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Construtoras oferecem bolsas para travar fuga de engenheiros civis

Um conjunto de sete empresas de construção paga na íntegra as propinas dos 15 melhores alunos do mestrado em Engenharia Civil da Universidade do Minho, num total de 45 bolsas em três anos. Uma solução para inverter a desertificação que existe nesta especialidade.

Konstantinos Tsakalidis/Bloomberg
Rui Neves ruineves@negocios.pt 04 de Março de 2016 às 16:26
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A Universidade do Minho (UMinho) entrega na próxima segunda-feira, 7 de Março, 15 bolsas de estudo e mérito em Engenharia Civil, no âmbito de uma iniciativa de cooperação entre esta instituição universitária e um conjunto de sete empresas de engenharia e construção (Mota-Engil, DST, ABB, Ascendi, Casais, CJR e Cype), que visa atrair e apoiar novos talentos para uma especialidade em que o número de candidatos é escasso.

As bolsas de estudo e mérito incluem o pagamento das propinas, ao longo de todo o curso, a 45 alunos do mestrado integrado em Engenharia Civil, num pacote da ordem dos 250 mil euros, além da oferta de estágios no final do curso, entre outras acções, num plano para três anos, refere a UMinho, em comunicado.

Em causa está a atribuição de bolsas de estudo a 15 novos alunos, tendo as primeiras sido atribuídas no ano lectivo de 2014/15. As bolsas serão mantidas durante os cinco anos do curso "enquanto o aluno obtiver uma classificação entre os melhores alunos do curso".

Os estudantes seleccionados para as bolsas de estudo comprometem-se a aceitar uma oferta de estágio remunerado de um ano, após conclusão do curso, pelo mínimo de 2,5 vezes o salário mínimo nacional, caso as empresas parceiras o decidam oferecer. 

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