Europa fecha dividida mas Stoxx 600 regista novo recorde
Juros aliviam em toda a linha na Zona Euro
Iene recupera de mínimos de 18 meses face ao dólar com possível intervenção cambial
"Todos os caminhos levam ao ouro e à prata". Metais pairam perto de recordes
Petróleo atinge máximos de outubro e Brent ultrapassa os 66 dólares
Wall Street negoceia no vermelho. Banca e dados económicos pressionam índices
Taxa Euribor mantém-se a três meses e sobe a seis e a 12 meses
França terá crescido pelo menos 0,9% em 2025
Europa sem rumo atenta a resultados empresariais do bloco
Iene toca mínimos de ano e meio face ao dólar
Juros das dívidas europeias aliviam
Metais preciosos continuam em alta. Ouro e prata batem novos recordes
Petróleo recua. Investidores à espera da resposta dos EUA sobre Irão
Possíveis eleições antecipadas no Japão dão força a ganhos na Ásia
Europa fecha dividida mas Stoxx 600 regista novo recorde
Os principais índices europeus encerraram entre ganhos e perdas, num dia em que o Stoxx 600 voltou a renovar recordes. O setor mineiro continuou a impulsionar as praças da região, com o ouro e a prata a pairar perto de recordes.
O índice Stoxx 600 – de referência para a Europa – subiu 0,18%, para um novo máximo de fecho nos 611,56 pontos, tendo também chegado a bater um novo recorde histórico nos 612,65 pontos.
Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX caiu 0,53%, o espanhol IBEX 35 ganhou 0,05%, o italiano FTSEMIB valorizou 0,27%, o francês CAC-40 cedeu 0,19%, ao passo que o britânico FTSE 100 somou 0,46% e fixou um novo máximo histórico nos 10.184,35 pontos, ao passo que o neerlandês AEX cedeu 0,04%.
As ações europeias oscilaram perto de níveis recorde, com os investidores a virarem atenções para os últimos desenvolvimentos no Irão, depois de a Reuters ter noticiado que alguns funcionários foram aconselhados a deixar a base aérea norte-americana de Al Udeid, no Qatar, até quarta-feira à noite.
“Não há claramente pânico, mas há cada vez mais preocupações a pesar sobre os ombros do mercado no que diz respeito às políticas de Trump”, disse à Bloomberg Alexandre Baradez, da IG em Paris. Isto, acrescentou o especialista, ficou evidente durante a noite, com um aumento no preço dos metais preciosos.
Entre os setores, o dos químicos (+2,02%) e dos recursos naturais (+1,78%) lideraram os ganhos, enquanto o tecnológico (-1,77%) e os dos media (-1,69%) registaram as maiores perdas.
Entre os movimentos do mercado, a Pearson caiu mais de 8%, depois de a editora ter anunciado que perdeu um contrato com o estado de Nova Jérsia para a avaliação de estudantes norte-americanos. Já o Société Générale ganhou cerca de 1,5% depois de o Jefferies ter elevado o preço-alvo da instituição financeira com base na perspetiva de maior rentabilidade.
Juros aliviam em toda a linha na Zona Euro
Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro registaram alívios em toda a linha na sessão desta quarta-feira, num dia em que os índices bolsistas do Velho Continente se dividiram entre ganhos e perdas.
Os juros das "Bunds" alemãs a dez anos, que servem de referência para a Zona Euro, aliviaram 3,3 pontos base para 2,812%, enquanto a "yield" das obrigações francesas com a mesma maturidade caiu 3,1 pontos para 3,488%. Já em Itália, os juros recuaram 2,9 pontos para os 3,448%.
Pela Península Ibéria, registou-se a mesma tendência, com a "yield" das obrigações portuguesas a dez anos a recuar 1,9 pontos base para 3,073% e as espanholas a caírem 2,6 pontos para 3,213%.
Fora da Zona Euro, os juros das "Gilts" britânicas, também a dez anos, aliviaram 5,8 pontos base, para 4,338%.
