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Marcelo apela à participação nas eleições. "Votar é vencer a calamidade"

Numa mensagem ao país o Presidente da República prestou homenagem aos afetados pelas tempestades e reafirmou a importância do voto nas eleições presidenciais deste domingo, tecendo comparações com as presidenciais de 2021 em pandemia.

Marcelo optou por dirigir uma mensagem ao país na véspera da segunda volta das presidenciais depois de não o ter feito na primeira.
Marcelo optou por dirigir uma mensagem ao país na véspera da segunda volta das presidenciais depois de não o ter feito na primeira. José Sena Goulão/Lusa
21:06

O Presidente da República apelou ao voto nas eleições presidenciais marcadas para este domingo, quando o país ainda se debate com as consequências da devastação deixada pelo mau tempo.

"Votar chama-se vencer a calamidade e refazer o nosso futuro", afirmou numa mensagem ao país.

Depois de não o ter feito na primeira volta, Marcelo Rebelo de Sousa resolveu dirigir-se ao país, para flar " em especial para os que perderam familiares e próximos, para os que ficaram sem casa ou sem casa com condições, para os que perderam culturas agrícolas, lojas, oficinas e fábricas, para os que ficaram dias e noite sem água luz telefone, para os que sofreram e sofrem cheias imprevisíveis".

Votar amanhã é como votar na pandemia em estado de emergência. Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República 

Com uma onda de solidariedade traduzida também no trabalho voluntário na zona centro, o chefe de Estado não esqueceu quem "tem dado o que pode e não pode".

"Agradeço a resistência e coragem de não desistirem, de não largarem um centímetro do que é vosso", continuou o Presidente, que comparou a ida às urnas para eleger o seu sucessor com a que lhe deu o segundo mandato, que decorreram em 2021, em plena pandemia de Covid. A primeira figura da nação entende que votar amanhã é "tal como há cinco anos foi votar em pandemia em todo o pais, sem vacinas, com hospitais a transbordarem, com mortes a subirem".

"Votar amanhã é como votar na pandemia em estado de emergência", concluiu.

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