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Abertura dos mercados: Bolsas e petróleo em alta. Euro em queda

As bolsas europeias estão a negociar em alta, depois de terem atingido mínimos de três semanas. O petróleo sobe mais de 2% nos mercados internacionais e o euro recua face ao dólar.

Bloomberg
Rita Faria afaria@negocios.pt 05 de Maio de 2016 às 08:34
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Os mercados em números

PSI-20 sobe 0,34% para 5.028,76 pontos

Stoxx 600 ganha 0,23% para 332,55 pontos

Juros da dívida portuguesa a dez anos sobem 3 pontos base para 3,185%

Euro recua 0,10% para 1,1476 dólares

Petróleo em Londres sobe 2,42% para 45,70 dólares o barril

Bolsas europeias em alta ligeira

As bolsas europeias estão a negociar em alta ligeira esta quinta-feira, 5 de Maio, depois de terem atingido mínimos de três semanas na sessão de ontem. O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, ganha 0,23% para 332,55 pontos.

Na bolsa nacional, o PSI-20 avança 0,34% para 5.028,76 pontos, impulsionado sobretudo pela EDP e pela Jerónimo Martins.

A eléctrica soma 1,01% para 3,202 euros depois de ter revelado, ontem, que obteve lucros de 263 milhões de euros no primeiro trimestre, uma subida de 11% face ao período homólogo. A Jerónimo Martins valoriza 0,35% para 14,25 euros.  

Devido à comemoração de três feriados consecutivos, as bolsas do Japão estão encerradas desde terça-feira e só reabrem na sexta.

Juros da dívida portuguesa acompanham agravamento na Europa
Os juros da dívida portuguesa estão em alta, acompanhando a tendência da generalidade dos países europeus. A 'yield' associada às obrigações a dez anos aumenta 3 pontos base para 3,185%. Em Espanha, no mesmo prazo, a subida é de 1,4 pontos para 1,618% e, na Alemanha, de 0,7 pontos para 0,211%.  

Euro em queda face ao dólar

A moeda única europeia está a negociar em queda ligeira face ao dólar depois de, na terça-feira, ter chegado a superar os 1,16 dólares, o valor mais elevado desde Agosto de 2015.

O dólar tem desvalorizado face às principais congéneres, pressionado pelo reforço da cautela da Reserva Federal dos EUA na subida gradual dos juros.

Nesta altura, o euro desce 0,10% para 1,1476 dólares.  

Petróleo sobe mais de 2%

O petróleo está a negociar em alta nos mercados internacionais, depois de ter sido revelado, na quarta-feira, que a produção dos Estados Unidos registou a maior queda em oito meses.

O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, sobe 2,97% para 45,08 dólares enquanto o Brent, transaccionado em Londres, valoriza 2,42% para 45,70 dólares.

Segundo os dados da Administração de Informação de Energia, a produção norte-americana diminuiu em 113 mil barris por dia para 8,83 milhões na semana passada. Foi a maior descida semanal desde Agosto de 2015.

Por outro lado, as reservas de crude do país aumentaram em 2,8 milhões de barris para 543,4 milhões, o valor mais alto desde 1929, segundo a Bloomberg.

Cobre cai pela terceira sessão 

O cobre desvalorizou pela terceira sessão consecutiva, devido à expectativa de que as importações chinesas deste metal tenham caído em Abril. Segundo analistas contactados pela Bloomberg, as importações terão diminuído de 458 mil, em Março, para 300 mil toneladas no mês passado.

O cobre recuou 0,6% para 4.838 dólares por tonelada métrica, enquanto o níquel desceu 1%.  


Destaques do dia
 

CaixaBank reforçou no BPI e detém agora 44,54% do capital do banco. Os catalães do CaixaBank compraram 6,48 milhões de acções do BPI entre 27 de Abril e 4 de Maio, passando a posição que detêm no banco liderado por Fernando Ulrich de 44,1% para 44,54%. 

Chuva e vento no Brasil e Península Ibérica dão energia à EDP. Os lucros da energética liderada por António Mexia dispararam dois dígitos com o resultado a ser impulsionado pelo aumento da produção hídrica e eólica em vários dos mercados onde está presente.

OPEP não prevê discutir limites de produção de petróleo em Junho. Os maiores exportadores de petróleo não deverão voltar a discutir limites à produção na próxima reunião do cartel internacional de produtores.

Como a Fed está a pôr as moedas de cabelos em pé. A Reserva Federal dos EUA reforçou a cautela na subida gradual dos juros, afundando o dólar. Um movimento que está a comprometer os objectivos dos outros bancos centrais e a agitar o mercado cambial.


BCE põe fim à nota de 500 euros.
A produção da nota de 500 euros chegará ao fim 17 anos depois da entrada em circulação. A decisão anunciada esta quarta-feira pelo BCE pretende pôr fim aos receios de que esta nota em particular seja propícia a actos ilícitos.

O que vai acontecer hoje

BCE. Boletim económico mensal.

Alibaba. Resultados do primeiro trimestre.

Repsol. Resultados do primeiro trimestre.

Galp Energia. Assembleia geral anual. 

Resultados (Portugal). Sonae Capital, Altri e Cofina apresentam os resultados do primeiro trimestre. 

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