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Ao minuto16.06.2022

Europa em mínimo de 16 meses. Juros da dívida portuguesa aliviam em contraciclo

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante o dia.

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16.06.2022

Europa em mínimo de 16 meses após "sell-off" alimentado por bancos centrais

As bolsas europeias encerraram com quedas expressivas esta quinta-feira, na sequência das subidas das taxas de juro de referência decididas pela Fed, ontem, e Banco de Inglaterra e Banco da Suíça, hoje.

O Stoxx600, "benchmark" pan-europeu, recuou 2,47% para os 402,88 pontos, mínimo desde fevereiro de 2021, com todos os setores no vermelho.

O alemão DAX caiu 3,31%, enquanto o parisiense CAC-40 entrou mesmo em "bear market", com a queda de 2,39% a atirar o índice para valores 20% face ao pico de janeiro passado.

O londrino FTSE perdeu 3,14% após a quinta subida consecutiva nas taxas de juro pelo Banco de Inglaterra, enquanto na bolsa de Milão a queda foi de 3,32%. O espanhol IBEX35 acabou por ser o índice menos castigado, ao recuar 1,18%.

16.06.2022

Euro ganha 1% face ao dólar

A moeda única europeia avança perante a rival norte-americana depois de maus dados económicos nos EUA divulgados esta quinta-feira, incluindo a construção de casas novas, alimentar os receios de uma recessão na maior economia mundial devido à política agressiva da Fed para controlar a inflação.

O euro ganhava 1,01%, cotando nos 1,0549 dólares.

Mas as divisas que mais estão a valorizar hoje são as moedas-refúgio, como o franco suíço e o iene.

A moeda helvética ganha 1,89% perante o euro e 2,88% face ao dólar depois da inesperada subida das taxas de juro de referência pelo Banco da Suíça. 

Já a divisa nipónica valoriza 0,41% perante a moeda única europeia e 1,34% face à "nota verde".

16.06.2022

Juros portugueses destoam e aliviam

As "yields" das dívidas soberanas da maioria dos países da Zona Euro agravaram-se esta quinta-feira, no rescaldo da subida de ontem das taxas diretoras pela Fed e após hoje o Banco de Inglaterra e o Banco da Suíça terem aumentado as respetivas taxas de juro de referência.

No entanto, na dívida portuguesa a 10 anos registou-se um ligeiro alívio de 1,8 pontos base na "yield", para 2,817%. A acompanhar Portugal apenas esteve a dívida italiana, que viu os juros baixarem 6,5 pontos base, para 3,734%.

Já nas "bunds" alemãs a 10 anos, "benchmark" do mercado da dívida na Europa, a "yield" avançou 7,2 pontos base, para 1,706%. Também a dívida francesa com igual maturidade viu os juros agravarem-se em 3,8 pontos, para 2,255%, e até nos países do sul, como Espanha e Grécia, as "yields" subiram: 0,3 pontos no país vizinho e 2,1 pontos base no caso helénico, para os 2,876% e 4,233%, respetivamente.

16.06.2022

Petróleo recua após Fed

Com a revisão da “baseline”, vão entrar mais 32.000 barris/dia.

Os preços do petróleo seguem a recuar ligeiramente esta quinta-feira, no rescaldo da maior subida das taxas de juro de referência nos EUA desde 1994 decidida ontem pela Fed.

Já hoje, o Banco de Inglaterra e o Banco da Suíça elevaram as respetivas taxas diretoras, alimentando ainda mais os receios de que muitas das economias ocidentais possam abrandar significativamente ou mesmo entrar em recessão.

O barril de Brent, referência para as importações portuguesas, cai 0,63% para os 117,76 dólares. Já o nova-iorquino West Texas Intermediate (WTI) cede 0,19%, para 115,09 dólares.

"Os principais motivos para a fraqueza do petróleo é a agressividade com que os bancos centrais um pouco por todo o mundo estão a apertar as respetivas políticas monetárias. Isso terá um custo para o crescimento económico e, provavelmente, irá destruir no curto prazo alguma procura por crude", refere Edward Moya, da Oanda, citado pela Bloomberg.

16.06.2022

Ouro reforça estatuto de refúgio

O preço do ouro sobe esta quinta-feira, um dia após a maior subida em mais de três meses, com a mudança nas expectativas quanto à velocidade das subidas das taxas diretoras pela Fed ajuda o metal amarelo a reforçar o seu papel de ativo refúgio por excelência.

A onça de ouro negoceia nos 1.844,28 dólares, uma subida de 0,57%.

"Na verdade, o preço do ouro está a aguentar-se como um campeão", diz Tom Price, analista da Liberum Capital, citado pela Bloomberg. "As perspetivas futuras não são risonhas e são incertas, o que é o fator mais importante para o ouro", acrescenta.

