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Ao minuto14.06.2021

Europa em recordes pela sétima sessão consecutiva. Petróleo em máximos de mais de dois anos

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Bloomberg
Negócios 14 de Junho de 2021 às 17:56
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14.06.2021

Europa em recordes pela sétima sessão consecutiva

O otimismo dos investidores permitiu ao índice europeu de referência Stoxx 600 marcar o sétimo fecho consecutivo em recordes, naquela que é a mais longa série de ganhos dos últimos dois anos.

O Stoxx 600 fechou o dia a ganhar 0,2% para 458,66 pontos, o que constituiu um recorde de fecho. Durante a sessão chegou a marcar um novo máximo histórico, nos 460,51 pontos.

O índice que agrega as 600 maiores cotadas da região foi sobretudo impulsionado pelo setor da energia, que cresceu 2% à boleia do preço do petróleo e das intenções de descarbonização reafirmadas durante o fim de semana pelos membros do G7 - que surtiram efeito, sobretudo, nas renováveis.

O destaque nas subidas vai para as ações da Scatec (+5,9%), TeamViewer (+5,8%), NEL (+5,7%), Aedifica (+5,5%) e Vestas Wind Systems (+5%).

Ainda assim, há que assinalar a fraca prestação do setor automóvel e das viagens e lazer que, caíram 1,2% e 0,9%, respetivamente, bem como das companhias mineiras - que, impactadas pelo preço dos metais, caíram 0,5%.

Os piores desempenhos do dia foram da International Consolidated Airlines Group (-4,2%), Koninklijke Philips (-4,2%), Rolls-Royce Holdings (-4,1%), Sinch (-4%) e Ferrari (-3,3%).

Entre as principais praças europeias, o índice espanhol IBEX liderou os ganhos ao valorizar 0,80%. O francês CAC 40 somou 0,2% e o britânico FTSE 100 avançou também 0,2%. Só o alemão DAX cedeu terreno, muito marginalmente, ao deslizar 0,1%.

14.06.2021

Juros da dívida sobem na Europa

Os juros da dívida soberana começaram a semana a escalar nas principais economias europeias depois de terem alcançado o valor mais baixo dos últimos três meses durante a semana passada.

Na Alemanha a yield teve a subida mais contida, apenas 1,9 pontos base para uma taxa de -0,256%, enquanto Itália viu os juros da dívida pública crescer 3,5 pontos base para os 0,776%.

Em Portugal, os juros também cresceram, na ordem dos 2,9 pontos base, para os 0,379%, ficando atrás do ritmo espanhol já que yield da monarquia vizinha variou 3,4 pontos base e alcançou os 0,388%.

Os investidores têm abandonado os títulos de dívida com prazos menores à espera de que a Fed mantenha uma linha de discurso semelhante à atual, ao afirmar que é cedo demais para retirar os apoios à economia.

Enquanto isso, em Wall Street o sentimento é de que a procura por estes títulos aumente, e grandes gestoras como a JPMorgan ou a Morgan Stanley preveem agora uma postura ‘hawkish’ por parte do banco central daquele país.

14.06.2021

Ouro descobre a "fuligem" com dívida a retrair-se

O metal amarelo segue a perder 0,64% para os 1.865,44 dólares, na segunda sessão consecutiva de quebra e quarta num espaço de seis dias em que visitou o verde apenas por duas vezes. Há duas semanas que o desempenho deste metal é negativo.

O ouro chegou desta forma a tocar num mínimo de 17 de maio, acompanhando o desânimo sentido no mercado de obrigações: o vigor da dívida esmoreceu enquanto os investidores se viram para a Fed e aguardam diretrizes acerca do futuro.

14.06.2021

Dólar treme com novidades da Fed a fervilhar

O Bloomberg Dollar Spot index estagnou depois de ter vivido a maior subida desde 3 de junho, na sessão anterior, escalando 0,5%. A nota verde perde, contudo, face à maioria das moedas que constituem o cabaz do G-10.

O euro é uma das moedas que beneficia da fraqueza do dólar, conseguindo subir pela primeira vez em três sessões face à divisa norte-americana. Ganha 0,13% para os 1,2125 dólares.

Os investidores aguardam que a Fed se pronuncie sobre a inflação, sendo que a expetativa é a de que o banco central preveja subidas desta taxa em 2023. A entidade liderada por Powell pronuncia-se sobre as suas previsões e eventuais decisões de política monetária esta quarta-feira.

14.06.2021

Petróleo em máximos de mais de dois anos com aumento da procura

O "ouro negro" continua a ganhar terreno nos principais mercados internacionais, impulsionado pela recuperação económica e pela perspetiva de aumento da procura por combustível numa altura em que aceleram os programas de vacinação nos países desenvolvidos.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em julho segue a somar 1,09% para 71,68 dólares por barril, em máximos de outubro de 2018.

 

Já o contrato de julho do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 1,05% para 73,45 dólares, níveis que não atingia desde maio de 2019.

 

A animar os preços continuam então os sinais de uma maior procura, que se prevê que prossiga ao longo do ano.

14.06.2021

Wall Street recua enquanto espera pistas sobre estímulos da Fed

As ações norte-americanas mostraram alguma debilidade enquanto se esperam novidades acerca do calendário de estímulos da Fed.