Iene recupera de mínimos de 18 meses face ao dólar com possível intervenção cambial
O iene está a ganhar terreno e a recuperar de mínimos de cerca de 18 meses em relação ao dólar, atingidos esta manhã, depois de autoridades do país terem alertado para uma possível intervenção no mercado cambial para suportar a divisa nipónica, ainda que o anúncio da convocação de eleições legislativas antecipadas por parte da primeira-ministra Sanae Takaichi siga a exercer alguma pressão sobre a moeda.
A esta hora, o dólar segue a perder 0,53%, para os 158,300 ienes.
No que toca à “nota verde”, a moeda norte-americana está a perder terreno face ao euro, ainda que de forma pouco expressiva, à medida que os “traders” continuam a avaliar o possível rumo da política monetária norte-americana, depois de terem sido conhecidos importantes dados económicos do lado de lá do Atlântico. Nesta linha, espera-se que o banco central dos EUA mantenha as taxas por vários meses, fator que, juntamente com os crescentes riscos geopolíticos, é favorável à valorização do dólar. Ainda assim, o índice do dólar DXY - que mede a força da divisa face às principais concorrentes – segue a ceder a esta hora 0,12%, para os 99,018 pontos.
Por cá, a moeda única ganha 0,09%, para os 1,165 dólares, enquanto a libra soma 0,19%, para os 1,345 dólares.
"Todos os caminhos levam ao ouro e à prata". Metais pairam perto de recordes
Os metais preciosos estão a brilhar. O ouro está a subir 0,78% para 4.622,17 dólares por onça, depois de esta manhã ter tocado num novo recorde, nos 4.641,88 dólares, impulsionado pela grande procura dos investidores por ativos-refúgio em tempos de incertezas geopolíticas e económicas. Além disso, apesar de a Reserva Federal poder não descer as taxas de juro na reunião deste mês, o mercado antecipa pelo menos um corte ao longo do ano, o que também dá força ao metal amarelo, que não rende juros.
"Todos os caminhos levam ao ouro e à prata", disse Alex Ebkarian, diretor de operações da Allegiance Gold. O metal branco está a disparar 5,37% para 91,6176 dólares por onça, tendo antes chegado aos 92,23 dólares.
A subida dos preços surge ainda devido à compra frenética de metais por parte da China, explica a Bloomberg. A tensão geopolítica, dos EUA com a Venezuela e o Irão, bem como à Reserva Federal, afastam o mercado do risco.
No início desta semana, o Citi reviu em alta as suas previsões a três meses para o ouro e a prata para 5.000 dólares por onça e 100 dólares, respetivamente. Mas, apesar da volatilidade geopolítica em curso, “seria saudável” para os metais preciosos sofrerem alguma consolidação antes da próxima subida, disse Joni Teves, estratega de metais preciosos do UBS. Ainda assim, disse: “é difícil ir contra o ímpeto neste momento”.
Petróleo atinge máximos de outubro e Brent ultrapassa os 66 dólares
O barril de petróleo está a negociar em território positivo e chegou a atingir máximos de outubro esta quarta-feira, com os investidores à espera da resposta dos EUA à agitação social que se vive neste momento no Irão - e que já terá levado à morte de milhares de manifestantes às mãos das autoridades iranianas. A agência de notícias Reuters está a reportar que os funcionários da base aérea norte-americana no Qatar foram aconselhados a abandonar as instalações.
A esta hora, o West Texas Intermediate (WTI) - de referência para o mercado dos EUA - avança 0,57% para 61,38 dólares por barril, enquanto o Brent - "benchmark" para a Europa - acelera 0,61% para 65,89 dólares, tendo chegado a ultrapassar os 66 dólares - algo que não acontecia desde outubro do ano passado. Só nas últimas quatro sessões, os preços do crude valorizaram mais de 9%.
