Afastadas as tarifas, ativos são agora a arma de arremesso entre EUA e Europa
Depois de o secretário do Tesouro se ter atirado ao analista do Deutsche Bank que mencionou a hipótese de "instrumentalização do capital", Donald Trump prometeu uma "grande retaliação" aos países europeus que vendam obrigações norte-americanas.
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Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos, não só não pretende usar "força excessiva" para anexar a Gronelândia como iniciou negociações para a compra e adiou a aplicação de novas tarifas sobre produtos europeus a partir de 1 de fevereiro. Os investidores celebraram, voltando a comprar ações com tal ímpeto que fez disparar Wall Street e o refúgio do ouro foi abandonado. Mas as tensões mantêm-se elevadas e o centro das ameaças transitou agora para o mercado de capitais.
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