A Defesa não pode esquecer a transformação operacional e organizacional
Embora se avizinhem tempos de grande investimento e despesa na área governativa da Defesa, importa realçar que mais dispositivos militares não garantem, necessariamente, uma melhor defesa do nosso país.
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A necessidade de aumentar o investimento em Defesa em Portugal e na NATO foi muito discutida no último ano. Assistimos no início a um intenso debate em que todos os países da NATO deveriam contribuir com 2% do seu PIB para Defesa (entre gastos e investimentos em pessoal, equipamentos, armas e munições, entre outros). Depois, o valor foi revisto e acordado para 5% do PIB, fruto da intensa pressão do Presidente dos EUA sobre os pares europeus. Portugal aceitou esse compromisso e a União Europeia também. Um novo cenário geopolítico mundial parecia obrigar a que os Estados europeus membros da NATO rapidamente acautelassem a sua própria defesa contra qualquer agressor externo.
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