A resiliência do ouro é surpreendente tendo em conta que a política agressiva da Fed tem feito subir as "yields" da dívida norte-americana, o que as deveria tornar mais atraentes do que o metal precioso como refúgio.

"Uma 'mossa' na credibilidade da Fed [em controlar a inflação sem provocar uma recessão] deverá apoiar, embora não o suficiente para um "rally", o ouro", escreve Rhona O'Connell, analista da StoneX, numa nota citada pela Bloomberg. "Por enquanto, o ouro parece ser um terreno para caçadores de pechinchas", conclui.

16.06.2022

Pedidos de subsídio de desemprego nos EUA diminuem em 3.000 na semana passada

Os novos pedidos de subsídio de desempregos nos Estados Unidos diminuíram em 3.000 na semana concluída em 11 de junho, para 229.000, face à semana anterior, anunciou hoje o Departamento do Trabalho norte-americano.

Na semana precedente, os novos pedidos de desemprego na maior economia do mundo situaram-se em 232.000, após os dados serem revistos, esclareceu o Departamento do Trabalho em comunicado.

O número de novos pedidos de desemprego na semana que terminou em 11 de junho surpreendeu o mercado, já que os analistas previam que se ficassem nos 215.000.

Quanto à média das últimas quatro semanas, que constitui um indicador mais fiável da evolução do mercado laboral, cifrou-se em 218.500 pedidos, contra 215.750 (revistos) na semana anterior.

Lusa

16.06.2022

Bancos centrais geram "sell-off" nas bolsas. Wall Street cai mais de 2%

A agressividade dos bancos centrais em subir juros está a gerar receios nos mercados. Um dia depois da Reserva Federal dos EUA ter avançado com o maior aumento em 28 anos, os bancos centrais de Inglaterra e da Suíça também anunciaram revisões em alta das taxas de referência.

As bolsas globais estão a viver um dia de "sell-off". Em Wall Street, o índice industrial Dow Jones abriu a perder 2,5% para 29.895,50 pontos, enquanto o financeiro S&P 500 recua 2,2% para 3.708,28 pontos. O tecnológico Nasdaq afunda 3% para 10.770,83 pontos.

O "rally" de alívio que se seguiu à decisão da Fed desapareceu com a generalidade das empresas do S&P 500 em baixa. As "big tech" estão entre as maiores perdas face à subida das "yields" das Treasuries.

Os tombos nas ações norte-americanas replicam o desempenho na Europa, onde as principais bolsas caem entre 2% e 3%. O índice de referência Stoxx 600 desvaloriza 2,1%, tal como o português PSI.

"A nossa principal conclusão é que a Fed está 'hawkish'", diz Dennis DeBusschere, fundador da 22V Research. "Powell deixou claro que fazer recuar a inflação é crítico e que o pior erro que se pode cometer é não restaurar a estabilidade dos preços".

A Fed aumentou a taxa dos fundos federais em 75 pontos base, que passa assim para um intervalo entre 1,5% e 1,75%. O "dot plot" – um mapa que mostra como cada representante do banco central estima as mexidas nos juros diretores – aponta para uma subida de 50 pontos base dos juros diretores em todas as restantes reuniões deste ano da Fed, ou seja: em julho, setembro, novembro e dezembro.


"O mercado teve aquilo que pretendia, mas talvez - só talvez - uma subida de 75 pontos base numa economia em rápido enfraquecimento não tenha sido a melhor ideia", referiu Peter Tchir, head of macro strategy da Academy Securities, à Bloomberg.

Já depois disso, o Banco Nacional Suíço anunciou esta quinta-feira a primeira subida de juros desde 2007. A taxa de referência manteve-se negativa, mas a decisão representa uma importante mudança de posição para o banco central, que se tem focado em controlar o franco suíço.

O Banco de Inglaterra - que foi o primeiro grande banco central a subir juros após a pandemia, apesar de manter um ritmo mais ligeiro do que pares como a Fed - decidiu igualmente aumentar a taxa de juro de referência pela quinta vez consecutiva, passando o "benchmark" para 1,25%.

16.06.2022

Ouro mantém posição após maior ganho em três meses

O ouro teve a maior valorização em três meses em reação ao tombo tanto do dólar como das "yields" das Treasuries norte-americanas no seguimento da reunião da Reserva Federal dos EUA. Apesar de ter subido juros em 75 pontos base (o que não aconteceu há 28 anos), o presidente Jerome Powell garantiu que um aumento de tal dimensão não se tornaria comum.

Taxas mais elevadas tendencialmente diminuem o apelo do ouro (que não paga juros), embora os receios sobre uma desaceleração económica e as persistentes pressões dos preços tenham sustentado a procura pelo ativo-refúgio.

