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Teletrabalho deixa de ser obrigatório a partir de 14 de junho

O país avança com novas medidas de desconfinamento a partir de 14 de junho e o teletrabalho deixa de ser obrigatório, passando apenas a ser recomendado. A exceção serão os concelhos que registem mais de 120 novos casos por 100 mil habitantes.

Lusa
Filomena Lança filomenalanca@negocios.pt 02 de Junho de 2021 às 14:51
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O primeiro-ministro anunciou esta quarta-feira que o teletrabalho vai deixar de ser obrigatório a partir do próximo dia 14 de junho, concretizando o novo passo no desconfinamento. "O teletrabalho deixa de ser obrigtório e passa a ser simplesmente recomendado sempre que as atividades o permitam", anunciou António Costa na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do Conselho de Ministros desta semana. 

Perante a "redução sustentada e continuada da taxa de incidencia da covid-19", o facto de não haver uma pressão sobre o SNS e a redução verificada na taxa de mortalidade permitiram avançar com o desconfinamento, explicou o primeiro-ministro. 

Ainda assim, continuará a ser feita uma avaliação semanal e os concelhos que registem durante duas semanas consecutivas um número de casos acima de 120 por cada 100 mil habitantes nos últimos 14 dias recuarão e, no caso do teletrabalho, este volta a ser obrigatório.

Nos concelhos de baixa densidade o recuo acontecerá quando se registar um número de novos casos superior a 240, uma vez que passa a haver regras diferentes para estes territórios, só lhes sendo aplicadas restrições quando aí se exceda o dobro do limite estabelecido para os territórios de alta densidade.


Nesta fase de desconfinamento desaparecerão também as restrições de horários para o comércio, os restaurantes passam a poder estar abertos até à meia noite e os espetáculos culturais também. 


(notícia atualizada com mais informação às 15:00)
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