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Ao minuto14.02.2026

Europa divide-se entre ganhos e perdas. L’Oreal afunda 5%

Acompanhe, ao minuto, a evolução dos mercados nesta sexta-feira.

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Trading, bolsas, corretagem, corretora, negociação, ações, traders, operadores, wall street Ole Berg-Rusten/AP
13 de Fevereiro de 2026 às 17:12
13.02.2026

Europa divide-se entre ganhos e perdas. L’Oreal afunda 5%

bolsas mercados Europa DAX

As principais praças europeias encerraram a derradeira sessão da semana divididas entre ganhos e perdas, com o espanhol IBEX 35 e o italiano FTSEMIB a perderem mais de 1%. A desaceleração da inflação nos EUA acima do esperado e o consequente aumento das perspetivas de cortes nas taxas de juro não foram suficientes para compensar uma série de resultados trimestrais desapontantes. 

O Stoxx 600, "benchmark" para a negociação europeia, caiu 0,13% para 617,70 pontos, afastando-se dos máximos históricos atingidos na quarta-feira. Apesar deste pequeno recuo, com a banca a ser a grande penalizadora, o principal índice do Velho Continente conseguiu fechar a terceira semana consecutiva de ganhos. Desde o arranque do ano, o Stoxx 600 já valorizou mais de 4%, ficando bastante à frente dos pares norte-americanos. 

O setor tecnológico foi um dos grandes impulsionadores do índice esta sexta-feira, com as ações a serem impulsionadas pelos ganhos de 5,1% da Capgemini, depois de o seu CEO ter assegurado que a empresa francesa de tecnologias de informação estava "claramente a mudar de rumo" para facilitar a adoção de inteligência artificial (IA). Os modelos de negócios mais tradicionais têm estado sob grande pressão, com os investidores receosos que a IA possa vir a suplantar a necessidade das suas ferramentas. 

Já a L’Oreal afundou 4,93% para 372,35 euros, depois de as vendas da empresa francesa terem ficado aquém do esperado no quarto trimestre, ao crescerem 6% para 11,24 mil milhões de euros, com vários mercados, principalmente o chinês, a desacelerarem. Também os bancos caíram em força, com o britânico HSBC Holdings a ceder 2,2% e o UniCredit a deslizar 3,8%. 

"O ar está a ficar mais rarefeito para as ações europeias após o forte desempenho acumulado no ano", afirma Wolf von Rotberg, estratega de ações do Bank J Safra Sarasin, à Bloomberg. "O setor financeiro, em particular, precisaria de um catalisador positivo para ampliar os ganhos obtidos nos últimos meses. No entanto, o mercado acionista conta uma história diferente, pois começa a descontar um cenário de crescimento moderado", acrescenta. 

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX avançou 0,25%, o neerlandês AEX acelera 0,59% e o britânico FTSE 100 registou ganhos de 0,42%. Em contraciclo, o francês CAC-40 caiu 0,35%, o espanhol IBEX 35 perdeu 1,25% e o italiano FTSEMIB desvalorizou 1,71%. 

13.02.2026

Otimismo em torno da Fed contagia Europa e leva juros a aliviar na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro encerraram a última sessão da semana com alívios, contagiados por um maior otimismo em torno do número de cortes que a Reserva Federal (Fed) norte-americana pode vir a fazer este ano. A inflação na maior economia do mundo acabou por desacelerar mais do que antecipado em janeiro, caindo para 2,4%, quando os economistas esperavam que se fixasse nos 2,5%. 

Os juros das "Bunds" alemãs a dez anos, que servem de referência para a Zona Euro, aliviaram 2,3 pontos-base para 2,753%, enquanto a "yield" das obrigações francesas com a mesma maturidade caiu na mesma medida para 3,339%. Já em Itália, os juros recuaram 2 pontos para os 3,362%.

Pela Península Ibérica, registou-se a mesma tendência, com a "yield" das obrigações portuguesas a dez anos a recuar 1,9 pontos para 3,113% e a das obrigações espanholas a ceder 1,8 pontos-base para 3,132%.