O generalista S&P500 desce uns muito ligeiros 0,06% para os 4.244,65 pontos, o industrial Dow Jones cai 0,28% para os 34.382,56 pontos e o tecnológico Nasdaq sobe 0,30% para os 14.111,59 pontos. 

Os investidores querem agora receber algumas pistas da parte da Reserva Federal norte-americana acerca dos planos para reduzir os estímulos monetários.

A expetativa é a de que o banco central vai reforçar as compras de dívida esta semana, mesmo que avance previsões de que a inflação suba em 2023, avaliam os economistas consultados pela Bloomberg.

14.06.2021

Europa em máximos na sétima sessão consecutiva de ganhos

As principais praças europeias estão pintadas de verde, naquela que é a sétima sessão consecutivo de ganhos na Europa. 

O Stoxx 600, o índice de referência no velho continente, está a valorizar 0,33%. Os ganhos registados pelos setores do petróleo, que avança 0,94% nesta sessão, está impulsionar a subida nesta sessão. Em destaque estão também o setor da tecnologia, que ganha 0,75%, e o setor das telecomunicações, que está a avançar 0,71%. 

Já em queda estão os setores automóvel, que desvaloriza 0,21%, e o setor as viagens, que deprecia 0,02%. 

As principais praças europeias estão a negociar em alta. O espanhol IBEX 35 avança 0,66%, o alemão DAX ganha 0,41% e o francês CAC40 valoriza 0,45%. 

Também o inglês FTSE 100 está 'no verde', a apreciar 0,41%. 

14.06.2021

Juros em alta ligeira na Zona Euro

Os juros da dívida portuguesa estão a registar subidas ligeiras esta segunda-feira, em linha com a tendência que se estende à generalidade dos países do euro. A yield associada às obrigações a dez anos avança 0,7 pontos base para 0,357%, enquanto em Espanha, no mesmo prazo, o avanço é de 0,5 pontos base para 0,359%.

Na Alemanha, a referência para a região, os juros a dez anos sobem 0,4 pontos base -0,271%.

14.06.2021

Euro a apreciar ligeiramente

O euro, a moeda única da União Europeia, está a avançar 0,05%, para os 1,2115 dólares. 

Ainda na Europa, a libra esterlina recua 0,07% perante o rival norte-americano, para os 1,4097 dólares. 

Já a nota verde, o dólar norte-americano, deprecia ligeiramente, com o índice que mede o desempenho do dólar perante um cabaz composto por outras divisas a recuar 0,07%.

14.06.2021

Ouro tomba mais de 1% e atinge mínimos de uma semana

O ouro começa a semana a derrapar. Este metal precioso está a cair 1,02%, com a onça nos 1.858,46 dólares, estando a negociar em mínimos de uma semana. 

A queda do ouro está a ser registada num momento em que os investidores estão já a pensar na reunião da Reserva Federal dos Estados Unidos que decorre esta semana sobre política monetária.

Também o dólar mais estável perante outras divisas rivais, tornando o ouro mais dispendioso para portadores de outras moedas, está a pesar na queda do ouro.  

14.06.2021

Crude de Nova Iorque em máximos de quase três anos

O petróleo está a negociar em alta nos mercados internacionais, impulsionado pela melhoria das perspetivas para a procura no verão na Europa e Estados Unidos, devido ao ritmo acelerado de vacinação contra a covid-19 e o alívio gradual das medidas de restrição.

O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, sobe 0,76% para 71,44 dólares, o valor mais alto desde outubro de 2018. Já o Brent, transacionado em Londres, avança 0,87% para 73,32 dólares, um máximo de maio de 2019.

O crude dos EUA está a caminho do quinto trimestre consecutivo de ganhos, a maior série de subidas desde 2010, à medida que o consumo melhora enquanto a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados diminuem as restrições ao fornecimento apenas gradualmente.

A procura global de petróleo irá recuperar para os níveis pré-pandémicos no final do próximo ano, previu a Agência Internacional de Energia na semana passada, instando a OPEP e seus parceiros a manter os mercados equilibrados, aproveitando a sua abundante capacidade de produção excedente.

14.06.2021

Futuros pouco alterados na Europa e Estados Unidos

Os futuros das ações da Europa e dos Estados Unidos estão pouco alterados neste arranque de semana, depois de o S&P500 ter marcado um novo recorde na sessão de sexta-feira.

Os investidores já estão de olhos postos na reunião da Reserva Federal esta semana, antecipando que o banco central dos Estados Unidos deverá reafirmar que a sua política monetária ultra-acomodatícia continua a ser apropriada e que é demasiado cedo para começar a reduzir o programa de compra de ativos.

No entanto, segundo economistas consultados pela Bloomberg, os responsáveis da Fed podem projetar uma subida dos juros para 2023, suportada pelo crescimento da economia e inflação.

"O FOMC continua a ver a subida da inflação como transitória, e pode reconhecer que está a discutir o ritmo das compras mensais, mas ainda não se vai comprometer com uma data para desacelerar as compras", afirma Quincy Krosby, estrategista da Prudential Financial, citado pela Bloomberg.

Na sessão asiática, o japonês Topix subiu 0,2% e o sul-coreano Kospi negociou pouco alterado, num dia em que as bolsas da China, Hong Kong e Austrália estiveram encerradas devido a feriados.

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