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BPI reduz avaliações de 10 cotadas portuguesas e sobe seis

O BPI/CaixaBank publicou as novas avaliações para as cotadas que acompanha. Melhorou 10 preços-alvo, enquanto cortou seis.

O preço-alvo da cotada baixou dos 9,4 euros para os 8,45 euros, uma descida implícita de 10%. Apesar do corte, o potencial de valorização é de quase 30%. A descida do preço-alvo é justificada pelo BPI/CaixaBank pelo mais baixo volume de negócios face ao esperado e à subida dos custos. A recomendação mantém-se em "neutral". 

BCP: aumento dos juros pode ajudar

BCP: aumento dos juros pode ajudar
O preço-alvo da cotada baixou de 37 cêntimos para 34 cêntimos, com o potencial de valorização a ser inferior a 40%. O BPI/CaixaBank melhorou a recomendação de "neutral" para "comprar". O banco considera que o BCP está a reduzir a sua exposição a activos não produtivos. Um aumento dos juros poderá beneficiar o banco no próximo ano. 

Cofina: bom desempenho da CMTV e redução da dívida

Cofina: bom desempenho da CMTV e redução da dívida
O preço-alvo da cotada subiu dos 50 cêntimos para os 77 cêntimos, uma subida implícita de 54%. No entanto, a Cofina, que detém o Jornal de Negócios, é uma das cotadas com menor potencial de valorização (na ordem dos 16%) face à cotação actual de 66 cêntimos. O BPI/CaixaBank assinala que os desafios do sector dos media continuam a gerar preocupações, mas destaca pela positiva o desempenho da CMTV e a redução da dívida da empresa. O banco mantém a avaliação de "underperform". 

Corticeira Amorim: aumento de custos penaliza

Corticeira Amorim: aumento de custos penaliza
O preço-alvo da cotada foi revisto em baixa de 12 euros para 11 euros, com o potencial de valorização a ser de cerca de 20%. A recomendação do BPI/CaixaBank mantém-se em "neutral". Em causa estão as receitas que começam a ser impactadas pelo aumento dos preços dos materiais não transformados. 

CTT: padrões regulatórios pressionam

CTT: padrões regulatórios pressionam
O preço-alvo da cotada subiu em 0,30 euros para 4,5 euros, com o potencial de valorização a ascender a 30%. A recomendação do BPI/CaixaBank continua a ser de "comprar". O banco expressa preocupações sobre a capacidade da empresa de atingir os padrões regulatórios.

EDP: Se a OPA da CTG avançar a contrapartida deve subir

EDP: Se a OPA da CTG avançar a contrapartida deve subir
O preço-alvo da cotada baixou de 3,6 euros para 3,55 euros, com o potencial de valorização a ser de 16%. O BPI/CaixaBank manteve a recomendação "neutral". O banco diz que, assumindo que a OPA da CTG avança, a oferta deverá melhorar dado que tanto o mercado como a administração da empresa consideram o valor oferecido baixo.

EDP Renováveis: estratégia está num bom caminho

EDP Renováveis: estratégia está num bom caminho
O preço-alvo subiu de 9,15 para 9,7 euros. O potencial de valorização e superior a 25%. O BPI/CaixaBank mudou a recomendação de "neutral" para "comprar". O banco considera que a estratégia da empresa está num bom caminho, mas aguarda mais detalhes no primeiro semestre do próximo ano dado que a apresentação dos planos foi adiada por causa da OPA da CTG.

Galp: expectativa de mais dividendos

Galp: expectativa de mais dividendos
O preço-alvo da cotada desceu de 17,2 euros para 17,1 euros. O potencial de valorização é de 18%. O BPI/CaixaBank melhorou a avaliação de "underperform" para "neutral". O banco refere que vê espaço para uma melhoria dos dividendos distribuídos aos accionistas.

Impresa: dívida e evolução da publicidade preocupam

Impresa: dívida e evolução da publicidade preocupam
O preço-alvo da cotada liderada por Francisco Pedro Balsemão baixou de 33 cêntimos para 22 cêntimos, reduzindo o potencial de valorização para menos de 30%. O BPI/CaixaBank manteve a recomendação "neutral", expondo preocupações sobre a dívida da empresa e a evolução das tendências da publicidade. 

