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Ao minutoAtualizado há 3 min09h27

Petróleo cede com Brent a oscilar em torno dos 98 dólares por barril

Acompanhe, ao minuto, a evolução dos mercados nesta sexta-feira.

Petróleo valoriza face a tensões geopolíticas e impacto nos mercados
Petróleo valoriza face a tensões geopolíticas e impacto nos mercados vichie81 / iStockphoto
Negócios 09:27
há 3 min.09h27

Otimismo em torno de negociações de paz com o Irão faz dólar "tropeçar" pela segunda semana consecutiva

Dólar valoriza após nomeação de Warsh, mas semana aponta para perdas

O dólar está a oscilar entre ganhos e perdas e perto de fixar uma segunda semana seguida de desvalorizações, com o cessar-fogo anunciado entre Israel e o Líbano, assim como perspetivas de negociações entre os Estados Unidos (EUA) e o Irão, a levar os “traders” a liquidar posições em ativos-refúgio, como é o caso da “nota verde”.

O índice do dólar - que mede a força da “nota verde” face às principais concorrentes – segue praticamente inalterado e soma 0,03%, para os 98,242 pontos, tendo cedido a maior parte dos ganhos provocados pela guerra, à medida que o otimismo em relação ao cessar-fogo continua a reduzir a procura por ativos seguros. Desde o estalar do conflito que o dólar tem sido o refúgio predileto dos investidores.

Noutros pontos, face ao iene, o dólar cede 0,03%, para os 158,960 ienes. O governador do Banco do Japão, Kazuo Ueda, evitou na quinta-feira dar sinais de que um aumento das taxas de juro estivesse previsto para este mês, aumentando a probabilidade de que o banco mantenha as taxas inalteradas, pelo menos até junho.

Por cá, o euro soma 0,01%, para 1,178 dólares e caminha para uma terceira semana de ganhos, já tendo recuperado em grande parte as perdas que vinha a registar desde o início da guerra no Médio Oriente. Já a libra cede 0,01%, para os 1,353 dólares. Ambas as divisas oscilam perto de máximos de sete semanas.

há 25 min.09h06

Ouro caminha para quarta semana consecutiva de ganhos

Barras de ouro suíço de 500g com pureza de 999,9

O ouro está a registar uma valorização contida nesta sexta-feira, à medida que se aproxima do quarto ganho semanal consecutivo, com esperanças de que um acordo entre os Estados Unidos (EUA) e o Irão possa ser alcançado, aliviando receios de um impacto económico duradouro.

A esta hora, o ouro ganha 0,06%, para os 4.792,860 dólares por onça. No que toca à prata, o metal precioso soma 0,74%, para os 78,843 dólares por onça.

Até agora, o metal amarelo já ganhou cerca de 1% esta semana. Um cessar-fogo de dez dias entre o Líbano e Israel entrou em vigor na quinta-feira e o Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a próxima reunião entre os Estados Unidos e o Irão poderá ocorrer durante o fim de semana.

Também uma queda do dólar apoia a valorização do ouro, à medida que a “nota verde” caminha para uma segunda queda semanal consecutiva. Já os preços do petróleo negoceiam em queda, aliviando os receios de uma inflação mais elevada, devido ao otimismo de que a guerra com o Irão possa estar a chegar ao fim.

As preocupações de que os preços mais elevados da energia possam alimentar a inflação e manter as taxas de juro globais mais altas por mais tempo fizeram com que os preços do ouro caíssem mais de 8% desde o início da guerra com o Irão, no final de fevereiro.

Embora o ouro seja considerado uma proteção contra a inflação, as taxas de juro mais altas reduzem a procura por ouro, que não rende juros. Nesta medida, os “traders” estimam agora uma probabilidade de 27% de um corte de 25 pontos base na taxa de juro da Reserva Federal em dezembro. Antes da guerra, havia expectativas de duas reduções para este ano.

Ainda a impactar a negociação do metal amarelo, os bancos indianos suspenderam as encomendas de ouro e prata a fornecedores estrangeiros, com toneladas destes metais retidos nas alfândegas, uma vez que ainda não foi emitida uma ordem governamental formal que autorize a importação de metais preciosos.

há 58 min.08h33

Petróleo cede com Brent a oscilar em torno dos 98 dólares por barril

petroleo combustiveis

Os preços do petróleo estão a registar ligeiras desvalorizações, depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter assumido um tom otimista quanto às perspetivas de um cessar-fogo permanente entre os Estados Unidos (EUA) e o Irão.

O Brent – de referência para a Europa – recua agora ligeiros 0,58%, para os 98,81 dólares por barril. Já o West texas Intermediate (WTI) – de referência para os EUA – cai 0,96% para os 93,78 dólares por barril.

