Produtividade na banca: agir ou fingir?
A nova produtividade bancária não vem de cortes cegos nem de reestruturações cosméticas. Vem de decisões difíceis: simplificar produtos, redesenhar jornadas, automatizar de forma “end-to-end”, reconstruir o modelo operativo à volta de dados, inteligência artificial e escala real.
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A incompetência deixou de ter a sua desculpa mais recorrente: crescer significa, inevitavelmente, gastar mais. Mais clientes, mais produtos, mais volume implicavam mais pessoas, mais sistemas e mais complexidade. Hoje, esta equação não é apenas errada — é perigosa.
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