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Governo dividido sobre fecho das escolas durante o confinamento

Educação e Saúde em braço de ferro sobre a possibilidade de encerrar as escolas até ao final de janeiro. Bastonário da Ordem dos Médicos defende ensino à distância apenas no ensino secundário e superior.

Ontem foi o último dia para as escolas reabrirem. E o número de novos casos de covid-19 reportados pela Direção-geral da Saúde disparou para 770, regis        tando-se 10 mortes.
José Coelho/Lusa
Negócios jng@negocios.pt 11 de Janeiro de 2021 às 09:52
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Os ministros da Educação e da Saúde estão a medir forças no conselho de ministros quanto à possibilidade de encerramento das escolas no próximo período do estado de emergência, em que irá vigorar um novo confinamento geral do país.

 

Escreve o CM esta segunda-feira, 11 de janeiro, que, além do primeiro-ministro, que já defendeu a hipótese de manter abertas as escolas, ao lado de Tiago Brandão Rodrigues estão ainda os ministros da Economia, Pedro Siza Vieira, e da Presidência, Mariana Vieira da Silva.

 

Por outro lado, a ministra da Saúde, Marta Temido, é uma das vozes do Executivo socialista que defende o encerramento dos estabelecimentos de ensino devido ao aumento dos casos de covid-19. A decisão será tomada esta quarta-feira, um dia depois de serem ouvidos os especialistas na habitual reunião na sede do Infarmed, em Lisboa.

 

O bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, defende que mandar para casa as crianças mais novas "é complexo e deve ser analisado", mas contrapõe que "o ensino já devia estar a decorrer à distância para os alunos dos 11º e 12º anos" por causa da pandemia.

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