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CGTP apela a todos para que não cedam e se juntem à greve geral

Central Sindical avança para a greve geral a 3 de junho e pede “a todas as estruturas e organizações de trabalhadores” para que mantenham “a posição” e “a convergência na luta pela retirada do Pacote Laboral”. UGT ainda não decidiu se vai aderir.

Tiago Oliveira CGTP
Tiago Oliveira CGTP LUSA_EPA
17:27

“Apelamos a todos os trabalhadores para que se mantenham firmes neste combate, e a todas as estruturas e organizações de trabalhadores para que mantenham a posição, o envolvimento e a convergência na luta pela retirada do Pacote Laboral”, afirmou esta sexta-feira o secretário-geral da CGDT nas comemorações do 1º de Maio, na Alameda, em Lisboa. 

Tiago Oliveira, que durante a manhã, em entrevista à RTP tinha já adiantado a intenção de avançar para uma nova greve geral, no dia 3 de junho, reiterou que a decisão está tomada e que terá como lema“Derrotar o Pacote Laboral! Não ao retrocesso! Por mais salário, mais direitos, mais serviços públicos”. 

Mário Mourão, da UGT, ainda não se pronunciou sobre essa questão, tendo remetido uma decisão para depois do próximo encontro com o Governo em concertação social, agendado para 7 de maio. 

A greve geral sublinhou Tiago Oliveira, será “contra o pacote laboral e a política ao serviço do capital, pelo aumento geral e significativo dos salários e pensões, contra o aumento do custo de vida e pelo controle dos preços, pela revogação das normas gravosas da legislação laboral que já hoje tanto prejudicam os trabalhadores”. 

E também, continuou, “pela defesa e reforço dos serviços públicos e das funções sociais do Estado, por uma vida digna para todos os que trabalham e trabalharam, pela aplicação dos direitos de Abril que a Constituição consagra”.

Num discurso marcado por fortes críticas ao Executivo e às alterações à lei laboral, o líder da CGTP reiterou que “trata-se de piorar uma lei que já hoje é muito prejudicial para quem trabalha e, deste modo, perpetuar os baixos salários, impor a legalização dos despedimentos sem justa causa, agravar e eternizar a precariedade, desregular e prolongar, ainda mais, os horários de trabalho, atacar os direitos de maternidade e paternidade, destruir a contratação colectiva e os direitos nela consagrados, atacar a liberdade sindical e o direito de greve”. 

“Nós rejeitamos o pacote laboral, retirem o pacote laboral, foi isso que disseram os trabalhadores da grandiosa greve geral de 11 de dezembro”, sublinhou Tiago Oliveira. “Todos juntos, vamos realizar uma grande greve geral geral”, rematou. 

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