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Falha no fornecimento de gás da Nigéria pode ser só “deslize” no calendário, diz Medina

Ministro das Finanças remete para detalhes que serão prestados pelo Ministério do Ambiente e secretário de Estado da Energia.

O incentivo fiscal está previsto no Orçamento do Estado apresentado esta semana pelo ministro das Finanças.
Carlos M. Almeida/Lusa
Maria Caetano mariacaetano@negocios.pt 18 de Outubro de 2022 às 16:27
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A redução nas entregas de gás a Portugal anunciada pela Nigéria poderá significar apenas um "deslize" no calendário, sem que as mudanças produzam alterações substanciais nos preços da energia para os consumidores portugueses face às expetativas enunciadas pelo Governo no quadro das medidas já adotadas para proteger indústrias e famílias.

 

"Pode tratar-se unicamente de um deslize relativamente ao calendário de fornecimento que não compromete o abastecimento", afirmou nesta terça-feira o ministro das Finanças, Fernando Medina, após um almoço-debate sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2023 organizado pelo International Club of Portugal, em Lisboa.

 

Medina remeteu, no entanto, para uma avaliação que terá ainda de ser feita pelo Ministério do Ambiente e pelo secretário de Estado da Energia.

 

De resto, o ministro das Finanças afirmou que "o país tem uma capacidade de abastecimento que tem significado". "É preciso ver exatamente quais são os calendários de regularização em que se irão processar as entregas que estão contratadas", disse.

 

A Nigeria GNL, principal fornecedor da Galp, invocou nesta segunda-feira "força maior", devido às cheias que assolam o país, para justificar alterações no fornecimento.

 

A Galp admite que poderá enfrentar "disrupções adicionais no fornecimento".

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