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IGCP agenda seis leilões de bilhetes do Tesouro até Setembro

Tal como nos dois primeiro trimestres do ano, o instituto responsável pela gestão da dívida pública portuguesa pretende realizar três duplos-leilões de dívida de curto prazo, ao longo dos próximos três meses. Com estas operações, o IGCP procura angariar entre 3,25 mil milhões e quatro mil milhões de euros.

Miguel Baltazar/Negócios
André Tanque Jesus andrejesus@negocios.pt 07 de Julho de 2015 às 15:28
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A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) divulgou esta terça-feira, 7 de Julho, o calendário de leilões de bilhetes do Tesouro (BT) para o terceiro trimestre. Um período no qual o instituto liderado por Cristina Casalinho (na foto) irá realizar seis operações, procurando angariar entre 3,25 mil milhões e quatro mil milhões de euros.

 

À semelhança do registado nos dois primeiros trimestres do ano, o IGCP planeia realizar seis operações com dívida de curto prazo, sendo que serão realizadas aos pares. Ou seja, o instituto responsável pela gestão da dívida nacional vai lançar dois leilões por mês, estando os dois primeiros agendados já para 15 de Julho. Nesta operação, o montante indicativo é de 1,25 mil milhões a 1,5 mil milhões de euros, sendo que o IGCP planeia colocar títulos a seis meses (BT22JAN2016) e a 12 meses (BT22JUL2016).

 

O instituto liderado por Cristina Casalinho agendou o segundo leilão de BT para 19 de Agosto, procurando angariar entre mil milhões e 1,25 mil milhões de euros. Os títulos a colocar serão, então, a três meses (BT20NOV2015) e a 11 meses (BT22JUL2016). Por fim, 16 de Setembro marca o último duplo-leilão de dívida de curto prazo, sendo que o montante indicativo é também de mil milhões a 1,25 milhões de euros. Aqui, o IGCP procurará colocar BT a seis meses (BT18MAR2016) e a 12 meses (BT23SEP2016).

 

Tal como anteriormente, o IGCP afirma que "continuará a monitorizar as condições de mercado, que poderão resultar numa alteração das actuais orientações para o trimestre". Através das 12 operações realizadas durante o primeiro semestre do ano (entre as fases competitiva e não-competitiva das operações), o instituto já obteve um pouco mais de 7,8 mil milhões de euros.

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