Economia França apoia "muito o Governo português" contra sanções

França apoia "muito o Governo português" contra sanções

Manuel Valls diz que a França apoia "muito o Governo português". O país fez muitos esforços pelo que, defende o primeiro-ministro francês, não deve ser punido pela Europa.
França apoia "muito o Governo português" contra sanções
Reuters
Negócios com Lusa 18 de junho de 2016 às 13:05

Primeiro foi François Hollande. Agora é a vez de Manuel Valls, o primeiro-ministro francês, demonstrar o seu apoio a Portugal contra eventuais sanções por parte da Europa fruto do défice excessivo. No dia em que recebe António Costa, que está em Paris para inaugurar o "Espaço do Cidadão", disse que a França apoia "muito o Governo português".


"Estamos muito atentos às posições do Governo português. Não pode haver uma Europa punitiva. Portugal fez muitos esforços que o povo português suportou", disse Manuel Valls, mostrando-se contra sanções por défices excessivos por parte da Europa.  

"É preciso respeitar estes compromissos e ao mesmo tempo ter em conta os compromissos tomados pelo Governo de António Costa diante do povo. Por isso, evidentemente que apoiamos muito o Governo português", declarou Manuel Valls, no final de uma reunião com o homólogo português, António Costa, em Paris.

O primeiro-ministro reúne-se hoje com o seu homólogo francês, Manuel Valls, em Paris, oito dias após ter sido recebido pelo chefe de Estado francês, François Hollande, juntamente com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Na agenda deste regresso de António Costa a Paris estão ainda a inauguração a meio da tarde do "Espaço do Cidadão" para prestação de serviços públicos online e, pelas 21:00 locais, a presença no jogo do Euro2016 da seleção nacional portuguesa de futebol com a Áustria.

Na semana passada, no âmbito das comemorações do Dia de Portugal e das Comunidades, em Paris, o primeiro-ministro e o Presidente da República foram recebidos por François Hollande no Palácio do Eliseu, e o chefe de Estado francês defendeu então a linha política e económica seguida por Portugal no âmbito da União Europeia, palavras que o primeiro-ministro português considerou serem de apoio ao país contra eventuais sanções europeias.




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