Na terça-feira, o Presidente norte-americano incentivou os iranianos a continuarem os protestos contra o regime do Ayatollah Ali Khamenei, afirmando ainda que os EUA vão "agir em conformidade" assim que as autoridades conseguirem ter um número fiável de quantas pessoas já foram mortas nas manifestações antigovernamentais.
"Os protestos no Irão podem agravar o equilíbrio global do petróleo através de perdas de abastecimento a curto prazo, mas principalmente através de um aumento do prémio de risco geopolítico", explicam os analistas do Citigroup, numa nota a que a Bloomberg teve acesso. "Os riscos atuais estão mais inclinados para atritos políticos e logísticos do que para interrupções diretas, mantendo o impacto sobre o abastecimento e os fluxos de exportação de petróleo bruto iraniano sob controlo", acrescentam.
O Irão está no top 10 dos maiores produtores de crude, com estimativas a apontarem para uma produção diária entre os três e os quatro milhões de barris por dia - o que deixa o mercado petrolífero na mira dos EUA. Esta terça-feira, o secretário da Energia, Chris Wright, disse à Fox News que Washington seria "com prazer" um parceiro comercial para o petróleo bruto iraniano, caso o regime caísse.
Na frente da oferta, os "stocks" de crude norte-americanos cresceram em 3,39 milhões de barris na semana passada, depois de terem caído quase na mesma magnitude no período comparável anterior. Os analistas esperavam que a tendência continuasse e as reservas de petróleo caíssem em 2,2 milhões de barris - o que acabou por não acontecer.
Wall Street negoceia no vermelho. Banca e dados económicos pressionam índices
Os principais índices norte-americanos negoceiam no vermelho nesta quarta-feira, com os investidores a reduzirem a exposição a ativos de risco, depois de terem sido divulgados importantes dados económicos do lado de lá do Atlântico, enquanto a atenção vira-se para os resultados de grandes bancos dos Estados Unidos (EUA).
O “benchmark” S&P 500 cede 0,46% para os 6.931,76 pontos. Já o Nasdaq Composite recua 0,69% para os 23.546,25 pontos. O Dow Jones, por sua vez, desvaloriza 0,06% para os 49.162,13 pontos.
A abertura da sessão aponta para a primeira queda consecutiva do S&P 500 neste ano, à medida que o índice de referência se afasta de máximos históricos atingidos nas últimas sessões. Os dados divulgado mostram que o índice de preços no produtor da maior economia mundial subiu 0,2% em novembro de 2025 em relação ao mês anterior, acelerando em relação ao aumento de 0,1% registado em outubro, valor que ficou em linha com as expectativas do mercado, de acordo com dados atrasados do Gabinete para as Estatísticas do Trabalho. Os preços dos bens subiram 0,9%, o maior aumento mensal desde fevereiro de 2024, ao passo que se registou um aumento de 4,6% nos preços da energia.
Nesta linha, os analistas continuam a projetar que a Reserva Federal (Fed) só deverá avançar com um corte nas taxas diretoras em meados de 2026. "Estes dados provavelmente nada mudam para a Reserva Federal, que acabou por reduzir as taxas em dezembro, mesmo sem conhecer estes dados”, disse à Bloomberg Clark Bellin, da Bellwether Wealth. “Esperamos que a Reserva Federal [mantenha os juros diretores inalterados] durante os próximos seis meses e que reduza as taxas uma ou duas vezes no segundo semestre de 2026”, acrescentou o especialista.
Entre os movimentos do mercado, os “traders” estiveram atentos à divulgação de contas de grandes bancos como o Bank of America (-3,03%) e o Wells Fargo (-4,43%) e o Citigroup (+0,20%). Apesar de ter registado resultados que ficaram acima da expectativa dos analistas, o BofA segue a perder terreno, enquanto o Wells Fargo recua após as contas terem falhado a estimativa dos analistas. Já o Citigroup segue a avançar em bolsa, depois de ter superado as estimativas para o lucro do quarto trimestre, impulsionado por uma recuperação nas negociações e uma maior procura por serviços para clientes corporativos.
