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Carneiro pede salvaguarda dos portugueses na Venezuela e apela à ONU

O líder do PS manifestou apoio ao Governo nas diligências que defendam a comunidade portuguesa.

O líder do PS apelou às Nações Unidas e autoridades internacionais para que salvaguardem o direito internacional na Venezuela.
O líder do PS apelou às Nações Unidas e autoridades internacionais para que salvaguardem o direito internacional na Venezuela. José Coelho / Lusa
03 de Janeiro de 2026 às 10:27

O líder do PS apelou este sábado às Nações Unidas e autoridades internacionais para que salvaguardem o direito internacional na Venezuela, manifestando apoio ao Governo nas diligências que defendam a comunidade portuguesa e a cooperação europeia para travar o conflito.

"Quero manifestar, em primeiro lugar, a minha total solidariedade à comunidade portuguesa na Venezuela, que certamente está a viver momentos de grande apreensão quanto ao seu futuro imediato, à salvaguarda das pessoas, à salvaguarda dos seus bens", disse José Luís Carneiro, em declarações à agência Lusa.

O líder do PS deixou um "apelo às Nações Unidas e às autoridades internacionais" para que garantam a proteção de direitos fundamentais e a salvaguarda do direito internacional naquele país "porque é inaceitável qualquer intervenção feita à margem do direito internacional".

"Aquilo que transmiti ao senhor ministro [dos Negócios Estrangeiros] é que conta com o PS para apoiar todas as diligências que sejam necessárias para garantir a salvaguarda e a defesa da comunidade portuguesa, para garantir a defesa do direito internacional e a cooperação com os parceiros europeus para estancar o conflito", referiu, dando conta que já tinha sido contactado pelo Governo.

Carneiro deixou ainda uma palavra de apoio e de solidariedade aos serviços consulares e diplomáticos portugueses num momento "de grande incerteza e de grande inquietude".

O Governo da Venezuela denunciou este sábado uma "gravíssima agressão militar" dos Estados Unidos da América, após explosões na capital durante a noite, e o Presidente Nicolás Maduro decretou estado de exceção.

Entretanto, o Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o homólogo da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado e retirado à força do país, após os Estados Unidos terem realizado um "ataque em grande escala" no país.

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