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Construir o futuro desde o primeiro dia

Empregabilidade, proximidade, inovação e uma nova licenciatura na área da saúde. A Universidade Portucalense reforça a aposta numa formação alinhada com as exigências de um mercado de trabalho cada vez mais tecnológico e global.

02 de Julho de 2026 às 16:54
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Escolher um curso já não é apenas decidir o que estudar. Para os milhares de candidatos que se preparam para entrar no ensino superior, a decisão passa também por perceber que competências serão valorizadas daqui a cinco ou dez anos e que instituições conseguem antecipar essa evolução. É neste contexto que a (UPT) procura posicionar-se como uma instituição voltada para o futuro, combinando formação académica, proximidade aos estudantes e uma forte ligação às organizações. “O nosso compromisso é formar profissionais capazes de criar valor, inovar e liderar em contextos complexos e em constante mudança”, afirma Elizabeth Real, vice-reitora para a área do Ensino da Universidade Portucalense.

Localizada no Campus Universitário da Asprela, no Porto, a UPT beneficia da proximidade a universidades, centros de investigação, hospitais e empresas tecnológicas, integrando um dos mais relevantes ecossistemas de conhecimento do país.

Entre as principais novidades para o ano letivo 2026/2027 destaca-se a nova licenciatura em Gestão e Administração em Saúde, criada em parceria com a CESPU, através da Escola Superior de Saúde do Vale do Ave. Com diploma conjunto e acreditação máxima da A3ES, o curso foi concebido para responder às necessidades crescentes de qualificação na gestão das organizações de saúde, um setor que enfrenta profundas transformações impulsionadas pela digitalização.

Para Elizabeth Real, esta nova licenciatura surge como resposta direta às necessidades do mercado e à crescente importância estratégica do setor da saúde para o desenvolvimento económico e social. A formação integra áreas como saúde digital, inteligência artificial, análise de dados e inovação tecnológica, preparando profissionais capazes de gerir organizações cada vez mais dependentes da tecnologia e da informação.

Aprender a fazer de perto

A ligação entre a universidade e as empresas tornou-se um dos fatores mais valorizados pelos estudantes e pelos empregadores. Consciente dessa realidade, a UPT integra nos seus cursos projetos aplicados, estudos de caso, desafios empresariais e estágios que permitem um contacto direto com o mundo profissional. “A melhor formação resulta da ligação entre conhecimento e ação”, defende Elizabeth Real. Esta abordagem procura garantir que os estudantes desenvolvem não apenas conhecimentos científicos, mas também competências práticas e capacidade de adaptação a contextos profissionais reais.

A universidade mantém ainda uma rede de colaboração com empresas e instituições nacionais e internacionais, criando oportunidades de inserção profissional e de desenvolvimento de projetos conjuntos.

A Universidade Portucalense faz ainda da proximidade um dos seus fatores diferenciadores. As turmas de dimensão equilibrada permitem um acompanhamento mais individualizado e uma participação mais ativa nas aulas, favorecendo uma experiência académica mais personalizada. “Na Portucalense, cada estudante é reconhecido como pessoa e apoiado no seu percurso académico e profissional”, sublinha a vice-reitora. Esta proximidade traduz-se também em iniciativas de apoio ao sucesso académico, programas de mentoria e acompanhamento do desenvolvimento pessoal e profissional dos alunos.

O nosso compromisso é formar profissionais capazes de criar valor, inovar e liderar em contextos complexos e em constante mudança. Elizabeth Real, vice-reitora para a área do Ensino da Universidade Portucalense.

Preparar profissionais para o mercado

A internacionalização é outra das áreas estratégicas da instituição. Através de programas de mobilidade, participação em redes académicas internacionais e projetos colaborativos com parceiros estrangeiros, os estudantes têm contacto com diferentes realidades culturais e profissionais. Ao mesmo tempo, a convivência entre áreas tão diversas como direito, arquitetura, gestão, marketing, engenharia, psicologia, educação, turismo e tecnologias favorece uma aprendizagem interdisciplinar cada vez mais valorizada pelas organizações. Segundo Elizabeth Real, esta capacidade de cruzar diferentes áreas do conhecimento permite desenvolver competências transversais essenciais num mercado de trabalho em que a inovação surge frequentemente da combinação de saberes distintos.

Por sua vez, a transformação tecnológica está também a alterar a forma como se ensina e aprende. A Portucalense tem vindo a reforçar metodologias de aprendizagem ativa, recorrendo a projetos, simulações e desafios desenvolvidos em parceria com organizações. Paralelamente, aposta na integração responsável da inteligência artificial generativa nos processos de ensino e aprendizagem. “A UPT tem vindo a investir na capacitação de docentes e estudantes para a utilização ética, crítica e criativa destas tecnologias”, conclui Elizabeth Real.

 

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