Noutras matérias-primas, também o gás natural negociado na Europa regista perdas e cede 0,51%, para mais de 42 euros por megawatt-hora.

Alguns líderes árabes do golfo e europeus afirmaram que um acordo de paz entre os EUA e o Irão poderá demorar cerca de seis meses a ser alcançado e que as partes devem prolongar o cessar-fogo para cobrir esse período, segundo fontes oficiais citadas pela Bloomberg.

“O tema dominante agora não é a escalada, mas a estabilização”, disse à agência de notícias financeiras Priyanka Sachdeva, da Phillip Nova. “Os mercados petrolíferos estão a enviar uma mensagem clara: o medo impulsionou a recuperação, a diplomacia está a impulsionar a correção e a incerteza irá impulsionar a volatilidade daqui para a frente”, resumiu.

Na quinta-feira, o Presidente dos EUA afirmou que não esperava ter de prolongar o cessar-fogo de duas semanas – que termina na próxima terça-feira - para chegar a um acordo, prevendo uma resolução “em breve”, mas que, se fosse necessário, o faria.

O republicano revelou ainda que poderá viajar para o Paquistão — que acolheu uma primeira ronda de negociações — caso se chegasse a um acordo com o Irão.

Após um período de negociação excecionalmente volátil, os movimentos dos preços acalmaram, com o Brent a oscilar numa faixa de cerca de 10 dólares por barril esta semana, em comparação com o recorde de 38 dólares em meados de março. Um indicador da volatilidade do contrato de futuros situa-se agora perto do nível mais baixo desde o início do mês passado.

07h52

Ásia fecha em baixa e interrompe "rally". Fabricante chinesa de chips Yuanjie dispara 9% e destrona Moutai

A recuperação dos mercados bolsistas que levou vários índices a atingirem novos recordes estagnou na Ásia nesta sexta-feira, à medida que os investidores reduziram as suas posições antes do fim de semana, enquanto aguardam avanços na prorrogação do cessar-fogo entre os Estados Unidos (EUA) e o Irão. Os índices de Wall Street fecharam ontem em máximos históricos e os futuros do S&P 500 permanecem ainda inalterados. Já pela Europa, os futuros do Euro Stoxx 50 cedem 0,10%.

Pelo Japão, o Topix caiu 1,01%. Já o Nikkei seguiu a mesma tendência e perdeu 1,13%, depois de ontem ter atingido um novo máximo histórico, assim como um recorde de fecho. Já por Taiwan, o TWSE recuou 0,88%, pondo fim a dois dias consecutivos de novos recordes, enquanto pela Coreia do Sul o Kospi desvalorizou 0,45%. No que toca à China, o Hang Seng de Hong Kong cedeu 1,19% e o Shanghai Composite registou uma ligeira queda de 0,15%.

O Brent caiu mais de 1%, depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter manifestado otimismo quanto à garantia de um cessar-fogo permanente com o Irão. Os investidores aguardam progressos nas negociações que possam reabrir o estreito de Ormuz, facilitando o fluxo de petróleo bruto e aliviando a pressão sobre as economias, após a subida dos preços da energia na sequência do início do conflito, no final de fevereiro.

E embora o petróleo tenha reduzido o seu prémio de risco impulsionado pela guerra e as ações tenham subido para máximos históricos, decisores de política monetária continuam a alertar que os mercados podem estar a subestimar o impacto económico da guerra. “Os mercados entram na última sessão da semana situados em níveis técnicos e psicológicos fundamentais, com a convicção ainda a faltar, enquanto os investidores aguardam sinais mais claros do Médio Oriente”, escreveu à Bloomberg Nick Twidale, da AT Global Markets.

Nesta medida, Trump afirmou, sem apresentar provas, que o Irão tinha concordado com condições às quais há muito se opunha, incluindo a renúncia às ambições de possuir armas nucleares e a entrega de urânio aos EUA. O acordo incluiria também “petróleo gratuito” e a abertura do estreito de Ormuz, afirmou o republicano. As perspetivas de um acordo com o Irão “parecem muito boas”, acrescentou.

Ainda assim, Teerão não confirmou ter feito essas concessões. Trump anunciou, também, um cessar-fogo de 10 dias entre Israel e o Líbano.

Entre os movimentos de mercado pela região asiática, a fabricante chinesa de chips Yuanjie Semiconductor Technology (+9,34%) ultrapassou a Kweichow Moutai (-3,94%) e tornou-se na ação unitária mais cara da China continental, revelando uma mudança no interesse dos investidores em direção à tecnologia e marcando um afastamento dos líderes da “velha economia”. As ações da Yuanjie Semiconductor Technology atingiram um máximo histórico de 1.439 yuans nesta sexta-feira. Entretanto, a principal destilaria da China registou a maior queda em um ano, após anunciar a sua primeira queda anual nas vendas e nos lucros em duas décadas.

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