Davos: Estados Unidos vão liderar crescimento em 2015
O Fórum começou na quarta-feira e terminou hoje. Num dos últimos debates sobre a situação económica mundial, o governador do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda, mostrou-se optimista em relação à robustez do crescimento da economia dos Estados Unidos, "que vai liderar o crescimento global".
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Kuroda considerou "um pouco exagerado" que tenha havido "algum pessimismo" no Fórum Económico Mundial e apontou para um crescimento de 2% este ano no Japão.
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O director-adjunto do Fundo Monetário Internacional (FMI), Min Zhu, disse que os Estados Unidos devem crescer 3,4%, impulsionados pelo consumo privado e também por gastos públicos, mas assinalou que "o investimento ainda é débil em comparação com 2007".
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O mesmo responsável advertiu para os riscos que cria "a ilusão de liquidez" no mercado financeiro.
Benoit Coeuré, membro francês do conselho executivo do Banco Central Europeu (BCE), afirmou também que a "economia dos Estados Unidos será forte, mais forte do que a da zona euro".
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Questionado sobre o novo programa de estímulos anunciado pelo BCE, Coeuré explicou que "estava claro que era o momento de fazer algo" devido às previsões de uma inflação muito baixa e disse que "nos últimos dias a discussão era como fazê-lo".
O BCE vai comprar a partir de Março e até Setembro de 2016 dívida pública e privada no valor de 60 mil milhões de euros por mês.
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A situação na zona euro e os efeitos que terá o programa anunciado pelo BCE foram questões em foco ao longo dos debates em Davos, mas as eleições de domingo na Grécia e a queda do preço do petróleo também mereceram a atenção dos participantes.
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