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ID.3 vai democratizar a mobilidade elétrica

A plataforma MEB, a tecnologia desenhada para automóveis elétricos e que está presente neste modelo, quebra as barreiras de acessibilidade e autonomia.

27 de Fevereiro de 2020 às 12:25
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A Volkswagen tem como objetivo crescer nas vendas de automóveis de baixas emissões. Fundamental neste desígnio, nesta ofensiva, o ID.3 é a nova aposta da marca alemã no que diz respeito à mobilidade elétrica. Este modelo surge com a premissa de "democratizar a mobilidade elétrica com base na inovadora plataforma MEB", que vem quebrar barreiras de acessibilidade e autonomia.

 

"O nome ‘ID’ é um acrónimo para ‘Intelligent Design’ e o ‘3’ marca o virar da página para o terceiro maior capítulo da marca, depois do Volkswagen Carocha e do Golf. Assinala também o início de uma nova família, a família ID, que surge em resposta ao compromisso da Volkswagen de se tornar 100% elétrica até 2050. O ID.3 vem impulsionar uma nova era, na qual o foco deixa de ser (só) o veículo, e passa a ser (também) tudo aquilo que o rodeia, através da sua capacidade de construir a ponte entre o utilizador e todos os serviços digitais que a Volkswagen irá disponibilizar à sua volta", começa por explicar Nuno Serra, marketing manager da Volkswagen.

 

A introdução do ID.3 no mercado será feita em simultâneo em toda a Europa, no verão. Registe-se, no entanto, que antes de o ID.3 estar disponível no mercado, surgirá o ID.3 1st Edition, exclusivo para clientes que efetuaram um pre-booking, e que o irão receber neste primeiro semestre de 2020. Esta 1st Edition, série limitada, já se encontra esgotada.

 

A partir de 30 mil euros…

 

Sobre os valores no que toca às versões que se seguem à edição limitada, o preço de entrada de gama rondará os 30.000 euros. Portanto, o posicionamento equivalente a veículos de combustão demonstra bem a "estratégia de democratização da marca no que respeita à mobilidade elétrica e o seu compromisso na solução global de CO2".

 

Questionado se o ID.3 está a provocar grande interesse e a ter procura no mercado nacional, Nuno Serra responde de forma afirmativa e revela que tem tido uma procura bastante elevada junto da comunidade que o segue desde a sua fase de protótipo. "O mercado em geral está a demonstrar um grande interesse pela mobilidade elétrica e produtos inovadores." Por isto, a expectativa da marca para este modelo é de que "a procura e o awareness cresçam de forma exponencial."

 

… e 30 mil unidades em poucas semanas

 

Em relação à aceitação deste veículo nos outros países, tem sido semelhante à que está a acontecer em Portugal, com dimensões de volume de interesse que variam de acordo com a própria dimensão do país. "Existe uma comunidade ID.3 praticamente em todos os países onde este vai ser comercializado e todas partilham informações e pareceres entre si. Como indicador, durante o período de pré-venda, a marca vendeu mais de 30.000 unidades em poucas semanas.

 

E vai o ID.3 fazer no futuro parte da Volkswagen Financial Services? Um dos objetivos da marca é tornar o financiamento cada vez mais representativo nas vendas, em especial no ID.3, dando ao cliente um serviço de mobilidade global. "Arrancaremos com uma estratégia de aquisição baseada em três pacotes de financiamento que pretendem ir ao encontro de todas as necessidades do cliente no que respeita a mobilidade."

25 novos modelos até 2025

Nuno Serra assegura que a família ID vai crescer no decorrer dos próximos anos através dos modelos 100% elétricos. Até 2025, a marca pretende lançar "25 novos modelos com base na plataforma MEB". "Em relação aos plug-in, a acrescentar ao atual Passat GTE, existirão duas versões plug-in no Golf. Os novos Tiguan, Touareg, Arteon e Arteon Shooting Break também terão uma versão PHEV, reforçando a estratégia de mobilidade elétrica da marca."

 

Um modelo que já não é uma novidade entre os automóveis 100% elétricos da Volkswagen, mas que é icónico, é o e-Golf. Indagámos o responsável da marca se o ID.3 poderá vender tanto como o e-Golf? Nuno Serra acredita que "venda mais do que o e-Golf". "Por ser construído sobre uma plataforma concebida exclusivamente para carros elétricos (MEB), o ID.3 é tecnologicamente mais evoluído e detém uma autonomia superior à do e-Golf", explica e continua: "Para além disso, existe mais do que uma linha de equipamento, mais do que uma motorização e mais do que um nível de bateria, tornando possível uma oferta de mercado mais transversal e adequada a todas as tipologias de clientes."

