Combustíveis simples vão provocar "uma intensificação da concorrência"
As empresas de distribuição reforçaram o seu peso no mercado dos combustíveis nacionais durante os primeiros três meses do ano, antes do arranque da comercialização dos produtos simples por parte dos postos de referência. Ana Isabel Trigo Morais, directora-geral da APED, diz que será "mais um desafio", tornando este mercado mais "concorrencial".
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O governo avançou com a obrigatoriedade de todos os postos de abastecimento no mercado português passarem a disponibilizar aos consumidores combustíveis, tanto gasolina como gasóleo, simples. Estes produtos, com menos aditivos, começaram a ser vendidos na generalidade dos postos em meados de Abril.
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A APED "vê com naturalidade" a comercialização de produtos simples por parte das marcas de referência, idênticos aos que são vendidos pelos postos dos hipermercados. "É mais um desafio", disse Ana Isabel Trigo Morais durante a apresentação do estudo sobre o mercado de combustíveis nacional, no primeiro trimestre. "Vai haver uma intensificação da concorrência", notou.
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A directora-geral da APED sublinhou, contudo, que "não está correcto que se fale em combustíveis ‘low cost’ [dos hipermercados] e outros…" comercializados pelas empresas de referência. "Há combustíveis iguais, mas [a sua comercialização assenta é] em estratégias diferentes", rematou Ana Isabel Trigo Morais.
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