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Ao minutoAtualizado há 1 min09h06

Novas hostilidades no Irão colocam petróleo acima dos 100 dólares. Ouro também ganha força

Acompanhe, ao minuto, a evolução dos mercados nesta sexta-feira.

09:05
há 4 min.09h03

Ouro avança e caminha para semana de ganhos. "Traders" aguardam por dados do emprego nos EUA

Barra de ouro de 1 kg na mão, com outras barras e moedas de ouro visíveis

O ouro está a negociar com valorizações e caminha para fechar o conjunto da semana com ganhos, devido à diminuição dos receios de uma escalada da inflação e de subidas das taxas de juro pelos bancos centrais, numa altura em que os investidores se mantêm otimistas quanto a um acordo de paz entre os EUA e o Irão, apesar do reacendimento das hostilidades.

A esta hora, o ouro soma 1,10% para os 4.709,390 dólares por onça, fixando já uma subida de mais de 2% nesta semana. No que toca à prata, o metal precioso ganha 1,56% para os 79,681 dólares por onça.

Os EUA e o Irão trocaram ataques na quinta-feira, no teste mais sério até agora ao cessar-fogo que dura há um mês, mas Teerão afirmou que a situação voltou ao normal, enquanto os EUA avançaram que não pretendiam uma nova escalada do conflito.

Os preços do ouro caíram mais de 10% desde o início da guerra, no final de fevereiro, pressionados pelos preços mais elevados do petróleo, que alimentam a inflação, aumentando a probabilidade de taxas de juro mais elevadas. E embora o ouro seja visto como uma proteção contra a subida generalizada e contínua dos preços, as taxas de juro elevadas tendem a pesar sobre a "commodity", que não rende juros.

Os mercados aguardam agora pela divulgação do relatório mensal de emprego dos EUA, a ser divulgado ainda esta sexta-feira, que poderá dar pistas sobre qual o rumo de política monetária que a Reserva Federal irá seguir nos próximos tempos.

há 53 min.08h14

Crude soma ligeira subida após novas hostilidades no golfo. Brent acima dos 100 dólares

Depois de terem arrancado a sessão desta sexta-feira com ganhos de cerca de 3%, os preços do crude estão a negociar agora com ligeiras valorizações, depois de EUA e Irão terem reacendido as hostilidades em Ormuz, pressionando o sentimento dos “traders”.

Nesta medida, o Brent – de referência para a Europa –, avança 0,82%, para os 100,88 dólares por barril. Já o West Texas Intermediate (WTI) – de referência para os EUA – soma 0,47% para os 95,26 dólares por barril.

Noutras matérias-primas, o preço do gás natural de referência para a Europa soma 1,34%, para os 44,14 euros por megawatt-hora.

Os ganhos registados nesta manhã interromperam três dias consecutivos de quedas, na sequência de notícias esta semana de que os EUA e o Irão estavam perto de chegar a acordo para pôr fim à guerra.

No conjunto da semana, ambos os contratos continuam a apontar para uma queda de cerca de 6%. A subida dos preços na sexta-feira seguiu-se às acusações do Irão de que os EUA violaram o cessar-fogo em vigor entre as duas partes, enquanto os EUA afirmaram que os seus ataques foram retaliatórios, após o Irão ter disparado contra navios da Marinha dos EUA que transitavam pelo estreito de Ormuz na quinta-feira.

Apesar da retomada dos combates, o Presidente dos EUA, Donald Trump, disse aos jornalistas na quinta-feira que o cessar-fogo continuava em vigor.

07h51

Ásia põe recuperação que levou índices a recordes em "pausa". Incerteza no golfo pressiona

Os principais índices asiáticos fecharam a última sessão da semana com uma maioria de perdas e afastando-se de recordes atingidos nos últimos dias, à medida que uma escalada das tensões no Médio Oriente durante o dia de ontem pressionou o sentimento do mercado e levou o petróleo a fixar novos ganhos.

Os futuros do norte-americano S&P 500 seguem a somar cerca de 0,30%, enquanto pela Europa, os futuros do Euro Stoxx 50 cedem 0,70%, apontando para uma abertura em baixa.

Por Taiwan, o TWSE cedeu 0,79%. Já pela China, o Hang Seng de Hong Kong caiu 0,96%, enquanto o Shanghai Composite deslizou 0,085%. Na Coreia do Sul, o Kospi fixou um novo máximo histórico de 7.503,27 pontos, com o “benchmark” do país a encerrar com ganhos de 0,13%. Já quanto ao Japão, o Nikkei perdeu 0,22% e o Topix caiu 0,31%.

O recuo das praças bolsistas chega depois de as forças norte-americanas terem respondido a ataques iranianos contra contratorpedeiros que navegavam no estreito de Ormuz na quinta-feira. O Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, ameaçou atacar o Irão de forma “mais violenta” no futuro, caso o país não assinasse um acordo rapidamente. Trump descreveu a ação militar como uma “palmadinha de amor” numa entrevista telefónica à ABC News e

Ainda assim, apesar da queda registada nesta sexta-feira, os principais índices asiáticos encerraram o conjunto da semana em território positivo pela quinta semana seguida - a série de valorizações mais longa desde janeiro -, com cotadas ligadas à inteligência artificial e o apetite renovado dos investidores por esta área a ajudarem a impulsionar as bolsas e cotadas da região.

O Kospi é o índice com melhor desempenho do mundo em 2026, à medida que os investidores apostam que as empresas do país irão beneficiar enquanto principais fornecedores da expansão da inteligência artificial. Nesta linha, o Goldman Sachs aumentou novamente a sua meta para o índice de referência da Coreia do Sul em menos de três semanas, afirmando que o mercado está a subestimar a durabilidade dos lucros do setor de memórias semicondutoras. Entre os movimentos do mercado no país, a SK Hynix pulou mais de 2%.

“As ações estão a ignorar a guerra, enquanto o petróleo continua a manter o seu prémio de guerra”, disse à Bloomberg Hebe Chen, da Vantage Global Prime. Trata-se de “uma desconexão que indica que os mercados concluíram discretamente que o pior cenário está a desaparecer e viraram uma nova página, mesmo que a tinta ainda não tenha secado”, acrescentou.

Noutra medida, “em todos os mercados acionistas, o ritmo dos ganhos tem sido, de facto, bastante rápido com catalisadores limitados, pelo que, quando surgem notícias negativas, os mercados ficam vulneráveis à realização de lucros”, afirmou, por sua vez, Yugo Tsuboi,da Daiwa Securities. “Não acredito que o otimismo em relação à conclusão de um acordo [entre os EUA e o Irão], que se acumulou ao longo da semana passada, vá desaparecer completamente depois disto”, resumiu.

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