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Ao minuto25.11.2020

Europa vacila, petróleo, ouro e euro avançam e juros de Portugal em novo mínimo

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Os novos números da pandemia foram bem recebidos pelos investidores.
Andy Rain/EPA
Rita Faria afaria@negocios.pt 25 de Novembro de 2020 às 18:33
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25.11.2020

Europa tropeça após tocar de novo em máximos

A Europa chegou a renovar máximos de fevereiro no início da sessão, mas acabou por terminar tremida, com as principais praças divididas entre o verde e o vermelho.

O índice que agrega as 600 maiores cotadas do Velho Continete, o Stoxx600, fechou a descer 0,08% para os 392,09 pontos, abalado sobretudo pelas cotados do setor do petróleo e gás. Registaram-se também quebras modestas em Frankfurt e Amesterdão, e uma mais acentuada em Londres. Paris, Espanha e Lisboa resistiram no verde, com a praça portuguesa a destacar-se e a exibir fortes ganhos, acima de 1%.

A banca foi outro dos setores castigados, depois do banco central europeu ter afirmado que as instituições terão, provavelmente, de pôr de lado mais dinheiro para acomodae as perdas assim que os apoios governamentais acabarem.

Os mercados acionistas têm vivido fortes valorizações na sequência de progressos na frente das vacinas, que alimentam esperanças de que a economia irá recuperar em breve. Contudo, o número de infeções continua a aumentar, e esta quarta-feira os Estados Unidos divulgaram dados desanimadores quanto ao emprego, referentes à semana passada.

"A extensão dos ganhos nos mercados suportados por anúncios positivos no que toca às vacinas foi afetado por notícias mais preocupantes no curto prazo, no que toca à proliferação da covid-19 e novas restrições à atividade", afirma a UBS Global Wealth Management, citada pela Bloomberg.

25.11.2020

Petróleo sustentado pela queda dos inventários nos EUA

Se os preços subirem muito, o consumo pode diminuir e a capacidade de armazenamento pode ficar comprometida.

As cotações do "ouro negro" continuam a ganhar terreno nos principais mercados internacionais.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em janeiro sobe 0,78% para 45,26 – o patamar dos 45 dólares tinha já sido superado ontem, o que não acontecia desde 6 de março.

 

Já o contrato de janeiro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 0,90% para 48,29 dólares, que é também um máximo dos últimos oito meses e meio.

 

A ajudar às subidas de hoje, além das vacinas e da perspetiva de uma manutenção dos cortes de produção por parte da OPEP+, está a queda inesperada dos stocks norte-americanos de crude.

 

A Administração de Informação em Energia (IEA, na sigla original, que está sob a tutela do Departamento norte-americano da Energia) anunciou hoje que as reservas de crude do país diminuíram em 754.000 barris na semana passada, para um total de 488,7 milhões, quando os analistas inquiridos pela Reuters apontavam para um aumento de 127.000 barris.

 

25.11.2020

Ouro tem primeira subida da semana

O metal amarelo está a subir pela primeira vez esta semana, com os investidores a serem assustados por dados económicos desapontantes nos Estados Unidos, optando desta forma por se resguardarem no ouro, que beneficia do estatuto de ativo refúgio.

O ouro sobe 0,21% para os 1.811,40 dólares por onça, Além desta sessão, o ouro só subiu uma outra vez ao longo das últimas oito sessões.

25.11.2020

Euro avança para máximo de 1 de setembro contra o dólar

A moeda única europeia está a apreciar 0,24% para 1,1921 dólares, estando assim a valorizar pelo segundo dia seguido contra o dólar e em máximos de 1 de setembro contra a divisa norte-americana.

Já o dólar deprecia pela segunda sessão seguida para transacionar em mínimos de 1 de setembro num índice da agência Bloomberg que mede o comportamento da moeda norte-americana face a um cabaz que integra as principais divisas mundiais.

A perspetiva de que a ex-líder do banco central dos Estados Unidos, Janet Yellen, será o nome escolhido pelo presidente eleito Joe Biden para chefiar o Tesouro norte-americano está a contribuir para a desvalorização do dólar.

É que se se confirmar a notícia difundida pelos media americanos nos últimos dias, Yellen tenderá a focar a resposta orçamental à crise pandémica no reforço dos estímulos económicos, o que significaria maior liquidez de dólares no mercado, fator que está a contribuir para a depreciação do dólar nos mercados cambiais.