Jerónimo Martins: Colômbia deve ajudar

Jerónimo Martins: Colômbia deve ajudar
O preço-alvo da cotada baixou de 16,9 euros para os 15,85 euros. O potencial de valorização é de cerca de 50%. O BPI/CaixaBank manteve a recomendação de "comprar". O banco espera que o mercado da Colômbia traga um impacto positivo no próximo ano, numa altura em que o mercado polaco está em desaceleração. 

Mota-Engil deverá beneficiar da exposição "única" ao sector das infraestruturas em África

Mota-Engil deverá beneficiar da exposição 'única' ao sector das infraestruturas em África
O preço-alvo da cotada desceu de 4 euros para 3,1 euros. Apesar da revisão, a Mota-Engil é a segunda cotada com maior potencial de subida (+ de 70%) entre as empresas seguidas pela casa de investimento. O BPI/CaixaBank mudou a recomendação de "neutral" para "comprar". O banco considera que há espaço para valorização dada a exposição "única" ao sector das infraestruturas em África, que está a crescer a um ritmo elevado.

Navigator: Menores tarifas dos EUA e subida dos preços ajudam

Navigator: Menores tarifas dos EUA e subida dos preços ajudam
O preço-alvo da cotada subiu ligeiramente de 5,20 para 5,25 euros. A Navigator conta assim com um potencial de valorização de cerca de 40%. O BPI/CaixaBank manteve a recomendação de "comprar". Um menor impacto das tarifas norte-americanas, a subida do preço do papel e dois novos projectos da empresa mantêm a cotada como apetecível aos olhos do banco. 

NOS: maiores margens e mais dividendos

NOS: maiores margens e mais dividendos
A casa de investimento elevou o preço-alvo da cotada de 6,25 euros para os 6,35 euros, passando assim a contar com um potencial de valorização superior a 20%. O BPI/CaixaBank mantém a recomendação de "comprar", antecipando um aumento das margens da empresa e uma maior distribuição de dividendos aos accionistas. 

Semapa é a cotada com o maior potencial para o BPI

Semapa é a cotada com o maior potencial para o BPI
O preço-alvo da cotada subiu dos 24,45 euros para os 24,8 euros, o que confere às acções um potencial de valorização superior a 70% - é a cotada que apresenta um maior potencial na avaliação do BPI/CaixaBank, que mantém a recomendação de "comprar". O banco refere que a baixa liquidez da Semapa é um constrangimento, mas considera que a queda que registou desde o pico deste ano foi superior à da Navigator (cotada que detém) e do PSI-20, pelo que o potencial de recuperação é grande. 

Sonae Capital: bom momento do mercado imobiliário em Portugal

Sonae Capital: bom momento do mercado imobiliário em Portugal
A Sonae Capital viu a sua valiação baixar de 1,35 euros para 1,25 euros, o que confere às acções uma margem de progressão de quase 70%. O BPI/CaixaBank mantém a recomendação de "comprar". O banco antecipa que a cotada continue a beneficiar do bom momento do mercado imobiliário em Portugal, "o que poderá accionar dividendos extraordinários em 2019". 

Sonae SGPS está "barata"

Sonae SGPS está 'barata'
O BPI/CaixaBank reiniciou a cobertura das acções da Sonae atribuindo-lhes um preço-alvo de 1,2 euros. O banco de investimento reiniciou a cobertura, depois de a ter suspendido por participar no processo de entrada em bolsa do segmento de retalho. O potencial de valorização é superior a 40%. A recomendação do banco é de "comprar". O BPI/CaixaBank considera que a cotação da Sonae representa uma "avaliação barata", reflectindo várias preocupações com o grupo.

REN: ganhos de eficiência beneficam

REN: ganhos de eficiência beneficam
O preço-alvo da cotada baixou de 2,9 euros para 2,85 euros. O potencial de valorização é de quase 20%. O BPI/CaixaBank manteve a recomendação de "comprar". O banco elogia os ganhos de eficiência na actividade regulada da empresa.
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O BPI/CaixaBank fez uma revisão à avaliação de 17 cotadas nacionais. A Semapa e a Mota-Engil são as duas cotadas com maior potencial de valorização. Os preços-alvo têm em consideração as estimativas para o próximo ano.


Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. O Negócios alerta para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro.

 

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