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Ao minuto07.06.2021

Europa renova recordes mas inflação contém entusiasmo

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Bloomberg
Rita Faria afaria@negocios.pt 07 de Junho de 2021 às 17:40
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07.06.2021

Petróleo recua de máximos com mira no Irão

O "ouro negro" segue em terreno negativo, depois de já ter estado hoje a negociar em alta.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em julho segue a ceder 0,245% para 69,45 dólares por barril. Isto depois de já ter hoje negociado acima dos 70 dólares, em máximos de outubro de 2018.

 

Já o contrato de julho do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, recua 0,25% para 71,71 dólares.

 

O Brent transacionou na passada sexta-feira nos 72,17 dólares, o que não acontecia desde maio de 2019.

 

A pressionar agora as cotações estão as conversações previstas para esta semana entre o Irão e as potências mundiais em torno do seu programa nuclear – que, se chegarem a bom porto, implicarão a entrada de mais petróleo no mercado por força do levantamento das sanções contra Teerão.

07.06.2021

Europa renova recordes mas com inflação a conter entusiasmo

As bolsas europeias encerraram em alta, com o índice de referência das 600 maiores cotadas da região a fixar novos máximos históricos, num contexto de otimismo em torno da recuperação económica numa altura em que as economias reabrem com o levantamento das restrições pandémicas.

 

Ainda assim, os receios em torno da inflação e de possíveis atrasos nos planos de reabertura de alguns países mantiveram os ganhos contidos.

 

O Stoxx 600 encerrou a somar 0,22%, para 453,56 pontos, o que constituiu um recorde de fecho. Durante a sessão chegou a negociar nos 454,31 pontos, um máximo de sempre.

 

De manhã, o índice que agrega as 600 maiores cotadas da região ainda chegou a cair 0,4%, devido aos receios de pressões inflacionistas, mas acabou por recuperar o otimismo com a ajuda sobretudo dos títulos das fabricantes automóveis.

 

O setor automóvel liderou as subidas no Velho Continente, a ganhar 0,9%, sustentado sobretudo pelas fabricantes alemãs, com o sub-índice a fechar em recordes.

 

A contribuir para o movimento de alta estiveram também os serviços e produtos de consumo (+0,8%) e o imobiliário (+0,8%).

 

Já o setor mineiro cedeu 1,6%, pressionado pela Anglo American depois a Thungela Resourses, empresa resultante do seu spin-off, ter afundado no seu primeiro dia de negociação em Londres e Joanesburgo.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax esteve em contraciclo, a ceder 0,1%, ao passo que o britânico FTSE 100 avançou 0,1%, o francês CAC-40 somou 0,4%, o espanhol IBEX 35 valorizou 0,8% e o italiano FTSEMIB pulou 1%.

 

"Na cabeça dos investidores ainda ecoam os dados do relatório de emprego dos EUA, que revelou números abaixo dos esperados. Contudo, o relatório não clarificou o possível ‘tapering’ [retirada de estímulos] que alguns investidores perspetivam", referiu Pierre Veyret, analista técnico da ActivTrades, na sua análise diária.

 

"O sentimento do mercado está, também, a ser prejudicado pelo recente discurso de Janet Yellen, que afirmou que ‘taxas ligeiramente mais altas seriam favoráveis’ para a Fed e para a sociedade, o que fortalece a possibilidade de redução do programa de compra de ativos corporativos", acrescentou, para justificar o pessimismo da manhã.

 

Enquanto isso, sublinhou, "os traders já estão de olho na publicação do índice de preços no consumidor dos EUA, que acontecerá no final desta semana. Estes dados dar-lhes-ão uma ideia mais claras de quando poderão começar estas conversas de política mais dura [hawkish] na Fed".

07.06.2021

Ouro recupera de queda matinal

A onça de ouro começou o dia a perder valor com base nos mais recentes comentários oficiais sobre a inflação, mas recuperou ao longo da tarde.

A onça de ouro subia assim 0,70% cotando nos 1.893,15 dólares.