25.11.2020

Juros de Portugal atingem novo mínimo próximo dos 0%

Os juros da dívida pública portuguesa recuam esta quarta-feira após duas sessões de agravamento, contudo a descida de hoje permitiu já que a "yield" associada aos títulos soberanos de Portugal com prazo a 10 anos tenha registado um novo mínimo histórico ao tocar nos 0,006%.

Depois deste novo mínimo, a taxa de juro da dívida portuguesa a 10 anos negociada no mercado secundário recua 1,5 pontos base para 0,011%.

Também a "yield" referente à dívida da Espanha a 10 anos cai 0,7 pontos base para 0,063% num dia em que já recuou para 0,051%, valor que representa um mínimo de agosto do ano passado.

O mesmo para a taxa de juro correspondente à dívida alemã com a mesma maturidade, que cai 1,1 pontos base para -0,576%.

No caso da dívida transalpina, a "yield" a 10 anos registou hoje (0,589%) um novo mínimo de sempre pelo segundo dia seguido, contudo entretanto a taxa de juro inverteu a tendência e segue agora a crescer 0,3 pontos base para 0,612%, o primeiro agravamento em cinco sessões.

A incerteza inerente à crise pandémica vivida em todo o bloco reflete-se numa maior aposta dos investidores em ativos considerados de menor risco, razão que ajuda a explicar a tendência de alívio dos custos das dívidas da generalidade dos países da Zona Euro ao longo das últimas semanas. 

25.11.2020

Dados económicos desapontantes derrubam confiança em Wall Street

A bolsa nova-iorquina está a cair, depois de os números do emprego nos Estados Unidos terem desiludido.

O generalista S&P500 cai 0,19% para os 3.628,42 pontos, o industrial Dow Jones cede 0,43% para os 29.918,40 pontos. O tecnológico Nasdaq é o único a esquivar-se das perdas, com uma subida de 0,23% para os 12.062,39 pontos.

Os pedidos de desemprego retiraram a confiança aos investidores depois de se ter registado o maior aumento semanal desde o mês de julho. Os pedidos de desemprego aumentaram 30.000 para umm total de 778.000 na semana terminada a 21 de novembro, de acordo com o dados do Departamento do Trabalho que foram divulgados esta quarta-feira.

No mundo empresarial, a Gap segue a afundar 17,27% para os 22,32 dólares, depois de os resultados da empresa terem desapontado face às estimativas dos analistas. Os lucros por ação no último trimestre foram de 25 cêntimos, que comparam com os 32 cêntimos que eram esperados.

25.11.2020

Europa inverte para o vermelho

As ações europeias inverteram para terreno negativo, antes de ser divulgada uma série de indicadores chave que poderão ou não suportar o rally dos mercados.

O índice de referência para a Europa, que já tocou hoje num novo máximo de fevereiro, está agora a desvalorizar 0,39% para 390,85 pontos, pressionado pela energia e setor da mineração, que anulam os ganhos de títulos defensivos, como as utilities.

Também os futuros das ações norte-americanas estão pouco alterados, depois dos novos recordes em Wall Street, na sessão de ontem, em que o Dow Jones superou pela primeira vez a barreira dos 30 mil pontos.

Esta maior cautela por parte dos investidores chega numa altura em que se aguarda pela divulgação de uma série de indicadores nos Estados Unidos, desde pedidos de subsídio de desemprego até à confiança dos consumidores, antes do fecho do mercado, e do feriado da Ação de Graças.

Além disso, serão conhecidas as atas da última reunião da Fed.

Entre os índices europeus, o PSI-20 escapa à tendência e segue a valorizar 0,25% para 4.582,80 pontos.

25.11.2020

Europa a caminho do melhor mês de sempre

As bolsas europeias estão a negociar em alta ligeira esta quarta-feira, depois de a euforia de ontem em torno da transição de poder nos Estados Unidos e dos progressos da vacina para a covid-19 terem alimentado um ‘rally’ global nas ações que levou a novos recordes em Wall Street.

Hoje, porém, os ganhos são mais moderados, com esse otimismo a esbarrar na realidade das duras perspetivas de recuperação da economia global, numa altura em que a pandemia ainda não dá sinais de alívio na maior parte das regiões do mundo.

Na segunda sessão consecutiva de ganhos, o índice de referência para a Europa, o Stoxx600, sobe 0,07% para 392,63 pontos, tendo tocado já num novo máximo de fevereiro.

Este índice, que está hoje a ser impulsionado sobretudo pelas utilities e telecomunicações, já valoriza mais de 14% só em novembro, pondo as ações europeias a caminho de completarem o melhor mês de sempre.