Fora da Zona Euro, os juros das "Gilts" britânicas, também a dez anos, registaram recuos mais expressivos de 3,7 pontos-base, para 4,414%. Já os juros dos "Treasuries" dos EUA com a mesma maturidade tombam 4,4 pontos-base para 4,054%.

13.02.2026

Dólar resiste a queda da inflação mas prepara-se para fechar semana no vermelho

O dólar está a negociar com pequenos ganhos face aos seus principais concorrentes, apesar de os mais recentes dados da inflação dos EUA terem apontado para uma desaceleração acima do esperado dos preços em janeiro - o que abre portas a uma postura mais "dovish" por parte da Reserva Federal (Fed) norte-americana. 

, abaixo do consenso dos analistas ouvidos pela Bloomberg, que apontavam para um aumento de 2,5%. Também a inflação subjacente, que exclui os preços com maior volatilidade, conseguiu ficar abaixo das estimativas, levando os investidores a verem uma probabilidade de 50% de um terceiro corte nos juros este ano - o que tende a pressionar o dólar.   

A esta hora, o euro cai 0,09% para 1,1860 dólares, enquanto a libra negoceia na linha d'água, ao ceder 0,02% para 1,3619 dólares. Apesar destas movimentações, as duas divisas preparam-se para fechar a semana com um saldo positivo, com a moeda comum europeia a acelerar 0,4% e a moeda britânica a crescer 0,2% - depois de ter enfrentado alguma turbulência nas últimas sessões com a liderança de Keir Starmer a ser ameaçada. 

Já o iene, que só esta semana valorizou mais de 2,6%, corrige agora 0,22%, com cada dólar a valer 153,07 ienes. A moeda nipónica foi impulsionada pela vitória esmagadora de Sanae Takaichi com uma maioria de dois terços, o que lhe deixa caminho aberto para implementar uma série de medidas de estímulo económico, que os investidores preveem que tenha um impacto bastante positivo na divisa. 

13.02.2026

Ouro volta a aproximar-se dos 5 mil dólares. Prata acelera 3%

O ouro está a valorizar mais de 1% esta sexta-feira, impulsionado por um aumento das expectativas em torno de um possível terceiro corte nas taxas de juro por parte da Reserva Federal (Fed) norte-americana. Estes movimentos seguem-se a uma perda abrupta na sessão anterior, o que levou os "dip-buyers" (investidores que aproveitam desvalorizações recentes para reforçar posições) a voltarem a entrar em força no mercado. 

A esta hora, o metal amarelo acelera 1,28% para 4.985,38 dólares por onça, depois de ter perdido mais de 3% na quinta-feira e caído abaixo da barreira psicológica dos 5 mil dólares. A recuperação desta sexta-feira foi reforçada por uma desaceleração mais forte do que antecipado da inflação nos EUA, que caiu para os 2,4% em janeiro, com os investidores a apontarem agora para uma probabilidade de 50% de três cortes de 25 pontos base nos juros diretores. O ouro, como não rende juros, tende a valorizar com uma política monetária mais flexível.

"No geral, isto não vai mudar a política da Fed, mas vai facilitar o caminho para um corte nas taxas mais cedo ou mais tarde. A economia dos EUA parece estar em boa forma, com crescimento forte, inflação estável, mercado de trabalho mais firme e uma Fed com espaço de manobra", explica Neil Birrell, da Premier Miton Investors, à Bloomberg. 

O grande "rally" dos metais preciosos foi interrompido de forma abrupta no arranque de fevereiro. Depois de ter tocado nos 5.595 dólares por onça pela primeira vez na história, o preço do ouro acabou por afundar à medida que as compras especulativas do metal abrandaram - um movimento que foi registado, ainda com mais força, na prata. A esta hora, o metal branco acelera 3,26% para 77,37 dólares

O mercado prepara-se agora para enfrentar uma semana de menor liquidez, o que pode agravar ainda mais as oscilações nos preços, uma vez que a negociação na China vai estar encerrada devido às celebrações do Ano Novo Lunar. 