Durante a manhã, o preço do metal precioso caía, motivado pelos comentários da secretária do Tesouro americano que deixaram transparecer a continuação do programa de estímulos americano, o que levou os investidores a procurar títulos de dívida por oposição ao metal precioso.

07.06.2021

Yields sobem ao sabor da volatilidade

Os juros da dívida soberana estão a crescer face aos dados económicos divulgados nos Estados Unidos e às recomendações Morgan Stanley e da Goldman Sachs.

Durante a tarde desta segunda-feira, a taxa de juro italiana na dívida a 10 anos ganhava 4,2 pontos base, para os 0,913%. Já os juros da dívida alemã (a referência a nível europeu) ganhavam 1,3 p.b., para os -0,202%.

Por cá, a yield ganhava 2 p.b e chegava aos 0,465, num comportamento semelhante ao da taxa espanhola, que crescia os mesmos 2 p.b para uma taxa de juro de 0,470%.

A Bloomberg dá conta de recomendações da Morgan Stanley e Goldman Sachs que aconselham os investidores a vender dívida de curto prazo enquanto se espera alguma volatilidade das mesmas. Essa mesma volatilidade terá sido causada na sexta-feira pelo relatório americano sobre o emprego no país, cujos resultados mostraram uma recuperação aquém da esperada.

07.06.2021

Euro e libra ganham terreno

As duas principais moedas do velho continente, o euro e a libra, estão a ganhar terreno perante o rival norte-americano, o dólar. O euro, a moeda única europeia, segue a avançar 0,24%, para 1,2196 dólares.

Já a libra esterlina aprecia 0,13% face ao dólar, para 1,4176 dólares. Esta divisa está a recuperar das sessões da semana passada, ainda que as dúvidas sobre o levantamento total das restrições no Reino Unido tenham começado a surgir. No domingo, o ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, disse que o dia 21 de junho, data em que o território pretende levantar por completo as restrições, talvez seja "demasiado cedo".

Do outro lado do Atlântico, o dólar começou a semana em queda. O índice que mede o desempenho da nota verde perante um cabaz composto por outras divisas está a cair 0,21%. Os investidores estarão atentos esta semana à reunião do Banco Central Europeu, na quinta-feira, que poderá trazer algumas pistas sobre o rumo da política monetária.

07.06.2021

Wall Street abre sem rumo com Yellen e imposto global a pesarem

As bolsas norte-americanas arrancaram a semana sem rumo definido, com os investidores a ponderar os riscos de uma subida das taxas de juro após a secretária do Tesouro, Janet Yellen, ter defendido que "uma ligeira subida nas taxas diretoras da Fed" podia ser positivo.

Por outro lado, os mercados estão também a digerir o acordo alcançado no G7 sobre um imposto único global sobre as empresas com uma taxa mínima de 15% e qual o impacto nas grandes multinacionais americanas.

Ainda assim, o Dow Jones avançava 0,14% nos minutos iniciais, enquanto o S&P 500 deslizava uns meros 0,01% e o Nasdaq Composite cedia 0,15%.

07.06.2021

Bolsas europeias recuam de máximos com receios da inflação

As bolsas europeias estão maioritariamente em queda esta segunda-feira, devido às preocupações dos investidores com a subida da inflação e os seus efeitos, e com o possível adiamento da reabertura das economias, que poderá pôr um travão no recente ‘rally’.

O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, desliza 0,06% para 452,28 pontos, penalizado sobretudo pelo setor da mineração, tecnológicas e cotadas do setor do petróleo e gás.

A pesar no sentimento dos investidores estão os comentários da secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, que admitiu, em entrevista à Bloomberg, que um ambiente de juros ligeiramente mais altos seria favorável para a economia e para a sociedade.

As ações europeias já valorizaram 13% em 2021, tendo subido 5,2% desde o início de abril.

Por cá, o PSI-20 cai 0,23% para 5.125,81 pontos, penalizado sobretudo pelas cotadas do grupo EDP. A casa-mãe desliza 0,56% para 4,454 euros enquanto a EDP Renováveis perde 1,24% para 18,37 euros.