Quanto às "big tech”, a Nvidia recua 1,79%, a Meta perde 0,61%, a Apple avança 0,14%, a Alphabet cede 0,62%, a Amazon desvaloriza 1,04% e a Microsoft desliza 0,62%.
Taxa Euribor mantém-se a três meses e sobe a seis e a 12 meses
A taxa Euribor manteve-se esta quarta-feira a três meses e subiu a seis e a 12 meses em relação a terça-feira.
Com estas alterações, a taxa a três meses, que se manteve em 2,016%, continuou abaixo das taxas a seis (2,146%) e a 12 meses (2,251%).
A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, avançou, ao ser fixada em 2,146%, mais 0,006 pontos do que na terça-feira.
Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a novembro indicam que a Euribor a seis meses representava 38,6% do 'stock' de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.
Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,84% e 25,17%, respetivamente.
No prazo de 12 meses, a taxa Euribor também subiu, para 2,251%, mais 0,001 pontos do que na sessão anterior.
Em sentido diferente, a Euribor a três meses manteve-se, ao ser fixada de novo em 2,016%.
Em relação à média mensal da Euribor de dezembro, esta voltou a subir a três, a seis e a 12 meses, mas de forma mais acentuada no prazo mais longo.
A média mensal da Euribor em dezembro subiu 0,006 pontos para 2,048% a três meses e 0,008 pontos para 2,139% a seis meses. A 12 meses, a média mensal da Euribor avançou 0,050 pontos para 2,267%.
Na reunião de 18 de dezembro, o Banco Central Europeu (BCE) manteve as taxas diretoras, de novo, pela quarta reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções das mesmas desde que a entidade iniciou este ciclo de cortes em junho de 2024.
A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 4 e 5 de fevereiro, em Frankfurt, Alemanha.
As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.
França terá crescido pelo menos 0,9% em 2025
A economia francesa cresceu, "pelo menos, 0,9%" em 2025, estimou esta quarta-feira o governador do Banco da França (BdF), François Villeroy de Galhau, que destacou que isto representa uma ligeira revisão em alta em relação às últimas previsões.
"A economia francesa está a resistir bem" considerando as circunstâncias atuais, observou Villeroy de Galhau em entrevista ao canal BFMTV, na qual identificou alguns dos principais problemas que impedem um crescimento maior: "Temos muita dívida, muito défice".
Segundo o BdF, o Produto Interno Bruto (PIB) subiu 0,2% no quarto trimestre, o que resulta em "pelo menos 0,9%" para o conjunto de 2025, o que, se confirmado, será inferior ao crescimento de 1,1% de 2024.
O governador atribuiu a resistência do tecido produtivo principalmente ao investimento das empresas e ao facto de que nunca houve tanta população a trabalhar em França e com um bom nível de produtividade.
Mas reiterou a preocupação com a situação das contas públicas, num momento em que as discussões parlamentares retornaram para tentar aprovar o orçamento de 2026, algo que não foi conseguido em dezembro e que obrigou à adoção de uma lei especial que implica uma espécie de prorrogação.
Villeroy de Galhau insistiu que, após um défice esperado de 5,4% do PIB em 2025, o objetivo é reduzi-lo para 3% em 2029 para cumprir os compromissos europeus e estabilizar a dívida; e isso requer que em 2026 o mesmo se situe "no máximo em 5%" do PIB.
Europa sem rumo atenta a resultados empresariais do bloco
As bolsas europeias estão a negociar sem tendência definida, com as praças do bloco divididas entre ganhos e perdas, apesar de o índice de referência europeu estar a negociar em máximos históricos, prolongando a subida registada desde o início do mês.
O impulso surge sobretudo do setor mineiro, já que esta manhã os metais preciosos estão a bater recordes, numa altura de grande procura por ativos-refúgio entre os investidores, o que tem beneficiado as empresas do setor.
