Ao minuto12.03.2026

Comentários do Irão sobre fecho de Ormuz penalizam bolsas europeias. Banca afunda 3,5%

Acompanhe, ao minuto, a evolução dos mercados nesta quinta-feira.
Petróleo valoriza face a tensões geopolíticas.
vichie81 / iStockphoto
Negócios 12 de Março de 2026 às 17:51
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12.03.2026

Comentários do Irão sobre Ormuz prolongam descidas das bolsas europeias. Banca afunda 3,5%

Christophe Petit Tesson / EPA

As bolsas europeias continuaram a trajetória de queda por mais uma sessão, com o pessimismo a adensar-se depois de o novo líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, ter dito que o estreito de Ormuz vai continuar encerrado, aumentando as preocupações dos mercados financeiros sobre uma disrupção mundial sobre abastecimento energético - o Brent chegou esta tarde a voltar a negociar acima dos 100 dólares por barril. 

O estreito de Ormuz, por onde normalmente passa um quinto do petróleo mundial - e cerca de 20 milhões de barris por dia - continua efetivamente fechado e levou os principais produtores do Golfo a reduzirem a produção.

Neste contexto, o índice Stoxx 600 – de referência para a Europa – cedeu 0,61%, para os 598,86 depois de ter chegado a cair mais de 1% durante a sessão.

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX perdeu 0,21%, o espanhol IBEX 35 caiu 1,22%, o italiano FTSEMIB desvalorizou 0,71%, o francês CAC-40 recuou igualmente 0,71%, ao passo que o britânico FTSE 100 registou perdas de 0,47%. O neerlandês AEX acompanhou a tendência e cedeu 0,23%.

A banca continua a ser um dos setores mais prejudicados pela guerra no Irão. Nesta sessão perdeu 3,5%, pressionado sobretudo pelo Deutsche Bank, que registou a maior queda, de 5,3% depois de o credor ter sinalizado uma exposição de 26 mil milhões de euros ao crédito privado, uma classe de ativos que está a enfrentar limitações aos resgates de fundos.

"As preocupações com o crédito privado, que surgiram bem antes dos ataques dos EUA ao Irão, estão a adensar o clima negativo, apesar do facto de os bancos europeus terem pouca exposição a essa classe de ativos", disse Jerome Legras, diretor de research da Axiom Alternative Investments, à Bloomberg.

Noutras ações, a Zalando subiu 9,5% depois de ter divulgado os resultados e anunciado que a Levi Strauss & Co. será o primeiro cliente norte-americano do seu software business-to-business.

Noutros lugares, as ações de materiais de construção caíram depois de a Comissão Europeia ter afirmado que está a considerar flexibilizar as regras de fornecimento de licenças de emissão de carbono e permitir mais ajuda estatal como parte de um plano de emergência para reduzir os preços da energia em alta. A Heidelberg Materials tombou 4,5%, enquanto a Holcim caiu 3,7% e a Buzzi SpA 3,1%.

12.03.2026

Juros agravam-se na Zona Euro. "Yield" das Bunds toca no nível mais alto desde 2023

Os juros da dívida soberana dos países da Zona Euro registaram novamente um agravamento, enquanto os investidores continuam a vender as suas obrigações, uma vez que ainda há preocupações contínuas de que o aumento dos preços do petróleo vai alimentar uma subida na inflação no bloco.

Os mercados veem um risco crescente de que os preços do petróleo, que continuam a subir nos mercados internacionais, levem o Banco Central Europeu e o Banco da Inglaterra a aumentar as taxas de juro nas próximas reuniões.

De acordo com os estrategas do Morgan Stanley, citados pela Bloomberg, os investidores estão a sobrestimar as hipóteses numa subida dos juros, ao reagir "exageradamente" aos recentes comentários dos membros da entidade monetária. Ao mesmo tempo, assumem que o conflito no Irão não vai abrandar antes da reunião do banco liderado por Christine Lagarde, na próxima semana. O banco norte-americano recomendou, assim, para que o mercado se posiciona para menos aumentos das taxas este ano.

