Como devem as grandes potências competir?
A competição económica, tecnológica e militar é inevitável. A questão é se será construtiva. Atualmente, o mundo avança em direção a um equilíbrio em que essa competição não será construtiva – e onde os terceiros, ou "não protagonistas", serão os que irão sofrer mais.
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Nas recentes reuniões do G7 e da NATO, a China foi apontada como um concorrente estratégico, um parceiro comercial calculista, uma ameaça tecnológica e à segurança nacional, um violador dos direitos humanos e um campeão mundial do autoritarismo. A China condenou estas caracterizações, às quais a sua embaixada no Reino Unido chamou "de "mentiras, rumores e acusações infundadas". Os riscos que essa retórica apresenta não devem ser subestimados.
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