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Fisco lança operação de fiscalização ao trabalho temporário

O administrador "de uma das maiores empresas de trabalho temporário do país" terá sido o principal autor de um esquema fraudulento de fuga ao IVA que lesou o Estado em 15 milhões de euros, através da falsificação de declarações periódicas, adiantou ontem fonte oficial do Ministério das Finanças.

Filomena Lança filomenalanca@negocios.pt 24 de Maio de 2011 às 19:49
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A marosca foi detectada na sequência de uma acção que envolveu a inspecção do Fisco e a Unidade de Acção Fiscal da GNR. Ontem foram realizadas 25 buscas em 17 empresas de trabalho temporário e oito domicílios. No final, foram constituídos três arguidos. A operação, denominada “ET – Evasão Temporária”, foi desencadeada na sequência de uma investigação efectuada pela Direcção de Serviços de

Investigação da Fraude e Acções Especiais da DGCI e envolveu 28 inspectores tributários, 33 militares da GNR e quatro técnicos da informática do Fisco.

No decurso da operação, que decorreu na região de Lisboa, foi apreendida “uma grande quantidade de documentação, computadores e cerca de 10.000 euros em dinheiro”, acrescenta o Ministério em comunicado.

Em causa estão crimes de fraude fiscal, de frustração de créditos e de branqueamento de capitais e, em simultâneo com a operação, técnicos da Direcção de Finanças de Lisboa deram cumprimento a uma decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra que mandou arestar bens de valor correspondente a cerca de dois milhões de euros, com vista à garantia dos créditos tributários agora detectados.



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