“A médio prazo, acreditamos que o BCE e os investidores provavelmente prestarão atenção ao impacto dos preços mais altos da energia sobre a atividade, e não apenas sobre a inflação”, escrevem Luca Salford e Maria Chiara Russo, numa nota citada pela agência financeira.

Os juros da dívida portuguesa, com maturidade a dez anos, aumentaram em 5,3 pontos-base, para 3,392%. Em Espanha a "yield" da dívida com a mesma maturidade seguiu a mesma tendência e acelerou 5,2 pontos, para 3,457%. Já os juros da dívida soberana da Itália agravaram-se em 7,9 pontos, para 3,744%.

Por sua vez, a rendibilidade da dívida francesa subiu 5,6 pontos, para 3,623%, ao passo que a yield das Bunds alemãs, referência para a região, registou um aumento de 2,5 pontos, para os 2,954% - o nível mais alto desde outubro de 2023.

Fora da Zona Euro, os juros das "gilts" britânicas, também a dez anos, registaram o maior agravamento, de 8,7 pontos-base, para 4,773%.

12.03.2026

Dólar ganha força com subida do crude e menor expectativa de corte de juros nos EUA

Soeren Stache/AP Images

O dólar segue a registar ganhos nesta quinta-feira, aproximando-se dos seus níveis mais altos deste ano, à medida que o aumento dos preços do crude gera preocupações sobre a economia europeia, dependente das importações de energia, e leva os investidores a reforçar apostas na “nota verde” enquanto ativo-seguro. Também uma menor expectativa em relação a um corte de juros pela Reserva Federal norte-americana durante este ano segue a impulsionar a divisa norte-americana.

O índice do dólar - que mede a força da “nota verde” face às principais concorrentes – sobe 0,40%, para os 99,629 pontos.

Os preços do petróleo subiram acentuadamente, com o Irão a intensificar os ataques a instalações petrolíferas e de transporte pelo Médio Oriente, alimentando preocupações em relação a um conflito prolongado e uma potencial interrupção do fluxo de petróleo. O novo líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, prometeu na quinta-feira manter o Estreito de Ormuz fechado.

Nesta linha, os maiores importadores mundiais de energia viram as suas moedas registarem as maiores perdas em relação ao dólar desde o início da guerra entre os EUA e Israel contra o Irão. A rupia indiana e o iene japonês perderam mais de 1,5% cada, enquanto o euro e o won coreano já perderam cerca de 2% e 3%, respetivamente.

A esta hora, o dólar valoriza 0,16%, para os 159,210 ienes.

Já pela Europa, a libra perde 0,48%, para os 1,335 dólares e o euro recua 0,46%, para os 1,151 dólares. Os "traders" estão agora focados nas reuniões da próxima semana da Fed, do Banco Central Europeu e do Banco de Inglaterra para avaliar como é que os decisores de política monetária reagirão à perspetiva de um choque nos preços da energia.

12.03.2026

Ouro e prata perdem terreno com dólar mais forte

AP / Jae C. Hong

O ouro está a negociar com desvalorizações esta tarde, depois de os dados da inflação vindos dos EUA terem diminuído as perspetivas de cortes nas taxas de juro, alimentando uma recuperação do dólar, à medida que os preços do crude continuam a escalar devido à guerra no Médio Oriente.

A esta hora, o metal amarelo recua 0,85%, para os 5.132,460 dólares por onça.

Mesmo que a inflação subjacente nos EUA referente a fevereiro tenha permanecido moderada, as preocupações com futuras subidas dos preços relacionadas com o conflito no Médio Oriente levaram os “traders” a reduzir algumas das suas apostas em relação a cortes nas taxas de juro pela Reserva Federal este ano, fator que pressiona o ouro, que não rende juros.