13.02.2026

Petróleo recupera mas não escapa a saldo semanal negativo

Petróleo estabiliza nos mercados após queda de três dias

O barril de petróleo está a negociar com pequenos ganhos esta sexta-feira, uma movimentação que não está a ser suficiente para inverter o saldo semanal negativo da matéria-prima. Apesar de ter arrancado o ano em força, com as tensões geopolíticas entre os EUA e uma série de países a darem força aos preços, o crude perdeu fôlego em fevereiro e deve fechar a segunda semana consecutiva de perdas. 

A esta hora, o West texas Intermediate (WTI) – de referência para os EUA – sobe 0,11%, para os 62,91 dólares por barril, enquanto o Brent – de referência para o continente europeu – soma 0,37% para os 67,77 dólares por barril. Os dois crudes de referência devem fechar a semana com perdas superiores a 1%, o que, mesmo assim, continua a deixar o Brent e o WTI com um saldo anual bastante positivo. 

De acordo com a Bloomberg, alguns membros da Organização de Países Exportadores de Petróleo e aliados (OPEP+) veem espaço para voltar a aumentar a produção em abril, acreditando que os receios em torno de um grande excedente de crude no mercado são exagerados. No entanto, o grupo não está comprometido com nenhuma decisão e ainda não foram iniciadas discussões sobre a próxima reunião, que acontece logo no primeiro dia de março. 

A dar algum alento aos preços está a . Com o índice de preços no consumidor a aproximar-se da meta do banco central, a Reserva Federal (Fed) ganha argumentos para ser mais agressiva na flexibilização monetária, com os investidores a indicarem uma possibilidade de 50% de a autoridade cortar as taxas de juro em 25 pontos base três vezes este ano. 

Os investidores aguardam agora por novos desenvolvimentos nas negociações entre EUA e Irão, bem como entre a Ucrânia e a Rússia. Donald Trump, Presidente dos EUA, afirmou que vê as conversações com Teerão para acabar com as suas pretensões nucleares a prolongarem-se até mais um mês - um sinal de que, pelo menos por agora, não está em cima da mesa avançar com uma intervenção militar no país. 

13.02.2026

Inflação desacelera mas não salva Wall Street do vermelho. Applied Materials dispara 12%

wall street bolsa mercados traders

Os principais índices norte-americanos arrancaram a última sessão da semana em território negativo, estendendo as perdas registadas na quinta-feira, quando foram pressionados por receios de que a inteligência artificial (IA) possa suplantar uma série de modelos de negócio mais tradicionais. Os movimentos desta sexta-feira acontecem apesar de a inflação nos EUA estar em trajetória de desaceleração, abrindo portas a mais cortes nas taxas de juro por parte da Reserva Federal (Fed). 

A esta hora, o S&P 500 perde 0,17% para 6.821,39 pontos, enquanto o industrial Dow Jones desliza 0,20% para 49.354,05 pontos e o tecnológico Nasdaq Composite cede 0,25% para 22.541,28 pontos. Os três índices encerraram a sessão passada com tombos superiores a 1%, com o último a perder mesmo mais de 2%, com os analistas a afirmarem que a euforia em torno da IA deu lugar a uma "fobia" destas ações. 

O , abaixo do consenso dos analistas ouvidos pela Bloomberg, que apontavam para uma aceleração de 2,5%. Também a inflação subjacente, que exclui os preços com maior volatilidade, conseguiu ficar abaixo das estimativas, levando os investidores a verem uma probabilidade de 50% de um terceiro corte nos juros este ano. 

"O relatório da inflação de hoje é um alívio para os investidores que têm sido abalados pelas perturbações da IA no mercado de ações. Também compensa o forte relatório da criação de emprego desta semana, dando à Fed um pouco mais de razões para se inclinar para uma postura 'dovish'. No entanto, [a inflação] ainda está bem acima da meta do banco central e pouco contribui para mudar o panorama no curto prazo", explica Neil Birrell, analista da Premier Miton Investors, à Bloomberg.

Entre as principais movimentações de mercado, a Applied Materials salta 11,82% para 367,19 dólares, depois de a fabricante de semicondutores ter projetado vendas para o seu segundo trimestre fiscal que ficaram bastante acima das perspetivas do mercado. A empresa espera alcançar receitas de 7,65 mil milhões de dólares, citando um aumento substancial da procura por inteligência artificial bem como a escassez de componentes de memória. 

