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A designação oficial é mais técnica – diretor de sistemas e tecnologias de informação da administração pública –, mas agora todos o conhecem pela sigla em inglês, CTO do Estado. Mais do que uma vaidade, é uma novidade. Portugal tem pela primeira vez uma pessoa responsável por pensar a modernização tecnológica de uma entidade que emprega 700 mil pessoas e é responsável por milhões de pessoas e dezenas de milhares de empresas. Ser CTO do Estado tinha tudo para ser uma missão já por si só complexa, mas existe um desafio adicional chamado inteligência artificial. Se mal pensada, esta tecnologia pode criar um fosso entre Portugal e outros países, alerta Manuel Dias.