Desde o início da guerra, o volume de ouro detido por fundos negociados em bolsa diminuiu, com as participações da semana passada a registarem a maior queda em mais de dois anos, divulga a Bloomberg. “Acho que o que vamos ver é uma maior procura por ouro a partir disso”, disse à agência de notícias financeiras Jeff Currie, da Carlyle Group.

O ouro já valorizou quase 20% desde o início deste ano, com os ganhos a serem sustentados pela procura pelo metal amarelo enquanto ativo-refúgio, à medida que as tensões geopolíticas aumentam. Ainda assim, o impulso ascendente do ouro estagnou desde o início da guerra, a 28 de fevereiro.

No que toca à prata, o metal precioso negoceia com perdas de 1,17%, para os 84,735 dólares por onça.

12.03.2026

Brent volta a bater os 100 dólares depois de declarações de Khamenei

AP / Jeff McIntosh

Os preços do petróleo continuam a valorizar nesta quinta-feira, à medida que aumentam os ataques a navios no Estreito de Ormuz e já depois de o novo líder supremo do Irão ter dito que quer manter a via marítima fechada. O crude volta agora a ultrapassar os 100 dólares por barril, depois de ter reduzido alguns dos ganhos que vinha a registar na sessão.

O West texas Intermediate (WTI) – de referência para os EUA – sobe 9,44%, para os 95,49 dólares por barril. Já o Brent – de referência para o continente europeu – pula 8,94% para os 100,20 dólares por barril.

O tráfego de navios através do Estreito de Ormuz está maioritariamente interrompido desde o início da guerra e o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, afirmou hoje que era improvável que as escoltas militares a embarcações começassem antes do final do mês. Teerão intensificou os ataques a navios e portos no Golfo Pérsico na quinta-feira, alimentando as crescentes ameaças ao abastecimento de energia e ofuscando a decisão da Agência Internacional da Energia (AIE) de libertar um número recorde de reservas de “ouro negro” para tentar conter a escalada dos preços.

Nesta linha, a AIE alertou que a atual interrupção no abastecimento é a maior da história do mercado global de petróleo. A contribuir ainda para a subida dos preços está o facto de as refinarias chinesas terem começado a cancelar exportações previamente acordadas de combustível refinado, incluindo de gasolina e gasóleo.

O Goldman Sachs alertou que os preços do petróleo podem exceder o pico de 2008 se os fluxos através de Ormuz permanecerem sob pressão durante o mês de março.

“A única coisa que realmente fará os preços do petróleo voltarem a cair é se realmente virmos o Estreito de Ormuz reaberto”, disse à Bloomberg Neil Beveridge, da Sanford C. Bernstein. As taxas de fluxo das reservas estratégicas são “nada comparadas com os 20 milhões de barris” por dia de interrupção causada pelo fecho de Ormuz, acrescentou.

12.03.2026

Escalada do conflito no Irão atira Wall Street para o vermelho. Morgan Stanley afunda 4%

AP/Richard Drew

Os principais índices norte-americanos arrancaram a sessão desta quinta-feira em território negativo, pressionados por uma nova escalada nos preços da energia, que levaram o petróleo a negociar próximo dos 100 dólares por barril. Os investidores estão agora mais pessimistas em relação a um novo corte nas taxas de juro por parte da Reserva Federal (Fed) norte-americana, apontado para um alívio apenas para setembro. 

A esta hora, o S&P 500 recua 1,09% para 6.703,45 pontos, enquanto o industrial Dow Jones cede 1,19% para 46.853,42 pontos e o tecnológico Nasdaq Composite perde 1,36% para 22.407,34 pontos. A incerteza em torno do conflito no Irão já tinha deixado os três principais índices dos EUA a navegar sem rumo na sessão anterior, com o "benchmark" norte-americano a encaminhar-se para o terceiro dia consecutivo de perdas. 