07.06.2021

Juros sobem na Europa

Os juros da dívida soberana estão em alta na generalidade dos países do euro neste arranque de semana. Por cá, a yield associada às obrigações portuguesas a dez anos avança 1 ponto base para 0,455%, enquanto em Espanha, no mesmo prazo, o aumento é de 1 ponto base para 0,459%.

Na Alemanha, a referência para a região, os juros a dez anos sobem 0,9 pontos base para -0,205% e em Itália avançam 0,6 pontos para 0,877%.

07.06.2021

Ouro em queda contraria evolução do dólar

O ouro arrancou a semana em queda, contrariando a evolução do dólar dos Estados Unidos, penalizado pela perspetiva de que os juros poderão subir na maior economia do mundo mais cedo do que o previsto.

 

A porta foi aberta pela secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, que sinalizou ontem, numa entrevista à Bloomberg, que um ambiente de juros ligeiramente mais altos seria favorável para a economia e sociedade.

 

O ouro desce 0,4% para 1.884,13 dólares, depois de ter subido 1,1% na sexta-feira, penalizado pela criação de empregos nos Estados Unidos, em maio, que foi inferior ao esperado.

 

Os postos de trabalho aumentaram em 559 mil, enquanto a taxa de desemprego desceu para 5,8%.

07.06.2021

Dólar sobe com perspetiva de retirada gradual dos estímulos

O dólar está a valorizar face às principais congéneres mundiais, devido à perspetiva de que a Fed poderá começar a avaliar a retirada gradual dos estímulos à economia, e uma eventual subida dos juros na maior economia do mundo.

Isto depois de a secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, ter admitido que um ambiente de juros ligeiramente mais altos seria favorável para a economia e para a sociedade.

O índice que mede o desempenho do dólar face às principais moedas sobe 0,17%, enquanto a moeda única europeia desce 0,08% para 1,2156 dólares.

07.06.2021

Petróleo em queda após atingir os 70 dólares em Nova Iorque pela primeira vez desde outubro de 2018

O petróleo está a negociar com sinal vermelho nos mercados internacionais, depois de ter superado a marca dos 70 dólares por barril, em Nova Iorque, pela primeira vez desde outubro de 2018.

Nesta altura, o West Texas Intermediate (WTI) desliza 0,75% para 69,10 dólares, enquanto o Brent, transacionado em Londres, desvaloriza 0,90% para 71,25 dólares.

Apesar desta descida, os preços do petróleo já subiram mais de 40% este ano, impulsionados pela recuperração económica da pandemia nos Estados Unidos, China e Europa.

07.06.2021

Futuros das ações europeias apontam para arranque de semana sem rumo definido

Os futuros das ações europeias estão inalterados esta segunda-feira, apontando para um arranque de sessão indefinido no Velho Continente. Já os futuros do S&P 500 descem 0,2%, com os investidores a pesarem os comentários de Janet Yellen sobre a subida dos juros nos Estados Unidos.

Numa entrevista à Bloomberg, a secretária do Tesouro e ex-líder da Fed disse que o presidente dos Estados Unidos deve avançar com o seu plano de estímulos mesmo que este conduza a uma subida da inflação que se prologue no próximo ano, sublinhando que um ambiente de juros ligeiramente mais altos seria favorável para o país.

"Se acabarmos por ter um ambiente de taxas de juro ligeiramente mais altas seria na verdade favorável do ponto de vista da sociedade e do ponto de vista da Reserva Federal (Fed)", disse este domingo Janet Yellen.

Na sessão asiática, o japonês Topix ficou pouco alterado, o sul-coreano Kospi subiu 0,2%, o Hang Seng de Hong Kong desceu 0,8% e o chinês Shanghai Composite desvalorizou 0,2%, depois de ter sido revelado que as exportações do país continuaram a subir em maio, ainda que a um ritmo menos acelerado do que no mês anterior.

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