Reservas podem ser a chave para acalmar Brent. Europa espera para mexer com preços na bomba
As maiores economias europeias ainda não agiram sobre o aumento dos preços dos combustíveis e a principal forma que têm de intervir no mercado petrolífero é atraves da colocação de reservas do G7. Os EUA têm insistido numa terceira via, através da remoção de sanções sobre o crude russo, aumentando a oferta.
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Portugal foi um dos primeiros países da União Europeia (UE) a pôr em prática medidas para fazer face à subida dos preços dos combustíveis na bomba, ainda antes de o Brent, de referência para as importações europeias, ter ultrapassado a fasquia dos 100 dólares por barril. Pelas maiores economias do Velho Continente, a forma de agir sobre os preços nos mercados internacionais será através do G7 — que junta Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos — que tem a possibilidade de intervir no mercado aumentando o crude disponível, à semelhança do que aconteceu em 2022. Aliás, as decisões tomadas após a invasão russa da Ucrânia podem servir de barómetro.
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