O conflito prepara-se para completar duas semanas e, até agora, os únicos sinais de que estará próximo do fim vêm de Donald Trump. As hostilidades continuam, infraestrutura energética está a ser atingida, mas o Presidente dos EUA continua a insistir que a guerra vai terminar "muito em breve" - apesar de a mensagem ser contraditória ao que as autoridades israelitas têm vindo a dizer, prevendo que o conflito dure, pelo menos, mais duas semanas. Esta quinta-feira, Trump desvalorizou a subida nos preços da energia, afirmando que o seu objetivo principal é "parar o Irão". 

"O que se está a ver é o mercado a incorporar um cenário duradouro de preços elevados do petróleo", explica Karen Georges, gestora de fundos de ações da Ecofi, à Bloomberg. "A segurança do transporte marítimo na região é uma grande preocupação, enquanto a libertação das reservas de petróleo de emergência só pode proporcionar um alívio temporário", acrescenta, referindo-se à decisão dos 32 países que compõe a Agência Internacional de Energia de introduzir 400 milhões de barris no mercado. 

No seu relatório mensal, a AIE afirma que "a ", com o conflito a afetar diretamente 7,5% da oferta global de petróleo. Estima-se que sejam produzidos menos oito milhões de barris de petróleo por dia a nível global, com o relatório a apontar ainda que o tráfego no Estreito de Ormuz foi reduzido em 90% – por onde no ano passado passaram 20 milhões de barris de petróleo por dia. 

Entre as principais movimentações de mercado, o Morgan Stanley cai 4,01%, após limitar os resgates num dos seus fundos de crédito privado, na sequência de movimentos semelhantes por parte da Blackstone e da BlackRock no início deste mês. O JPMorgan Chase também decidiu reduzir o valor de alguns empréstimos a fundos de crédito privado, caíndo agora 2,32%. 

12.03.2026

Barril de Brent volta a superar os 100 dólares

O barril de Brent, a referência europeia para a negociação de petróleo, voltou a ultrapassar os 100 dólares. Após a promessa de Mojtaba Khamenei, o novo líder supremo do Irão, de manter o Estreito de Ormuz encerrado, a matéria-prima ganhou novo ímpeto.

Pelas 15:00 horas (de Lisboa), o preço do barril de Brent sobe mais de 10% para 101,22 dólares. Já o West Texas Intermediate (WTI), a referência de petróleo americana, avança 10,3% para os 96,23 dólares por barril.

(Notícia atualizada às 15:05 horas)

12.03.2026

Novo líder supremo diz que Irão vai continuar a retaliar e quer Estreito de Ormuz fechado

Vahid Salemi / Associated Press

Naquela que é a sua primeira mensagem pública como novo líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei promete que o país vai continuar a retaliar os ataques sofridos e também indica que o Estreito de Ormuz deve permanecer fechado.

Mojtaba Khamenei diz que o país não vai desistir de procurar vingança por um ataque contra uma escola primária de raparigas no país, atribuindo a autoria desse ataque aos EUA.

"Vingaremos o sangue dos nossos mártires", disse Mojtaba Khamenei.

Khamenei disse também que acredita na amizade com os países vizinhos, mas promete continuar a atacar as bases americanas instaladas na região e aconselha ao encerramento das mesmas.

O novo líder supremo considerou ainda que o Estreito de Ormuz, um ponto nevrálgico para o transporte de matérias-primas energéticas a nível global, deverá manter-se fechado. "A vantagem de fechar o Estreito de Ormuz deve certamente continuar a ser utilizada", cita a agência de notícias financeiras Bloomberg.

12.03.2026

Euribor sobe a três, a seis e 12 meses

A taxa Euribor subiu esta quinta-feira a três, a seis e a 12 meses em relação a quarta-feira.

Com estas alterações, a taxa a três meses, que avançou para 2,150%, continuou abaixo das taxas a seis (2,225%) e a 12 meses (2,456%).

