Lisboa fecha em alta com impulso do grupo EDP
As elétricas lideraram os ganhos, num dia misto a nível europeu, com a instabilidade tarifária ainda em foco. BCP fechou no fundo da tabela.
A bolsa de Lisboa fechou em alta esta terça-feira, continuando a fase recente de ganhos, num dia misto para as principais praças europeias, com os receios comerciais a permanecerem em foco devido à instabilidade causada pelas tarifas da Administração Trump.
O índice de referência nacional, o PSI, subiu 0,25% para 9.269,17 pontos, com metade dos seus 16 títulos no verde, mantendo-se em máximos de quase 18 anos. O PSI fechou no verde em cinco das últimas sete sessões.
O índice foi impulsionado pelas cotadas do grupo EDP, na semana em que ambas apresentam resultados. A casa-mãe EDP somou 2,03% para 4,42%, enquanto a subsidiária EDPR ganhou 2,27% para 13,50 euros.
Os restantes pesos pesados fecharam no vermelho. A Jerónimo Martins recuou 0,09% para 22,08 euros, enquanto a Galp desceu 0,83% para 18,42 euros.
Já o BCP, também na véspera de apresentar números, fechou no fundo da tabela, com uma desvalorização de 1,76% para 0,9052 euros.
A Sonae acabou por descer 0,2% para 1,984 euros, depois de ter alcançado um máximo histórico acima dos 2,00 euros por ação durante a sessão, tendo já valorizado mais de 20% este ano.
Já a Impresa recuou 1,82% para 0,189 euros, depois de a assembleia geral de obrigacionistas da SIC ter aprovado os termos de reembolso antecipado de uma emissão de dívida, deliberação que era necessária para que os italianos da MFE avancem com o acordo de investimento na empresa de media.
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