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Henrique Silveira Borges: Falta escrutínio público às missões empresariais

O último posto que o diplomata Henrique Silveira Borges ocupou foi em Estocolmo, na Suécia. Antes, esteve a representar o país em locais tão díspares como Seul, Riade, Buenos Aires, Brasília e Bruxelas. Agora que está na disponibilidade e tem tempo livre, decidiu revelar num livro o lado desconhecido e menos formal da diplomacia. Chamou-lhe “Manual Anti-protocolo” e foi editado pela Oficina do Livro.
Filipa Lino e Miguel Baltazar - Fotografia 24 de Junho de 2022 às 11:00

Um embaixador na disponibilidade é uma espécie de militar na reserva. É assim que Henrique Silveira Borges descreve a sua atual condição. O último posto que o diplomata ocupou foi em Estocolmo, na Suécia. Antes, esteve a representar o país em locais tão díspares como Seul, Riade, Buenos Aires, Brasília e Bruxelas. Agora que tem tempo livre, decidiu revelar num livro o lado desconhecido e menos formal da diplomacia. Chamou-lhe "Manual Anti-protocolo" e foi editado pela Oficina do Livro. São notas nas quais descreve situações e personagens e em que faz críticas, algumas mordazes, à "classe", ao Ministério dos Negócios Estrangeiros e às missões empresariais.

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