As palavras de Powell foram vistas como afastar o cenário de uma série de grandes aumentos. O 
"dot plot" – um mapa que mostra como cada representante do banco central estima as mexidas nos juros diretores – aponta para uma subida de 50 pontos base dos juros diretores em todas as restantes reuniões deste ano da Fed, ou seja: em julho, setembro, novembro e dezembro.

 

De acordo com o "dot plot", a Fed aponta para que a taxa diretora esteja nos 3,4% no final de 2022, 3,8% no final de 2023 e 3,4% no final de 2024.


"O ouro tem sido historicamente considerado como um "hedge" de inflação, embora essa correlação não tenha ocorrido no ano passado, pois os investidores procuraram sobreponderar o dólar norte-americano em vez disso, à medida que as taxas de juros aumentam significativamente", explica David Chao, estratega de mercado global da Ásia-Pacífico (excluindo Japão) na Invesco Ltd, à Bloomberg.

"Ainda assim, a economia global está a desacelerar, como seria esperado, dada a política monetária restritiva das economias desenvolvidas", sublinha. Esta quinta-feira, o ouro segue a valorizar 0,13% para 1.832 dólares por onça.

16.06.2022

Petróleo cede com "traders" a ponderarem inflação e produção

O petróleo negoceia entre ganhos e perdas ligeiros na manhã desta quinta-feira. Os últimos dias têm sido de volatilidade com os preços da matéria-prima a subirem ontem, após quedas de quase 5% no dia anterior.

O Brent negociado em Londres, que serve de referência às importações portuguesas, recua 0,3% para 118,11 dólares por barril. Já o crude West Texas Intermediate (WTI) perde também 0,3% para 114,93 dólares.

Nas últimas sessões os investidores têm estado a olhar para o "outlook" global de oferta e procura de petróleo, equilibrando as forças entre o impacto da subida de juros da Fed (com consequências para a economia e, nesse sentido, também para o consumo de combustíveis) e a crescente produção por parte dos EUA.

"O petróleo ainda está bastante agitado com os 'traders' a procurarem cautela sobre a capacidade da Fed em reduzir a inflação", diz Stephen Innes, managing partner da SPI Asset Management, à Bloomberg.

A estes fatores junta-se a política de combate à pandemia na segunda maior economia do mundo. "Ao mesmo tempo, a política da China sobre a covid-19 é desafiante para dirigir, mas não está a mostrar alguma agilidade económica para lidar com os confinamentos", acrescenta Stephen Innes.

16.06.2022

Macron, Scholz e Draghi em Kiev para transmitir mensagem de apoio da Europa

O Presidente francês, Emmanuel Macron, o chanceler alemão, Olaf Scholz, e o primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, chegaram esta quinta-feira a Kiev para transmitir "uma mensagem de unidade europeia aos ucranianos", afirmou Macron ao chegar à capital da Ucrânia.

Além dos três líderes europeus, chegou também a Kiev o Presidente romeno, Klaus Iohannis, que também participará num encontro com o Presidente ucraniano, Volodimir Zelenski.

Esta viagem "é uma mensagem de unidade europeia aos ucranianos e ucranianas, de apoio para falar do presente e do futuro, porque sabemos que as próximas semanas serão muito difíceis", assinalou Macron, numa breve declaração.

Pelo seu lado, Olaf Scholz afirmou à imprensa alemã, pouco antes da sua chegada a Kiev, que o objetivo da sua viagem é garantir a solidariedade e a continuidade do apoio à Ucrânia perante a invasão russa.

"Mas não só queremos demonstrar solidariedade, como garantir também que a ajuda que estamos a organizar – financeira, humanitária, mas também de armamento – continuará. E que continuaremos com ela quanto tempo seja necessário para a luta pela independência da Ucrânia", disse.

Macron, Scholz e Draghi viajaram juntos durante toda a noite num comboio especial que partiu de uma estação na Polónia, não identificada, de acordo com imagens divulgadas por meios de comunicação alemães e italianos.

Os dirigentes viajaram cada um na sua carruagem, mas mantiveram uma reunião de cerca de duas horas para preparar um encontro que vão manter com o Presidente ucraniano, informou a agência italiana ANSA.

Os meios italianos destacaram as fortes medidas de segurança tanto no comboio como na chegada a Kiev, que ocupou cerca de 300 membros do exército ucraniano.

Esta viagem acontece num momento chave, poucos dias antes do Conselho Europeu de 23 e 24 de junho, do qual a Ucrânia espera um gesto simbólico muito forte, com o apoio da candidatura deste país à União Europeia.

O Palácio do Eliseu insistiu que falta encontrar "um equilíbrio entre as aspirações ucranianas" e as de outros países candidatos à entrada na UE já envolvidos em negociações, além de que "não há que desestabilizar nem fraturar a UE".

