Portugal e Espanha reafirmam calendário do TGV

Portugal e Espanha reafirmaram hoje, no âmbito da 24ª Cimeira Ibérica que decorre em Zamora, o calendário de construção do comboio de alta velocidade, com o funcionamento da linha Lisboa-Madrid em 2013. Os dois países consideram que o investimento público é fundamental .
Eva Gaspar 22 de Janeiro de 2009 às 11:39

Portugal e Espanha reafirmaram hoje, no âmbito da 24ª Cimeira Ibérica que decorre em Zamora, o calendário de construção do comboio de alta velocidade, com o funcionamento da linha Lisboa-Madrid em 2013. Os dois países consideram que o “investimento público é fundamental”.

Segundo o projecto de conclusões da Cimeira, os dois países reafirmam as datas de implementação do TGV, que actualmente prevê a entrada em funcionamento da linha Lisboa-Madrid em 2013 e a linha Lisboa-Porto dois anos depois.

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Ainda no âmbito do TGV, os dois países chegaram a acordo sobre localização da estação internacional do Caia, entre Badajoz e Elvas, junto ao Rio Guadiana, sendo que a solução encontrada aponta para a existência de dois terminais simples. Um de passageiros, que ficará no lado espanhol e outro de mercadorias, em território português, que fará ligação a Sines.

Os governos dos dois países, que no espaço de uma semanas virão os seus “ratings” serem revistos em baixa pela S&P, consideram que a promoção do investimento público “é fundamental na actual conjuntura, para manter a actividade económica e o emprego”.

Neste contexto, Portugal e Espanha reafirmaram os calendários dos grandes projectos que estão em curso - TGV e ligações rodoviárias - “projectos que contribuirão não só para a promoção da actividade económica no curto prazo, como para a melhoria da competitividade das duas economias no longo prazo”.

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Nesta cimeira fica também acordada a criação novo centro de investigação conjunto direccionado para as energias renováveis. O novo centro ibérico ficará sedeado em Badajoz e será presidido por um português: António Sá da Costa.

È um projecto, na opinião dos países”emblemático e que contribuirá para dar uma nova orientação às nossas relações em estruturas económicas de vanguarda e da aplicação das novas tecnologias”.

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