Wall Street fecha mista com S&P 500 a "cheirar" os sete mil pontos
Mesmo com uma quebra na confiança dos consumidores nos EUA e o dólar a recuar para mínimos de quase quatro anos face a um cabaz das principais divisas, Wall Street parece querer continuar em modo de "rally". O S&P 500 fixou novo máximo histórico.
De olhos postos nos resultados das empresas - as "megacaps" Microsoft, Meta e Tesla apresentam contas amanhã e a Apple na quinta-feira -, os investidores voltaram a animar Wall Street, com apenas o Dow Jones a fechar no vermelho, castigado pelo tombo de cerca de 20% da UnitedHealth.
O índice das "blue chips" destoou e terminou o dia a perder 0,83%, para os 49.003,41 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq Composite subiu 0,91% para os 23.817,10 pontos e o S&P 500 avançou 0,41%, encerrando nos 6.978,60 pontos. Durante o dia o "benchmark" mundial tocou um novo máximo histórico nos 6.988,82 pontos, já com a fasquia dos sete mil pontos na mira.
A protagonista do dia foi a UnitedHealth, que até apresentou resultados considerados "sólidos" pelos analistas. Contudo, a proposta da Casa Branca para o sistema de saúde Medicare irá penalizar as empresas de seguros de saúde.
Já entre as gigantes tecnológicas a Apple avançou 1,12%, a Amazon ganhou 2,63%, a Alphabet valorizou 0,42%, enquanto a Meta e a Microsoft, que apresentam resultados na quarta-feira, valorizaram 0,09% no caso da dona do Facebook, Intagram e Whatsapp e 2,19% na gigante do software. A Nvidia ganhou 1,1% e a Tesla, que divulga os números de 2025 amanhã, caiu 0,99%.
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