Lusa

16.06.2022

Juros das dívidas europeias voltam a agravar após alívio causado pelo BCE

Os juros das dívidas da Zona Euro seguem a agravar, num movimento que poderá ser de correção no seguimento das fortes descidas da última sessão. O tombo (que chegou a superar os 40 pontos base nalguns países) deveu-se à garantia dada pelo Banco Central Europeu (BCE) de que irá aplicar medidas anti-crise.

Após uma forte queda na última sessão, a "yield" das Bunds alemãs a 10 anos - a referência para o bloco comunitário - corrigem ao subir esta quinta-feira 11 pontos base, para 1,741%.

No caso de França e de Espanha, o agravamento é da mesma dimensão, para 2,325% e 2,975%, respetivamente. A "yield" da dívida portuguesa a 10 anos avança igualmente 9,8 pontos para 2,94%, enquanto Itália negoceia nos 3,92%.

Depois de se reunir de emergência durante a manhã, o BCE anunciou ontem que vai avançar com medidas para travar a turbulência nos mercados europeus de dívida. A autoridade monetária pretende comprar dívida de forma mais flexível, bem como acelerar a implementação de um novo instrumento "anti-fragmentação".

16.06.2022

Medo de recessão penaliza ações europeias

Os primeiros encontros presenciais com investidores estão a ser usados pelos gestores para atualizar estimativas e acalmar os receios sobre o impacto da guerra no mercado financeiro.

Os avanços dos bancos centrais, em especial da Reserva Federal (Fed) norte-americana, estão a dar força perspetiva de que se aproxima uma recessão. Após os encontros desta quarta-feira, os investidores estão a avaliar os passos dados pelos banqueiros e dão sinais de receio.

As ações das tecnológicas europeias recuam mais de 2% e, em conjunto com o setor dos "chips", dão o maior contributo para a queda do Stoxx 600. O índice de referência europeu cai 1,4%.

Entre os índices nacionais, o alemão DAX, o holandês AEX e o grego ASE perdem cerca de 2%. Já o francês CAC 40 recua 1,5% e o espanhol IBEX cede 0,9%. O português PSI, que tinha aberto a acesso no verde, acabou por inverter e segue às 9:00 já em baixa.

As ações até reagiram em alta aos comentários do presidente da Fed, Jerome Powell, que afirmou esta quarta-feira que subidas de juros de 75 pontos base não serão "comuns". No entanto, seguiram-se alertas de "market watchers" que se mostraram céticos quanto à "rally" para continuar face à desaceleração da economia.

16.06.2022

Banco central da Suíça retira os juros de mínimos históricos

O Banco Nacional da Suíça (SNB) decidiu avançar com uma subida dos juros de referência para travar a escalada da inflação. O banco central surpreendeu o mercado com o anúncio do primeiro aumento desde 2007, na manhã desta quinta-feira, retirando assim as taxas dos mínimos históricos em que estavam fixadas.

Os decisores de política monetária, liderados pelo presidente Thomas Jordan, juntam-se à onda global de aperto monetário ao subir os juros em 50 pontos base para -0,25%. "A política monetária mais apertado tem como objetivo prevenir que a inflação alastre mais amplamente aos bens e serviços na Suíça", explicou o banco central em comunicado.

A inflação homóloga no país atingiu 2,9% em maio, pressionando uma reação da autoridade monetária. O principal argumento para manter os juros em mínimos históricos prendia-se com o combate contra a valorização do franco suíço, que durava há várias décadas.

No entanto, o banco central está agora mais pessimista quanto à evolução dos preços. O "outlook" para a inflação foi revisto também esta quinta-feira em alta, com o SNB a estimar uma aceleração de 2,8% este ano, 1,9% em 2023 e 1,6% em 2024. Os novos números ficam acima das anteriores projeções: 2,1% este ano e 0,9% nos dois anos seguintes.

Para travar a escalada, poderão seguir-se ainda novas subidas. "Não pode ser afastado que mais subidas na taxa de juro do SNB possam ser necessários no futuro previsível para estabilizar a inflação", refere o mesmo comunicado do banco central, acrescentando que irá manter-se "ativo" no mercado monetário.

Em reação à decisão, o franco suíço ganhou força contra as principais pares. O euro perde 2,1% para 1,01694 francos suíços, no valor mais baixo desde abril. Ao longo das últimas semanas, as várias ações dos bancos centrais para tentar travar a inflação têm determinado o sentimento no mercado cambial.

A Reserva Federal dos EUA subiu também, na quarta-feira, o intervalo da taxa diretora em 75 pontos base, enquanto o Banco Central Europeu (BCE) avançou com medidas de mitigação para evitar uma crise da dívida após uma reunião de emergência. Após os dois encontros, o euro-dólar segue na linha d'água com o par a negociar nos 1,0393.

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