Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Aquisições e relações comerciais dão força a Wall Street

Os principais mercados dos Estados Unidos abriram a semana a negociar em alta, à boleia das recentes aquisições feitas por empresas norte-americanas. Um possível acordo inicial entre Pequim e Washington também anima os investidores.

Reuters
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 25 de Novembro de 2019 às 14:45
  • Assine já 1€/1 mês
  • ...
Os principais índices de Wall Street abriram a primeira sessão da semana a negociar em território positivo, com a expectativa de que a primeira fase do acordo entre os EUA e a China seja selada em breve e com a série de aquisições empresariais a trazer liquidez aos mercados.

Por esta altura, o Dow Jones soma 0,39% para 27.875,62 pontos, o S&P 500 avança 0,22% para 3.110,29 pontos e o tecnológico Nasdaq Composite valoriza 0,16% para 8.519,88 pontos. 

Segundo o jornal chinês Global Times, Washigton e Pequim estarão perto de selar a primeira fase do acordo comercial parcial entre ambos, depois de o conselheiro da Segurança Nacional dos Estados Unidos, Robert O'Brien, ter dito que os dois países iriam conseguir chegar a um entendimento ainda antes do final deste ano. 

Como consequência, as empresas dos setores mais sensíveis ao comércio externo são as que mais valorizam. Exemplo disso são as fabricantes de "chips", com a Nvidia a liderar os ganhos no setor e a subir 3,5%.

Outro dos motores desta valorização em Wall Street é a série de grandes aquisições por parte de empresas norte-americanas. 

A Charles Schwab acordou a compra da totalidade da rival TD Ameritrade por 26 mil milhões de dólares, ou 48,50 dólares por ação, o que representa um prémio de 19% face ao preço do fecho da sessão do dia 20 de novembro, anunciaram as empresas. As ações da TD Ameritrade sobem 3,26% e as da Charles Schwab caem 0,9%. 

O grupo francês LVMH, dono da Louis Vitton e da Dior, comprou a norte-americana Tiffany & Co por 16,2 mil milhões de dólares, e a empresa dos Estados Unidos sobe agora 5,6%. 
Ver comentários
Saber mais Wall Street EUA China Charles Schwab fusões aquisições relações comerciais China
Outras Notícias