CIP/ISEG: Impacto das tempestades fica no 1.º trimestre, mas guerra no Irão define o resto do ano
Após as tempestades, as vendas de cimento dispararam, num presságio de que o investimento poderá compensar estragos do arranque de 2026. Mas conflito aberto no estreito de Ormuz reduz a confiança para o resto do ano
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Apesar da destruição causada, o comboio de tempestades que atravessou a zona centro do país no final de janeiro não terá levado à contração do PIB e é possível que o impacto deste primeiro choque sofrido pela economia portuguesa fique contido no primeiro trimestre, prevê o último barómetro da Confederação Empresarial de Portugal (CIP) e do ISEG, divulgado nesta quarta-feira.