“Uma oferta de formação avançada que combina profundidade académica, abertura internacional e forte ligação ao mercado.” É essa a proposta da Católica Porto Business School (CPBS) para os seus alunos e é assim que Paulo Alves, o vice-diretor, define os valores da escola. No que é que isso se traduz? Numa oferta que, ao nível dos mestrados, se organiza em cinco grandes áreas e nove opções de percurso, incluindo Auditoria e Fiscalidade, Business Economics, Finanças, Marketing e Gestão, esta última com especializações. “A isto junta-se uma oferta robusta de pós-graduações e programas executivos, concebidos para profissionais e empresas que procuram atualização, requalificação e especialização”, diz o responsável, acrescentando: “Mais do que lançar programas por efeito de tendência, a nossa prioridade tem sido atualizar continuamente os currículos para refletir aquilo que hoje transforma as organizações: dados, inteligência artificial, transformação digital, sustentabilidade, liderança e capacidade de execução.”
Com uma ampla oferta de programas, Paulo Alves destaca algumas notas de relevo. "Os mestrados de Finanças e Gestão integram os respetivos rankings do Financial Times com especial destaque para a posição na componente de impacto na carreira. Uma clara validação da consistência e da qualidade da nossa oferta num universo cada vez mais competitivo." Já nas pós-graduações executivas, Paulo Alves destaca as pós-graduações em Sustentabilidade e Regeneração, em Inteligência Artificial e Transformação Digital e toda a oferta na área da saúde.
Triple Crown School
Prestígio internacional, exigência académica e proximidade às empresas é a conjugação que, na visão de Paulo Alves, distingue a CPBS. “Somos uma Triple Crown School — com acreditações AACSB, AMBA e EQUIS —, pertencendo ao grupo restrito de cerca de 1% das business schools do mundo com este selo, sendo uma das poucas em Portugal com esta distinção e a única no norte do país. A isso soma-se a visibilidade crescente nos rankings internacionais.” Além disso, acrescenta, as pedras basilares dos programas da CPBS são claras: “proximidade alunos-docentes-empresas, rigor académico, aprendizagem aplicada, internacionalização, contacto permanente com organizações diversas, desenvolvimento de hard skills e soft skills, e uma visão da gestão que não separa desempenho de responsabilidade. É esta combinação que nos permite formar profissionais tecnicamente sólidos, com uma visão humanista e empática, mas também preparados para liderar em contextos exigentes e em mudança. Aqui sublinho o foco na empatia, que será uma característica absolutamente essencial num contexto de digitalização.”
A tudo isto soma-se a ligação ao mercado de trabalho. “Os programas não são um exercício académico isolado: são concebidos em diálogo com empresas, com desafios reais, projetos aplicados, estágios, contacto com recrutadores e uma relação contínua com o ecossistema empresarial”, informa e continua: “ Do ponto de vista da empregabilidade, o sinal que o mercado nos dá é muito claro: Muitos dos nossos alunos conseguem emprego ainda antes de concluírem o curso, e a quase totalidade encontra-se empregada poucos meses após a sua conclusão. Nas pós-graduações executivas, é frequente a formação traduzir-se em progressão, mudança de função ou reforço de responsabilidades.” Segundo o vice-diretor, as empresas procuram perfis com três camadas de competências: base técnica sólida, capacidade analítica e maturidade para tomar decisões em contextos de incerteza. Nessa medida, valorizam cada vez mais programas que combinam finanças, gestão, marketing, dados, tecnologia, sustentabilidade e liderança. É nesses eixos que os programas da CPBS assentam.
Sendo a internacionalização uma dimensão estrutural da escola, a oferta de Double Degrees de mestrado com várias universidades internacionais, escolhidas pelo seu prestígio assume cada vez mais destaque, permitindo aos alunos concluir o percurso com dois diplomas: um da Católica Porto Business School e outro de uma instituição parceira. Entre elas, contam-se escolas como Aston, Lancaster, Corvinus, Neoma, Kedge, Groningen.
Com o mercado a atravessar rápidas mudanças, para Paulo Alves são vários os desafios que se apresentam à escola, que, assegura, está preparada para responder: “O principal desafio dos próximos anos não será acompanhar a mudança: será formar pessoas capazes de a interpretar e de agir sobre ela. Estamos a falar de transformação tecnológica, pressão competitiva global, novas exigências regulatórias, sustentabilidade, novos perfis de consumo e mudanças profundas na organização do trabalho. A resposta tem de ser uma formação exigente, transversal e permanentemente atualizada”, explica. A formação faz parte dessa resposta. Para os profissionais, apostar em mestrados e pós-graduações significa “reforçar a empregabilidade, acelerar a progressão e ganhar capacidade de mobilidade, inclusive internacional”. Para as empresas, significa “ter equipas mais preparadas para decidir melhor, inovar mais depressa e responder com maior qualidade a contextos instáveis”.
A conclusão é hoje clara: “a formação deixou de ser um momento e passou a ser um processo contínuo. Quem não investir em aprendizagem ao longo da vida arrisca-se a perder relevância mais depressa do que imagina. E isso aplica-se tanto a quadros mais jovens como a profissionais já experientes, porque o ritmo da mudança não faz distinções geracionais.”