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Sean Pillot de Chenecey: Quando os políticos entram no mundo dos negócios, geralmente são um desastre

Num mundo cada vez mais imprevisível, a geopolítica tem de estar presente na mesa dos Conselhos de Administração, afirma Sean Pillot de Chenecey, um “futurista” que já trabalhou com empresas como Coca-Cola, Visa, L’Oreal ou Microsoft. O académico inglês defende a figura do Chief Political Officer (CPO). Alguém cuja função é olhar para a geopolítica e orientar a organização para lidar com os vários cenários possíveis que aí vêm.
10 de Outubro de 2025 às 11:00

O mundo, tal como o conhecíamos, baseado em regras e na hiperglobalização, acabou. Perante este cenário de enorme incerteza e risco, é cada vez mais difícil as organizações prepararem-se para o futuro e planearem a longo prazo. É por isso que Sean Pillot, um “consultor de futuro” e académico, defende que na mesa dos Conselhos de Administração deveria sentar-se um Chief Political Officer (CPO). Essa pessoa teria a função de olhar para a geopolítica e orientar a organização para lidar com os vários cenários possíveis que aí vêm. A tentação é para dar essa “cadeira” aos antigos políticos. Mas isso, diz, tem provado ser um “desastre”. O académico inglês, que já trabalhou com multinacionais como Coca-Cola, Visa, L’Oreal ou Microsoft foi um dos oradores do Leadership Summit, que decorreu em Cascais. 

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