Maior perigo mora ao lado: Espanha
Regresso pleno aos mercados daqui a um ano é hipótese que Washington e Bruxelas dão cada vez como menos provável. Culpa? Vem de fora.
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Portugal vai começar a testar o apetite dos mercados de forma mais ousada, emitindo mais dívida e de mais longo prazo, confiante de que já haverá interesse de investidores estrangeiros. Mas dificilmente conseguirá prescindir de assistência externa nos prazos estabelecidos porque os mercados não estarão até lá suficientemente estabilizados. Como a responsabilidade é sobretudo da envolvente externa – e o maior perigo mora agora mesmo ao lado – Portugal pode contar com a promessa de ajuda dos parceiros do euro além 2013.