Em 2050, toda a gama da Volkswagen será 100% elétrica

"A Volkswagen aponta para que toda a sua gama seja 100% elétrica até 2050." Quem o afirma é Nuno Serra, marketing manager da Volkswagen. Para levar a cabo esta estratégia, o fabricante alemão está a investir "nove mil milhões de euros na mobilidade elétrica", informa o responsável da marca, prosseguindo: "Até 2029 prevê lançar dentro do grupo: 70 modelos 100% elétricos e 60 veículos híbridos. A ideia é que no futuro a pegada da marca seja 0% CO2 desde os fornecedores, produção, utilização dos VE e mesmo reciclagem. A eletrificação da marca é assim a resposta a esse desafio. E até 2025 pretende vender 1 milhão de viaturas elétricas. No total, serão mais de 11 mil milhões de euros entre eletromobilidade e aposta na digitalização."

 

A Volkswagen pretende desta forma caminhar para ser "100% neutra em CO2 a partir de 2040", com a introdução de novos modelos totalmente elétricos. Por outro lado, a aposta no "desenvolvimento de fábricas de baterias" revela bem o compromisso da Volkswagen com a eletromobilidade

 

Ao mesmo tempo – continua Nuno Serra –, a aposta em "digitalização e conetividade" faz parte da estratégia da marca. Estar cada vez mais ligada às pessoas através de fornecedores que, de forma gradual, começam a tornar todos os seus processos mais "CO2 efficient", até atingir a meta pretendida.

 

À questão o que falta fazer para tornar os carros elétricos mais apetecíveis aos consumidores, Nuno Serra recorda que já estão a ser dados grandes passos pela indústria nesse sentido. "Viveremos um período em que a escolha do meio de tração estará intimamente ligado às reais necessidades de mobilidade de cada um; aí, os motores de combustão continuarão a ter um papel fundamental nesta matriz meio propulsão/necessidade de mobilidade." Na marca acredita-se igualmente que numa fase intermédia o consumidor ainda se irá sentir mais seguro se tiver ao dispor do seu agregado familiar uma viatura elétrica e outra tradicional. "É um processo de mudança no qual a experiência de utilização é primordial!"

 

O barómetro que é o mercado dos híbridos plug-in

 

Seja como for, está a assistir-se a um "crescente interesse" dos consumidores em tudo o que gira à volta da mobilidade elétrica. E dá como exemplo o crescimento do mercado de híbridos plug-in, que é visto como um passo intermédio na eletrificação. "No campo dos 100% elétricos, quanto mais as barreiras de preço e autonomia forem caindo mais a apetência por viaturas elétricas crescerá", assegura.

Carregadores públicos são insuficientes

O número de veículos elétricos e híbridos plug-in está a aumentar no nosso país, mas estará a rede de postos de carregamento a acompanhar este crescimento? Para Nuno Serra, no presente, a rede de carregamento disponível a nível nacional já não se adequa ao volume do parque circulante de veículos elétricos e plug-in. "Estaria adequado há cerca de três anos, em que víamos as estações de carregamento públicas sempre vazias ou com apenas dois veículos a ocuparem os seis postos de determinada ilha. Hoje, estes postos que outrora estavam sempre livres contam com um fluxo de circulação muito superior."

 

O marketing manager da Volkswagen reconhece que a regulação de utilização tem avançado sobretudo nos carregadores rápidos, mas é preciso fazer mais. "De facto, hoje, não podemos dizer que existam o número adequado de carregadores públicos para fazer face ao que o parque automóvel crescerá".

 

Quanto à preparação das cidades portuguesas para fazer frente à mobilidade elétrica, refere que ainda é preciso evoluir muito no que diz respeito às infraestruturas, que "existem, funcionam e são intuitivas, mas não são ainda suficientes para o atual parque automóvel elétrico e híbrido, nem para o crescimento que o mesmo terá no decorrer deste ano".

 

Nuno Serra relembra que grande parte das infraestruturas dos centros comerciais tem carregadores e até se tornou obrigatório que algumas novas construções apresentem um determinado número de carregadores nos seus projetos. "No entanto, a situação ideal continua a passar pela possibilidade de o utilizador carregar o carro na sua garagem e/ou no seu local de trabalho, algo que infelizmente nem sempre é possível."

 

Uma forma de contornar esta situação é adquirir carros com baterias com mais autonomia. "É o caso do e-up! que oferece 260 quilómetros de autonomia. É o ideal para uma utilização citadina e é possível só ter de carregar o carro uma vez por semana."


Modelos híbridos plug-in e elétricos da Volkswagen

100% elétricos: e-Golf, e-up!
Híbridos plug-in: Golf GTE, Passat GTE e Passat Variant GTE
Veículos comerciais existe um modelo elétrico: a e-Crafter.

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milhão de viaturas elétricas pretende vender a Volkswagen até 2025

 

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