Já a  está a pressionar as cotadas do setor. A Nucor cai 5,78%, enquanto a Cleveland-Cliffs cede 5,95% e a Steel Dynamics perde 5,94%

13.02.2026

Taxa Euribor sobe a três, a seis e a 12 meses

A taxa Euribor subiu esta sexta-feira a três, a seis e a 12 meses em relação a quinta-feira.

Com estas alterações, a taxa a três meses, que avançou para 1,999%, continuou abaixo das taxas a seis (2,147%) e a 12 meses (2,248%).

A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, avançou, ao ser fixada em 2,147%, mais 0,016 pontos do que na quinta-feira.

Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a dezembro indicam que a Euribor a seis meses representava 38,77% do 'stock' de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.

Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,85% e 25,09%, respetivamente.

No prazo de 12 meses, a taxa Euribor também subiu, para 2,248%, mais 0,002 pontos do que na sessão anterior.

No mesmo sentido, a Euribor a três meses avançou ao ser fixada em 1,999%, mais 0,015 pontos do que na quinta-feira, depois de ter descido em 06 de fevereiro pela primeira vez desde novembro para menos de 2%.

Em 05 de fevereiro, o BCE manteve as taxas diretoras, de novo, pela quinta reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções das mesmas desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.

A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 18 e 19 de março em Frankfurt, Alemanha.

Em relação à média mensal da Euribor em janeiro, esta baixou a três, a seis e a 12 meses, de forma mais acentuada no prazo mais longo.

A média mensal da Euribor em janeiro desceu 0,020 pontos para 2,028% a três meses e 0,002 pontos para 2,137% a seis meses.

Já a 12 meses a média da Euribor recuou 0,022 pontos para 2,245% em janeiro.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

13.02.2026

Europa negoceia sem rumo com L'Oréal a perder 5%. Stoxx 600 a caminho de terceira semana seguida de ganhos

Os principais índices europeus estão a negociar sem rumo definido na última sessão da semana, com a apresentação de resultados trimestrais por parte de cotadas da região a permanecer em foco, depois de preocupações ligadas à inteligência artificial terem pressionado os mercados durante o dia de ontem.

O índice Stoxx 600 – de referência para a Europa – ganha 0,04%, para os 618,74 pontos, e está a caminho de fixar a sua terceira semana consecutiva de valorizações, depois de o “benchmark” ter fixado na quinta-feira um novo máximo histórico de 625,90 pontos no arranque da sessão.

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX avança 0,02%, o espanhol IBEX 35 sobe 0,19%, o italiano FTSEMIB desvaloriza 0,30%, o francês CAC-40 recua 0,35%, o neerlandês AEX soma 0,33%, ao passo que o britânico FTSE 100 regista uma subida de 0,31%.

Embora o nervosismo dos investidores relacionado com a IA tenha agitado uma série de setores, incluindo as empresas de software e gestoras de ativos, a volatilidade sentida na sessão de ontem não parece ter prejudicado em grande medida a recuperação dos índices europeus.

“A incerteza permanecerá elevada no curto prazo, mas acreditamos que as ações irão recuperar a partir daqui, com lucros sólidos, apoio político e uma atividade de recompra mais forte no futuro”, disse à Bloomberg Ulrich Urbahn, da Berenberg.

Entre os setores, o tecnológico (+1,17%) lidera os ganhos, seguido pelas seguradoras (+0,79%). Já do lado das perdas, o dos bens domésticos (-1,10%), o setor dos químicos (-0,87%) e do imobiliário (-0,86%) são os que registam as desvalorizações mais expressivas.

Quanto aos movimentos do mercado, a L'Oréal perde perto de 5%, depois de as vendas da empresa nos últimos meses do ano passado terem ficado aquém das estimativas do mercado. A Capgemini, por seu turno, pula 3%, influenciada por comentários do diretor executivo da empresa francesa, Aiman Ezzat, que disse que estavam a “mudar claramente de rumo” para facilitar a adoção da IA, o que esperam vir a impulsionar as vendas neste ano, cita a Bloomberg.

