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PT e Sonae lideram perdas na queda do PSI-20

A bolsa nacional perdia, a acompanhar as praças europeias, com a Portugal Telecom e a Sonae a liderarem as quedas. A Brisa, a Gescartão e a Cofina atingiam novos máximos. O PSI-20 perdia 0,13%.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 20 de Outubro de 2004 às 12:52
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A bolsa nacional perdia, a acompanhar as praças europeias, com a Portugal Telecom e a Sonae a liderarem as quedas. A Brisa, a Gescartão e a Cofina atingiam novos máximos. O PSI-20 perdia 0,13%.

As congéneres europeias perdiam com as tecnológicas e as petrolíferas a recuarem. As tecnológicas desvalorizavam depois da Motorola ter anunciado que as receitas deste trimestre vão ser inferiores às previsões dos analistas. As empresas de semicondutores estão a ser afectadas pelos preços do petróleo, segundo os analistas.

O PSI-20 perdia 0,13% para 7.408,43 pontos com nove títulos em queda, seis a subir e cinco inalterados.

As acções que mais pressionavam a queda do principal índice eram as da Portugal Telecom (PT) [ptc] que desvalorizavam 0,67% para 8,96 euros. A PT Multimédia [ptm] caía 0,49% para os 18,40 euros.

O grupo liderado por Belmiro de Azevedo seguia a cair. A Sonae SGPS [son] caía 1,08%, para 0,92 euros, a Sona Indústria [sona] a recuar 3,54%, para 4,36% e a Sonaecom [snc] a perder 0,90%, para 3,31 euros.

Os analistas do sector consideram pouco provável a saída da Europac da Gescartão, já que a empresa de papel «kraft» é uma parte importante dos negócios da espanhola. Os bancos sugerem antes a saída da Sonae, que deverá abandonar a empresa contra um preço atractivo. As acções da Gescartão [gct] valorizaram pela sexta sessão consecutiva, com um avanço de 2,80% para os 11 euros, valor máximo histórico.

Assim como a Brisa [brisa] – que avançava agora 0,76% para 6,66 euros – que fixou o novo recorde histórico nos 6,70 euros.

A Cofina [cofi] subia 1,30% para 3,91 euros, a alcançar novo máximo desde Junho de 2000. Os restantes título de «media» corrigiam máximos de ontem, com a Media Capital [mcp] e a Impresa [ipr] a perderem 0,74% para 5,36 euros e 0,85% para 4,64 euros, respectivamente.

O sector da banca seguia misto com o Banco Comercial Português (BCP) inalterado, nos 1,75 euros. O BCP «tem penalizado nos últimos anos muitos investidores» e o pagamento de um dividendo intercalar de 0,03 euros pelo banco de Jardim Gonçalves pode não ter sido suficiente para «animar» os investidores, segundo Filipe Silva, corretor da LJ Carregosa.

O Banco Espírito Santo (BES) [besnn] subia 0,07%, para 13,36 euros e o Banco BPI valorizava 0,33% para os 3,02 euros.

A EDP – Energias de Portugal seguia inalterada nos 2,33 euros.

A Comissão Europeia aprova hoje o Plano Nacional de Alocação de Emissões (PNALE) de Portugal, que permitirá ao país participar no mercado europeu a partir e 2005. No entanto, Bruxelas impôs uma redução das emissões propostas, noticia a agência Lusa.

O plano, enviado a Bruxelas pelo anterior executivo, previa a atribuição gratuita de um total de 116,7 milhões de toneladas de dióxido de carbono entre 2005 e 2007 em 224 empresas de seis sectores de actividade.

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