Os investidores estão também atentos a resultados trimestrais das cotadas do bloco, mas espera-se que a atenção se vire depois para uma possível decisão do Supremo Tribunal dos EUA sobre a legalidade das tarifas impostas por Donald Trump.
Nesta manhã, o Stoxx 600 avança 0,28% para novos máximos, nos 612,17 pontos, impulsionado pelas empresas de mineração, "utilities" e da saúde.
Quanto aos resultados por praça, o espanhol IBEX 35 avança 0,65%, o francês CAC-40 ganha 0,48%, o britânico FTSE 100 sobe 0,26%, o italiano FTSEMIB valoriza 0,54% e o alemão Dax cede 0,8%. O neerlandês AEX cai 0,09%.
Entre os principais movimentos empresariais, a alemã RWE e a escocesa SSE, ambas do setor energético, avançam mais de 1,5%, após terem ganhado contratos do preço de eletricidade garantido no último leilão de energia eólica offshore no Reino Unido.
Já a farmacêutica finlandesa Orion dispara quase 12% para máximos desde outubro, após uma previsão de receitas melhor do que o esperado para 2026. Também a AstraZeneca sobe 2,5% depois de a empresa ter anunciado que tinha chegado a acordo para comprar a Modella AI, sediada em Boston.
O mercado estará atento a mais contas da banca norte-americana: hoje é a vez do Citi, Bank of America e Wells Fargo apresentarem contas. Ontem os números do JPMorgan não impressionaram os investidores, devido a uma quebra nas taxas de investimento. Ainda assim, o setor na Europa ganha 0,5% esta manhã.
Iene toca mínimos de ano e meio face ao dólar
O iene japonês chegou a tocar em mínimos de 18 meses em relação ao dólar esta quarta-feira, devido à especulação de eleições antecipadas no país, que podem abrir caminho para mais estímulos fiscais, levando a que os investidores pesem a possibilidade de as autoridades de Tóquio intervirem no mercado cambial para sustentar a divisa nipónica.
O iene caiu até 0,2%, atingindo 159,45 ienes por dólar, o valor mais baixo desde julho de 2024. A pressão sobre a moeda japonesa foi agravada por um leilão de títulos do governo japonês com maturidade a cinco anos, que atraiu uma procura mais fraca. Entretanto o iene recuperou, estando agora o dólar a ceder 0,24% para 158,76 ienes.
Há vários meses que a moeda japonesa tem desvalorizado em relação a outras moedas e os analistas alertam para a rapidez da movimentação do iene. Só nos últimos dois meses, o iene desvalorizou 3% em relação à "nota verde", mas chegou a tombar 6% em 2024.
Já o dólar segue estável, próximo de máximos de um mês, após os dados da inflação ao consumidor nos EUA, que ficaram em grande parte em linha com as estimativas. O relatório reforçou as expectativas de que a Reserva Federal vai deixar os juros inalterados na reunião deste mês, apesar da pressão constante da Casa Branca para cortes. O euro está inalterado nos 1,1649 dólares e o índice da "nota verde" da DXY cede apenas 0,05% para 99,08 pontos.
Juros das dívidas europeias aliviam
Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro estão a aliviar nesta quarta-feira.
As obrigações alemãs a dez anos, tidas como referência para o contexto europeu, negoceiam inalteradas com uma taxa de 2,846%. Já em França, o alívio dos juros é de 0,2 pontos-base para 3,517%. Em Itália o alívio é um pouco superior, de 0,4 pontos-base, para 3,473% de rendibilidade.
A "yield" das Obrigações do Tesouro portuguesas a 10 anos desce 0,2 pontos para 3,090%. Espanha acompanha a tendência de descida, com os juros da dívida a 10 anos a caírem 0,1 pontos-base para 3,238%.
No Reino Unido, a rendibilidade das obrigações situa-se nos 4,391%, uma descida de 0,5 pontos-base. Nos EUA, as obrigações seguem igualmente a aliviar, neste caso em 1,8 pontos-base, para uma taxa de rendibilidade de 4,162%.
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