13.02.2026

Juros aliviam em toda a linha na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro estão a registar alívios pouco expressivos em toda a linha na sessão desta sexta-feira, numa altura em que as bolsas europeias negoceiam sem rumo definido, à medida que os investidores parecem inclinar as suas apostas para ativos-refúgio, como é o caso das obrigações.

Os juros da dívida portuguesa, com maturidade a dez anos, aliviam 0,7 pontos-base, para 3,125%. Em Espanha a "yield" da dívida com a mesma maturidade segue a mesma tendência e cai 0,5 pontos, para 3,144%.

Já os juros da dívida soberana italiana recuam 0,6 pontos, para 3,376%.

Por sua vez, a rendibilidade da dívida francesa cede 0,4 pontos, para 3,358%, ao passo que os juros das "bunds" alemãs, referência para a região, aliviam 0,5 pontos, para os 2,772%.

Fora da Zona Euro, os juros das "gilts" britânicas, também a dez anos, recuam 0,2 pontos-base, para 4,449%.

13.02.2026

Iene a caminho de fechar melhor semana em 15 meses. Dólar ganha terreno antes de inflação

Iene

O iene está perto de ter a sua melhor semana em quase 15 meses, à medida que a divisa nipónica segue

A recuperação do iene tem sido o foco principal do mercado cambial esta semana, especialmente porque a valorização da divisa tem contrariado as expectativas iniciais de que uma venda massiva da moeda poderia ganhar força se Takaichi garantisse uma vitória expressiva nas eleições.

Apesar de o dólar estar a ganhar 0,51%, para os 153,550 ienes, a divisa nipónica está ainda a caminho de registar um ganho de 2,7% no conjunto da semana, o que marcaria o seu maior avanço semanal desde novembro de 2024.

Já pelos EUA, e num dia em que se conhecem os dados da inflação no país, o índice do dólar - que mede a força da “nota verde” face às principais concorrentes, sobe 0,13%, para os 97,055 pontos. Isto depois de dados terem mostrado que os números de pedidos de subsídio de desemprego pelos EUA diminuíram abaixo do esperado, após o forte crescimento registado na criação de emprego ter pressionado a divisa norte-americana.

Por cá, o euro cede 0,08%, para os 1,186 dólares. Já a libra soma 0,03%, para os 1.363 dólares.

13.02.2026

Inflação em Espanha abranda em janeiro para 2,3%

Os preços em Espanha subiram 2,3% em janeiro, menos seis décimas do que em dezembro, revelou esta sexta-feira o Instituto Nacional de Estatística de Espanha (INE).

Esta evolução da inflação homóloga (subida dos preços comparando com o mesmo período do ano anterior) deveu-se, sobretudo, à eletricidade, que subiu menos do que em janeiro de 2025, e à descida dos combustíveis, segundo o INE.

A inflação em Espanha desceu em janeiro pelo terceiro mês consecutivo, depois de se ter situado nos 3% em novembro e em 2,9% em dezembro.

Quanto à inflação subjacente (sem a energia e os produtos alimentares frescos, tradicionalmente os mais voláteis do cabaz de compras), manteve-se nos 2,6% em janeiro.

Na evolução em cadeia (comparação com o mês anterior), os preços em Espanha desceram 0,4% em janeiro, depois de terem subido 0,3% em dezembro.

13.02.2026

Ouro e prata valorizam após "sell-off" de quinta-feira

ouro

O ouro e a prata estão a recuperar terreno depois de ontem o metal amarelo ter atingido mínimos de uma semana, pressionado pelos dados robustos do mercado laboral norte-americano referentes a janeiro, que vieram reduzir as expectativas de cortes de juros na maior economia mundial.

A esta hora, o metal amarelo, valoriza 1,17%, para os 4.979,910 dólares por onça. Apesar do aumento nos preços, o ouro já perdeu cerca de 0,20% até agora nesta semana.

Os investidores aguardam agora pelos números da inflação dos EUA para obter pistas sobre a direção das taxas diretoras.

A prata, por sua vez, sobe quase 5%, para os 78,999 dólares por onça, à medida que recupera de uma queda de 11% registada na quinta-feira, embora continue a caminho de uma perda semanal de mais de 2%.

