionar os principais índices americanos está a disponibilidade demonstrada pela Marvell para comprar a rival Cavium por cerca de 6 mil milhões de dólares. As acções da Marvell avançam 1,53% para 20,60 dólares e as da Cavium disparam 7,94% para 81,85 dólares.
Também a apoiar os ganhos registados em Wall Street na abertura semanal da negociação bolsista está a revisão em alta das recomendações atribuídas a algumas das maiores cotadas americanas. Tendo já valorizado cerca de 25% desde o início do ano e em torno de 7% no mês anterior, a General Motors viu a Guggenheim elevar a recomendação atribuída à fabricante de automóveis para "comprar". Os títulos da GM sobem 1,12% para 44,37 dólares
Também a Verizon soma 0,81% para 45,78 dólares, depois de o banco Wells Fargo ter aumentado a recomendação sobre aquelas acções para "outperform".
Também a Verizon soma 0,81% para 45,78 dólares, depois de o banco Wells Fargo ter aumentado a recomendação sobre aquelas acções para "outperform".
Os investidores continuam atentos e apreensivos relativamente à reforma fiscal ainda em análise no Congresso. Na semana passada, a Câmara dos Representantes aprovou a sua versão e que contempla cortes fiscais já a partir do próximo ano, contudo o Senado só deverá aprovar a sua própria proposta depois do dia de Acção de Graças, que se festeja na próxima quinta-feira. A intenção dos senadores republicanos é que o corte da taxa de IRC de 35% para 20% entre em vigor apenas em 2019 e não no próximo ano como pretendido pela administração liderada por Donald Trump e pelos republicanos da câmara baixa.
(Notícia actualizada às 14:40)
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