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Bolsas europeias caem com petróleo perto de novo recorde

As bolsas europeias desvalorizavam pressionadas pelas fabricantes de químicos, nomeadamente a Bayer – que perdia 2,17% par os 22,06 euros - e por tecnológicas, numa sessão em que o petróleo voltou a negociar perto de valores recorde. O Dow Jones Stoxx 50

14 de Outubro de 2004 às 11:07

As bolsas europeias desvalorizavam pressionadas pelas fabricantes de químicos, nomeadamente a Bayer – que perdia 2,17% par os 22,06 euros - e por tecnológicas, numa sessão em que o petróleo voltou a negociar perto de valores recorde. O Dow Jones Stoxx 50 perdia 0,54 % para os 2.699,89 pontos.

O IBEX recuava 0,65 % para os 8.242,50 pontos, pressionada pelo Telefónica que descia 0,78% para os 12,66 euros e pela banca, com o Santander a desvalorizar 0,60% para os 8,30 euros e com o BBVA a cair 0,68% para os 11,73 euros. Em sentido contrário, seguia a petrolífera Repsol, a subir 0,11% para os 17,57 euros, bem como a Amadeus que ganhava 0,63% para os 6,41 euros.

A Ibéria Líneas Aéreas de Espana poderá vender a sua participação de 18% que detém na Amadeus no final do ano, noticiou hoje a Efe, citando o director de operações da Ibéria, Angelç Mullor.

Em Londres, o FTSE cotava nos 4.622,00 pontos com perdas de 0,28%, pressionado pela Glaxo, que perdia 1,13% para os 1142 pence e pela Vodafone. As petrolíferas BP e a Shell Transport, que detém 40% da Royal Dutch/ Shell, impulsionavam o índice com valorizações de 0,46 % para 540,5 pence e de 0,54% para 419,75 pence, respectivamente.

O CAC perdia 0,69 % para os 3.668,93 pontos, pressionado pelo BNP Pribas, que recuava 1,40% para ps 53 euros, e com a Danone a impedir maiores perdas com uma valorização de 2,56% para os 64,2 euros.

As vendas da Danone aumentaram 2,3% no terceiro trimestre, uma vez que a procura nos Estados Unidos da América pelos produtos «Carb Control» e «Actimel» compensaram a estagnação na Europa.

O DAX seguia a tendência de queda a perder 0,96 % para os 3.937,68 pontos, com todas as empresas em queda. As acções que mais influenciavam a tendência eram as da Siemens, que perdia 1,17% par os 59 euros e as da Allianz que deslizavam 1,61% para os 83,58 euros.

Em Amesterdão, o AEX cotava nos 328,59 pontos com uma queda de 0,89%. A Philips Electronics liderava as perdas com uma desvalorização de 1,79% para os 18,12 euros, enquanto a Royal Dutch Petroleum, que detém os restantes 60% da Royal Dutch/ Shell, seguia a ganhar 0,31% para os 42,42 euros.

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