13.02.2026

Petróleo inverte perdas com notícias de envio de porta aviões dos EUA para o Médio Oriente

Petróleo estabiliza nos mercados após queda de três dias

Os preços do petróleo estão a inverter a tendência de queda registada no início da sessão, depois de se saber que , segundo fonte não identificada à AP. Ainda assim, ambos os preços de referência estão a caminho de registar desvalorizações no conjunto da semana.

O West texas Intermediate (WTI) – de referência para os EUA – sobe 0,02%, para os 62,85 dólares por barril. Já o Brent – de referência para o continente europeu – soma 0,09% para os 67,58 dólares por barril.

A confirmar-se, o envio do USS Ford para o Médio Oriente marca um novo aumento das tensões entre Washington e Teerão, depois de nos últimos dias o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter indicado que estaria disposto a continuar as negociações com o Irão sobre o programa nuclear do país. Nesta quinta-feira, Trump deu um mês para o Irão aceitar um acordo nuclear ou .

Ainda assim, a limitar o avanço dos preços do crude, estão dados da Agência Internacional de Energia, que projetou na quinta-feira, no seu relatório mensal, que o com a oferta global a exceder a procura, assim como um forte aumento nos “stocks” de crude registado pelos EUA.

13.02.2026

Ásia recua pela primeira vez em seis sessões. SoftBank Group tomba mais de 8%

Os principais índices asiáticos perderam terreno pela primeira vez em seis sessões, , com as preocupações ligadas à inteligência artificial a voltarem a pressionar o sentimento dos investidores. O MSCI All Country World Index — um dos indicadores mais abrangentes do mercado de ações a nível global — está prestes a registar as primeiras perdas semanais consecutivas neste ano. Pela Europa, os futuros do Euro Stoxx 50 negoceiam sem grandes alterações, com os futuros do S&P 500 pelos EUA a apontarem para uma abertura em baixa.

No Japão, o nikkei cedeu 1,21% e o Topix perdeu 1,63%. O sul-coreano Kospi – que já valorizou 31% desde o início do ano e regista o melhor desempenho do mundo entre as bolsas - registou perdas de 0,28%. Já pela China, o Hang Seng de Hong Kong cedeu 1,80% e o Shanghai Composite desvalorizou 1,26%. Por Taiwan, os índices estiveram encerrados devido a um feriado nacional.

As ações permaneceram sob pressão, com o sentimento a deteriorar-se após preocupações relacionadas com a inteligência artificial (IA) terem desencadeado uma onda de "sell-off" entre as tecnológicas norte-americanas. A incerteza vivida levou o ouro e a prata a recuperarem algum do terreno perdido na sessão de ontem.

As oscilações acentuadas entre os ativos de risco refletem os riscos crescentes associados ao “boom” da IA e os efeitos imprevisíveis que estas tecnologias podem ter em diferentes setores e classes de ativos. "As ações de software, [setor que tem sido afetado nos últimos dias por preocupações quanto à disrupção que ferramentas de IA podem causar nesta área], estão agora a ser negociadas como os bancos em 2008”, disse à Bloomberg Nick Ferres, da Vantage Point Asset Management.

Em contraste com a volatilidade nos EUA, o impacto nos mercados asiáticos tem sido “relativamente limitado até agora”, referiu à agência de notícias financeiras Tomo Kinoshita, da Invesco Asset Management Japan. “Dito isto, como se espera que a adoção da IA avance com o tempo, é altamente provável que desenvolvimentos semelhantes aos observados nos EUA possam eventualmente surgir também na Ásia”, afirmou.

O entusiasmo em torno da IA foi substituído nas últimas sessões pela preocupação de que as ferramentas mais recentes lançadas pela Google, Anthropic e por uma série de startups já sejam boas o suficiente para ameaçarem um elevado número de empresas, muitas delas fora do setor da tecnologia.

Pela Ásia, as ações chinesas caíram com os investidores a reduziram a sua exposição aos ativos de risco antes do início das férias do Ano Novo Lunar no país - que irão levar ao encerramento das bolsas. E entre os movimentos do mercado, pelo Japão, o Softbank Group tombou mais de 8%, enquanto na China a Alibaba recuou 4,28% e a LG desvalorizou mais de 3% na Coreia do Sul.

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