Num cenário de ganhos muito ligeiros, o português PSI-20 destaca-se com uma subida de 0,62%, alimentada sobretudo pela valorização de quase 2% da EDP e de 1% do BCP.

25.11.2020

Juros pouco alterados na Zona Euro

Os juros da dívida soberana da generalidade dos países do euro estão em queda ligeira, com as obrigações mais desviadas hoje do radar dos investidores.

Em Portugal, os juros da dívida a dez anos descem 0,4 pontos para 0,022% enquanto em Espanha, no mesmo prazo, a queda é de 0,1 pontos para 0,069%. Em Itália, a descida é de 0,9 pontos para 0,6% e na Alemanha de 0,6 pontos para -0,571%.

25.11.2020

Ouro em alta ligeira acima dos 1.800 dólares

A queda do dólar está a propiciar uma subida ligeira do ouro esta quarta-feira, apesar de o apetite pelo risco estar a penalizar os ativos considerados mais seguros, como é o caso do metal precioso.

Os investidores continuam voltados para os ativos mais arriscados, como as ações, depois de já ontem o otimismo em torno da transição formal de poder nos Estados Unidos e os progressos das vacinas terem levado a novos recordes em Wall Street.

"O otimismo em torno do desenvolvimento de vacinas, juntamente com o início da transição formal para Biden, continuou a pesar sobre o metal seguro", afirma Warren Patterson, responsável de estratégia de commodities do ING Bank, citado pela Bloomberg. "O principal teste para o mercado será se o ouro consegue permanecer acima do nível de 1.800 dólares por onça e, mais importante, a média móvel de 200 dias. Uma quebra abaixo deste nível técnico chave pode trazer mais vendas".

O ouro segue neste altura a valorizar 0,19% para 1.811,02 dólares.

25.11.2020

Dólar cai pelo segundo dia para o valor mais baixo em quase 3 meses

O dólar dos Estados Unidos está a desvalorizar face às principais congéneres mundiais pela segunda sessão consecutiva, com o apetite pelo risco – que está a impulsionar as ações – a diminuir a procura por ativos de refúgio, como é o caso da divisa norte-americana.

Assim, o dólar perde 0,15% face ao conjunto das principais moedas, e segue no valor mais baixo desde o dia 1 de setembro.

Já o euro avança 0,14% para 1,1909 dólares.

25.11.2020

Petróleo sobe cerca de 1% e segue em máximos de março

O petróleo continua a valorizar esta quarta-feira, e a negociar no valor mais alto desde março, animado pelos progressos das vacinas para a covid-19 que alimentam a expectativa de uma recuperação mais rápida da procura de energia no próximo ano.

Em Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI) valoriza 0,89% para 45,32 dólares, enquanto em Londres o Brent sobe 1,07% para 48,36 dólares, em ambos os casos o valor mais alto desde o início de março.

Segundo o Bank of America, o Brent poderá chegar aos 60 dólares no verão do próximo ano, com o alívio das restrições às viagens a impulsionar a procura por combustível.

Noutro sinal positivo para o consumo, o primeiro-ministro da China, Lin Keqiang disse que o pa país, o maior importador de petróleo do mundo, deverá regressar a uma faixa mais "adequada" de desenvolvimento económico em 2021. A China e o Japão também concordaram em reiniciar algumas viagens entre os dois países até ao final de novembro.

25.11.2020

Ações europeias moderam ganhos

As bolsas europeias encaminham-se para a segunda sessão consecutiva de ganhos esta quarta-feira, 25 de novembro, impulsionadas pelo otimismo em torno das vacinas contra a covid-19 e pela tão esperada transição de poder nos Estados Unidos.

Esses dois fatores motivaram fortes ganhos na sessão de ontem, com novos recordes em Wall Street – o Dow Jones superou os 30 mil pontos – e continuam a alimentar o otimismo, ainda que de forma mais moderada.

Os futuros do Euro Stoxx 50 avançam 0,2%, enquanto os do S&P 500 ganham 0,1%.

Na sessão asiática, o japonês Topix somou 0,3%, o Hang Seng de Hong Kong valorizou 0,1%, o chinês Shanghai Composite caiu 1,2% e o sul-coreano Kospi desvalorizou 0,6%.

Apesar de a transição formal de poder nos Estados Unidos e os progressos das vacinas continuarem a alimentar esperanças entre os investidores, as notícias positivas têm como pano de fundo um cenário macroeconómico cada vez mais desafiador, devido à pandemia, que coloca dúvidas sobre o ritmo da recuperação futura.

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