A b, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, subiu, ao ser fixada em 2,225%, mais 0,052 pontos do que na quarta-feira.

Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a janeiro indicam que a Euribor a seis meses representava 38,93% do 'stock' de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.

Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,78% e 24,98%, respetivamente.

No prazo de 12 meses, a taxa Euribor avançou para 2,456%, mais 0,087 pontos do que na quarta-feira. Em 10 de março a Euribor a 12 meses foi fixada em 2,552%, um novo máximo desde janeiro de 2025.

No mesmo sentido, a Euribor a três meses avançou ao ser fixada em 2,150%, mais 0,028 pontos do que na quarta-feira.

12.03.2026

AIE fala na "maior perturbação de abastecimento do mercado petrolífero mundial"

Charlie Riedel/AP

O relatório mensal da Agência Internacional de Energia (AIE) pinta um cenário negativo sobre o impacto do conflito do Médio Oriente no mercado global de petróleo. A organização diz mesmo que "a guerra no Médio Oriente está a criar a maior perturbação de abastecimento na história do mercado petrolífero mundial".

Leia a notícia completa .  

12.03.2026

Europa pinta-se de vermelho com investidores a apontarem para aperto da política monetária

Bloomberg

As principais praças europeias arrancaram mais uma sessão no vermelho, num dia em que a escalada do conflito no Irão - com o ataque a infraestruturas energéticas e a petroleiros na região - fez com que o preço do petróleo de referência para a Europa voltasse a ultrapassar os 100 dólares por barril. Na quarta-feira, a União Europeia já tinha avisado que, caso o crude continuasse a negociar perto desta marca, a inflação poderia chegar aos 3% ainda este ano. 

A esta hora, o Stoxx 600, "benchmark" para a negociação europeia, recua 0,49% para 599,61 pontos. A banca e o setor automóvel lideram as perdas esta manhã, com a subida do setor químico e mineiro a não ser suficiente para puxar o principal índice europeu para o verde. Desde o arranque do conflito, a volatilidade nas praças europeias tem aumentado em força e está agora em máximos de abril do ano passado. 

"O que se está a ver é o mercado a precificar um cenário prolongado de preços elevados do petróleo", explica Karen Georges, gestora de fundos da Ecofi Investissements, à Bloomberg. "A segurança do transporte marítimo na região é uma grande preocupação, enquanto a libertação das reservas de petróleo de emergência só pode proporcionar um alívio temporário", acrescenta. 

Na quarta-feira, os , de forma a conter a subida nos preços do crude. Trata-se da maior libertação da história da organização, superando os 182 milhões de barris que foram introduzidos no mercado na sequência da crise energética de 2022, provocada pela invasão da Ucrânia por parte da Rússia. 

A mais recente escalada nos preços do petróleo está a levar os investidores a aumentarem as probabilidade de subidas nas taxas de juro por parte do Banco Central Europeu (BCE). O mercado já incorporou um aperto de 25 pontos-base, com os "traders" a apontarem para junho, mas há ainda em cima da mesa uma nova subida na mesma magnitude até ao final do ano, à medida que se vai sentido o impacto da subida nos preços da energia na inflação.

Entre as principias movimentações de mercado, a Zalando dispara 10,74%, depois de a plataforma alemã de moda ter apresentado resultados ao mercado e revelado que a Levi's vai tornar-se o seu primeiro cliente norte-americano. Já a Abivax escala 16,93%, após ter sido noticado que a empresa de biotecnologia concedeu à AstraZeneca acesso exclusivo a informações confidenciais até 23 de março, com o objetivo de formalizar uma oferta.

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX perde 0,37%, o espanhol IBEX 35 recua 1,09%, o italiano FTSEMIB desvaloriza 0,41%, o neerlandês AEX recua 0,22%, enquanto o francês CAC-40 cede 0,27%, ao passo que o britânico FTSE 100 regista perdas de 0,48%.

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